Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.vilanovadefamalicao.org Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad <![CDATA[Novo PDM vai para discussão pública]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_novo_pdm_vai_para_discussao_publica </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=91729&h=71233" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A Câmara Municipal vai aprovar nesta quinta-feira, em reunião do executivo municipal, a abertura do período de discussão pública da revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) que aponta a estratégia de desenvolvimento territorial para o concelho para os próximos 10 anos. A reunião inicia pelas 10h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. A proposta prevê que o período de discussão pública deve ser anunciado com a antecedência mínima de 5 dias e deve durar 30 dias úteis, a contar da data de publicação em Diário da República.

“Sustentabilidade, competitividade e atratividade” são de acordo com o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, as palavras-chave deste plano que “define as opções de ocupação do solo, respeitando em primeiro lugar os recursos existentes e criando depois condições para o desenvolvimento sustentável e competitivo do concelho”.

Destaque, por isso, para o aumento significativo da área reservada aos espaços verdes que passará para 4385,90 ha e para a delimitação da zona urbana. “Queremos evitar a excessiva expansão da zona urbana, delimitando-a e protegendo as zonas rurais”, refere Paulo Cunha.

Numa outra perspetiva, o plano está orientado de uma forma positiva e numa visão de futuro para opções que permitam o desenvolvimento económico do concelho e a criação de emprego. Exemplo disso mesmo é o aumento de 1,9 por cento da área reservada para Espaço Industrial, que corresponde agora a 370, 70 ha, ou ainda o ordenamento e expansão dos espaços de atividades económicas. É ainda visível uma preocupação com a inventariação do património classificado ou em vias de classificação.

A principal preocupação do PDM é, de acordo, com Paulo Cunha, “os famalicenses, o seu bem-estar e a sua qualidade de vida. Este plano é feito para eles", acrescentou. “Reduzir assimetrias, olhar para o concelho como um todo”, são outros dos objetivos nos quais assenta o novo PDM.

Refira-se que a revisão do PDM agora finalizada representa o culminar de um longo processo de elaboração, participação e concertação iniciado em 2000.
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<![CDATA[Paulo Cunha elogia modelo educacional seguido pelo Centro Social e Cultural de Riba de Ave]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_paulo_cunha_elogia_modelo_educacional_seguido_pelo_centro_social_e_cultural_de_riba_de_ave </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=91738&h=2df21" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O convívio saudável inter-geracional entre seniores e crianças, assim como a aposta num modelo educacional que envolve toda a comunidade local, são fatores que distinguem o Centro Social e Cultural de Riba de Ave e fazem dele uma referência nos serviços prestados às famílias. O trabalho desenvolvido pela instituição foi destacado pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, que participou nesta terça-feira, na cerimónia de abertura das comemorações do seu 20.º aniversário. O autarca salientou o percurso desta instituição famalicense que “cresceu de uma forma sólida, com respostas adequadas à realidade e que soube sempre adaptar-se”.

Para Paulo Cunha uma das mais-valias do Centro Social de Riba de Ave é o modelo educacional seguido que envolve as famílias, mas também a sociedade e as instituições da vila, como escolas, biblioteca, corporação de bombeiros, banda filarmónica, hospital, entre outras.

“É preciso envolver todos, mas principalmente as famílias que são ferramentas muito úteis para que esta comunidade educadora se comece a formar. Queremos que a resposta educativa não fique balizada aos muros desta instituição, nem ao tempo letivo que aqui é prestado. Nós queremos que esta dimensão se exporte para além dos muros, se estenda até ao tempo em que a criança está em casa”, apontando como exemplo desta dimensão educativa, que coloca as famílias no centro do processo, o trabalho desenvolvido pelo Centro Social e Cultural de Riba d’ Ave.

