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Apresentação
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Centro Comercial a céu aberto

O Centro de Famalicão tem todas as condições para funcionar como um Centro Comercial a Céu Aberto (CCA), perfeitamente integrado no habitat, com espaços de ócio, com equipamentos de lazer, com equipamentos culturais e de apoio aos jovens e às famílias, com comércio diversificado e especializado, que se devidamente adaptado pode contribuir para recriar um novo espaço de urbanidade.
A ideia de recriar uma política de urbanismo comercial, irá exigir uma mudança de mentalidade e de actuação dos comerciantes da Cidade, bem como dos novos operadores. Temos que viabilizar um comércio moderno e de qualidade, capaz de satisfazer as necessidades dos residentes e de atrair novos consumidores.
Numa perspectiva de confluência de interesses as entidades Publico / Privadas (Câmara Municipal e Associação Comercial e Industrial) apostaram na criação da figura do "Gestor de Centro Urbano", que terá a responsabilidade de gerir sectores de Cidade nos aspectos ligados ao estado e finalidade do edificado, à limpeza e à segurança, à organização do tecido económico e à mobilidade, à dinamização de eventos e até à rede social. No fundo uma figura que harmonizando conceitos, procurará ser o elo de ligação das entidades impulsionadoras deste novo projecto de cidade.
O projecto Gestor Centro Urbano já está em curso. Está amadurecendo e, dentro dos diversos condicionalismos, está a tentar ganhar alguma notoriedade. Existe vontade política dos promotores no sentido de apoiar esta figura, sendo que os benefícios para o comércio tradicional não tardarão aparecer.
O Centro Comercial a Céu Aberto (CCA) é um projecto inovador, já utilizado noutros países e tem por finalidade o aproveitamento dos estabelecimentos comerciais e suas áreas envolventes em zonas de recreio e de comércio, em tudo semelhantes aos centros comerciais já existentes. A Cidade já tem estacionamento, transporte à porta, serviços, faltando somente identificar esta zona como um verdadeiro Centro Comercial.
Este projecto fará com que quando entrarmos em Vila Nova Famalicão, percebamos que estamos num conjunto de estabelecimentos que fazem um todo. Porque estão organizados e, que para além de venderem, prestam outros serviços, sendo com isso possível e mais fácil fidelizar os clientes.
 
 
Com estas sinergias reunidas, o cliente percebe que está a comprar numa comunidade organizada e, portanto, sente-se bem.
Temos consciência que é particularmente difícil explicar aos pequenos comerciantes que esta iniciativa inovadora já experimentada com sucesso em França e Espanha irá trazer mais valias para o negócio. São frequentes as queixas dos pequenos comerciantes, face às grandes superfícies comerciais, que relegam para segundo plano o chamado Comércio Tradicional. Contudo e não sendo totalmente radical vou dizendo que não podemos estar eternamente a culpabilizar estas situações pelos nossos fracassos. Temos que aprender com estes desafios e emergir para situações mais favoráveis, aprendendo com essas mesmas organizações que hoje criticamos. Hoje consome-se muito mais do que se consumia há 30 anos. Uma grande superfície é um pólo de desenvolvimento, quer queiramos, quer não. Quando dizemos que queremos que fechem às 19h00, se calhar somos nós que estamos errados. Nós é que temos se calhar de fechar às 21h00. E o conceito de Centro Comercial a Céu Aberto passa logo pelos horários, que conjugadas indiscutivelmente com outras medidas permitirão "puxar" mais consumidores para as ruas da Cidade. O movimento nas ruas é sinónimo de procura e, logo.... de negócio.
Vale a pena a aposta. Os dados estão lançados, os benefícios serão de todos...

O Gestor do Centro Urbano de Vila Nova de Famalicão
Jorge Pinto
 
 
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