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Educação
O que é que a Cior tem
    28-01-2016
    A Cooperativa de Ensino de Vila Nova de Famalicão, mais conhecida por Cior, é a escola profissional do concelho que mais alunos atrai, com um total de 360. Com cinco cursos profissionais e cinco cursos vocacionais, esta escola tem uma taxa de empregabilidade superior a 70 por cento, sendo que cerca de 15 por cento dos alunos prosseguem os estudos. Esta quarta-feira, a instituição recebeu o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, no âmbito do périplo de visitas que o autarca está a realizar pelas escolas profissionais do concelho.

    Acompanhado pelo vereador da educação, Leonel Rocha, e guiado pelos diretores da escola, Amadeu Dinis e José Paiva, o presidente da Câmara Municipal visitou as instalações e conversou com alunos e professores, mostrando-se “muito satisfeito” com o ambiente que se vive na Cior.

    Os resultados são fruto de “um trabalho diário muito intenso e dinâmico, que desenvolvemos com os alunos”, afirmou o diretor pedagógico, José Paiva. Apesar do elevado número de estudantes, o ambiente que se vive na Cior é quase familiar. “Conhecemos bem os nossos alunos, sabemos das suas mais-valias, mas também das suas dificuldades e nunca desistimos deles”, acrescentou ainda o responsável.

    De resto, o espírito que se vive na escola ficou bem patente nas palavras de Stoica, de 16 anos, um aluno que falou em nome de todos. “A Cior é uma escola organizada, com profissionais trabalhadores, empenhados e vocacionados para isto”, salientou.

    Com a maior parte dos alunos a frequentar os cursos de Mecatrónica Automóvel, Metalomecânica e Instalações Elétricas, a Cooperativa de Ensino é procurada por muitos jovens de fora do concelho, sendo a grande maioria do sexo masculino. “Temos muitos jovens que vêm do distrito do Porto e até alguns de Trás-os-Montes, atraídos pelos cursos de mecatrónica, porque é uma área onde não existe muita oferta”, explicou José Paiva.

    Segundo Amadeu Dinis “são tudo bons rapazes”. Mas há também cada vez mais raparigas na Cior. “Estamos a apostar nos cursos de Animação Sociocultural e outros de forma a cativar as jovens, até porque essa era uma reivindicação dos nossos alunos, a falta de raparigas na instituição”, afirmou José Paiva.

    Os estágios internacionais são também outro dos pontos fortes da Cior. “Todos os anos, os melhores alunos dos cursos têm a oportunidade de realizar um estágio profissional, formação em contexto de trabalho, em empresas de referência de Espanha e da Alemanha, no âmbito do programa comunitário Erasmus”, explicou Amadeu Dinis, salientando que estes estágios “são uma experiência única e enriquecedora para os alunos se confrontarem com realidades, experiências, metodologias, práticas laborais e dinâmicas empresariais que complementam o seu processo formativo e consolidam o seu perfil profissional”.
    No final da visita, Paulo Cunha disse estar “seguro e confiante” no trabalho desenvolvido pela Cior, sendo que a instituição é, sem dúvida, “uma mais-valia para o concelho”.
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