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Trata-se de um contraponto à de Pandora, pois na verdade esta Caixa vai revelar algo que vale mesmo a pena ser conhecido. O segredo daquilo que este ‘cofre jazzístico’ é portador vai ser divulgado através de uma conferência de imprensa a ter lugar na próxima terça-feira, dia 5 de Junho, pelas 15h00, nas instalações do Centro Cultural da Juventude de Joane. Formulamos, por conseguinte, e desde já, o convite ao vosso órgão de comunicação social para que esteja representado nesta cerimónia informal de apresentação do evento. A ATC - Associação Teatro Construção está a promover a iniciativa e conta para o efeito com o apoio da Câmara Municipal de V. N de Famalicão e d’ O Eixo do Jazz - Associação Luso-Galaica para a Promoção do Jazz. Da conjugação deste vértice organizativo nasce um ciclo de concertos intimistas cujo embrião teve início em Outubro passado, a título experimental, bem à laia de um ensaio, com os concertos a terem lugar no auditório do Centro Cultural da Juventude de Joane, sob a égide da ATC. No cerne da programação estarão grandes nomes do meio jazzístico nacional e galego (e não só), num total de sete concertos, ao longo de três fins-de-semana. Desvendamos um pouco o véu para a abertura da iniciativa: assim, no dia 15 de Junho, o espectáculo inaugural vai contar com André Fernandes, um dos intérpretes mais reconhecidos no panorama do jazz lusitano e decorrerá no auditório do Centro Cultural da Juventude de Joane, pelas 22h30. Da Galiza (terra-irmã), de entre outras presenças de valor assinalável, vamos poder ouvir as sonoridades produzidas pelo Javier Marcos Trio, num concerto marcado para o dia 22 de Junho, às 22h30, no mesmo local. No jazz, como na vida, não há duas sem três, o denominado Fim de Festa, podemos adiantar, decorrerá em pleno centro de Famalicão. O resto é surpresa e será convenientemente desvendado na conferência de imprensa. O conceito destes espectáculos reveste-se de um elã com alguma singularidade. Em cada concerto os músicos partilham o palco do auditório, transformado numa sala de estar, com o público. O mote passa por poder desfrutar de uma conversa com os instrumentistas no final de cada espectáculo, tendo por ‘testemunha’ do instante um flute de champagne, oferecido pela Murganheira. Ainda nesta toada marcada pelo intimismo e proximidade entre a assistência e os músicos, chama-se a atenção para o facto de a lotação ser limitada a 60 pessoas e, por inerência, ao facto de uma reserva/aquisição atempada dos bilhetes constituir por isso um imperativo categórico. Acresce a esta informação a da existência de uma parceria com restaurantes locais, deste modo haverá hipótese de reservar um jantar, antes ou depois dos concertos. Como informação adicional, sublinha-se que os espectáculos das sextas-feiras decorrerão às 22h30 e o café-concerto do ATC estará aberto para uma jam session depois das 00h30. Aos sábados, os concertos têm lugar a partir das 18h00 com o objectivo subjacente de apelar e cativar uma audiência transversal, de idades mistas, público familiar, que habitualmente não dispõe da oportunidade de aceder e experienciar em conjunto e ao vivo este tipo de música. Aos sábados, a partir das 23h00, será possível assistir a uma jam session no Cru – Espaço Cultural, em pleno centro de Famalicão. Mediante todo este descritivo, haverá que concordar que o evento de carácter musical pelo seu carácter singular, bem poderia merecer a positiva denominação de ‘Jazz Fora da Caixa’, no final acabará por sê-lo com toda a certeza. |