Nas várias respostas sociais que esta instituição presta à comunidade (Creche, Jardim de Infância, Centro de Atividades de Tempos Livres, Centro de Dia e Apoio Domiciliário), o edil famalicense realçou ainda a dimensão intergeracional da instituição, estabelecendo uma relação estreita e sadia entre os mais novos e os seniores. “Queremos que esta dimensão educativa vá além do tempo clássico da aprendizagem, e que ao longo de toda a vida, incluindo aqui claramente os seniores, o processo educativo esteja aqui bem presente.”

Por sua vez, o presidente da direção do Centro Social e Cultural de Riba d’ Ave, Fernando Ferreira aproveitou a oportunidade para fazer um balanço dos 20 anos de vida da instituição, salientando que hoje em dia “é uma referência nos serviços que presta às famílias, servindo cerca de 300 utentes”. O responsável salientou ainda o importante papel que é desempenhado pelos parceiros da instituição, nomeadamente pela Câmara Municipal.

Na cerimónia comemorativa dos 20 anos, foi ainda apresentado o programa intitulado “20 anos... 20 eventos”, com atividades para as famílias, dirigidas aos pais, com iniciativas para bebés, crianças e os mais idosos. As atividades estendem-se à animação socioeducativa, conferências e colóquios, comemoração do Dia Mundial do Teatro, caminhada das Famílias, Feira do Livro, Hora do Conto em Família, etc.
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<![CDATA[Portugal na I Guerra Mundial em debate no Museu Bernardino Machado]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_portugal_na_i_guerra_mundial_em_debate_no_museu_bernardino_machado </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=91722&h=fa4d1" width="303px" height="202px" border="0"/></p> A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através do Museu Bernardino Machado, vai promover ao longo de 2015 um novo ciclo de conferências dedicado ao tema “Portugal na I Guerra Mundial”. Depois das celebrações do centenário da I Grande Guerra, que decorreram em 2014, Famalicão levanta agora o véu sobre os factos e os momentos que marcaram esta página da nossa história.

São oito conferências divididas ao longo do ano e dirigidas por especialistas nacionais no tema. A primeira acontece já a 27 de fevereiro sob o tema “As causas, efeitos e controvérsias da participação de Portugal na I Grande Guerra”, o convidado é o coronel Aniceto Afonso. Segue-se a 20 de março, “A União Sagrada e a I Guerra Mundial”, com o investigador Luís Farinha. A 17 de abril, o tema é “O papel de Brito Camacho e dos unionistas perante a Guerra” com a convidada Fernanda Rollo, segue-se a 8 de maio, o conferencista Armando Malheiro com “Sidónio, o Sidonismo e a I Guerra Mundial”. A 26 de junho, o coronel Luís Alves de Fraga debate “Martírio e glória do Corpo Expedicionário Português (1914-1918) ” e a 18 de setembro a oradora Joana Pereira com o tema “O Operariado perante a 1.ª Guerra Mundial”. A 16 de Outubro debate-se “A Imprensa Médica e a 1.ª Guerra Mundial” com Maria de Fátima Nunes e por fim a 11 de dezembro Augusto Monteiro debate “A Guerra e a Literatura Infantil”.

Refira-se que a I Guerra Mundial começou a 28 de julho de 1914 e durou até 11 de novembro de 1918, envolvendo as grandes potências de todo o mundo, que se organizaram em duas alianças opostas: os aliados e os Impérios Centrais. Portugal participou neste primeiro conflito mundial ao lado dos Aliados.
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<![CDATA[Wim Mertens marca mês de fevereiro na Casa das Artes]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_wim_mertens_marca_mes_de_fevereiro_na_casa_das_artes </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=91694&h=3895f" width="273px" height="202px" border="0"/></p> Como não há duas sem três, o mês fevereiro marca o regresso de Wim Mertens à Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, para aquela que será a terceira atuação do conceituado músico belga por terras famalicenses. E porque fevereiro é também o mês dos Oscars, destaque ainda para a habitual programação do Cineclube de Joane, com várias sessões agendadas para o pequeno e grande auditório da Casa das Artes.

Na música, o grande destaque vai então para a atuação de Wim Mertens no dia 28 de fevereiro, sábado. Dono de uma voz inconfundível, o músico e compositor sobe ao palco do grande auditório acompanhado ao clarinete e saxofone pelo também belga Dirk Descheemaeker, para além, claro, do seu inseparável companheiro de palco, o piano. Os bilhetes para o concerto estão à venda por 15 euros, reduzindo para metade para os portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.

Fevereiro é também o mês do regresso aos palcos dos famalicenses Gnomon. A banda de Joane prepara-se para apresentar na Casa das Artes o seu mais recente trabalho, “O Homem que Voava Baixinho”, num concerto agendado para o dia 13 de fevereiro, no grande auditório.

No teatro, destaque para a peça “Longe do Corpo”, em cena nos dias 5, 6 e 7 de fevereiro. Uma história intensa e provocadora sobre a transexualidade, numa coprodução da Casa das Artes de Famalicão, do Teatro Municipal Constantino Nery, do Ballet Teatro, do Teatro Municipal Joaquim Benite e do Ballet Teatro Contemporâneo do Porto.

No dia 21, a Companhia de Dança Contemporânea de Évora apresenta no grande auditório o espetáculo “Eros e Psiquê”. Uma história de paixão e de entrega, em que os bailarinos, através da sua interpretação, tornam o sonho da lenda dos deuses gregos Eros e Psiquê numa realidade mitológica, numa realidade contemporânea.

A exposição do premiado fotógrafo famalicense Daniel Rodrigues, intitulada “Awá Guajá – A lutar pelas origens”, continua patente no Foyer da Casa das Artes até ao final deste mês. Destaque ainda para um tributo a Fernando Pessoa, “Quando vier a Primavera”, no dia 27 de fevereiro. Um espetáculo que mistura a música com a poesia, com a declamação e dramatização de poemas.

Por fim, o cinema. Neste mês são cinco os filmes exibidos: “Cavalo Dinheiro” (2014) do realizador português Pedro Costa, no dia 5; “Só os amantes sobrevivem” (2013) de Jim Jarmusch, no dia 12; “Tentação” (1958) de Anthony Mann, no dia 18 de fevereiro; “20 000 Dias na Terra” (2014) de Iain Forsyth e Jane Pollard, no dia 19, e, por último, “Mónica e o Desejo” (1953) de Ingmar Bergman, no dia 26.

Recorde-se que para os portadores do Cartão Quadrilátero Cultural o preço dos espetáculos na Casa das Artes reduz para metade. Mais informações no site oficial da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.
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<![CDATA[Scoop leva Famalicão ao Super Bowl 2016]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_scoop_leva_famalicao_ao_super_bowl_2016 </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=91708&h=80fa2" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O evento desportivo de maior audiência nos Estados Unidos da América vai ter a assinatura de Vila Nova de Famalicão. A Scoop foi escolhida para confecionar uma linha de vestuário comemorativa da 50ª edição do Super Bowl, um grande acontecimento desportivo a nível mundial, que decorrerá em fevereiro de 2016.

Esta empresa têxtil famalicense especializada na confeção de vestuário técnico para a prática de desportos de inverno já recebeu os primeiros desenhos de uma encomenda de cerca de 30 mil peças para o merchandising desta competição que decide o campeão da temporada em futebol americano, televisionada para todo o mundo e vista por milhões de pessoas.

Entre blusões, corta-ventos e camisolas de rede típicas do futebol americano, a Scoop já trabalha para aquele que define como o seu maior projeto deste ano. “O Super Bowl é não só um cartão-de-visita muito importante para a nossa empresa, com grande retorno financeiro, mas também um sinal claro da alta qualidade dos nossos produtos”, afirmou Mafalda Pinto, diretora geral da Scoop, durante a visita que o presidente da Câmara Municipal de Famalicão efetuou à empresa nesta segunda-feira, 26 de janeiro,  no âmbito do roteiro Famalicão Made IN.

Com recurso a processos produtivos inovadores, a Scoop destaca-se por apostar na diferenciação e na qualidade para corresponder às exigências dos seus clientes que representam marcas de referência mundial. Os principais mercados são a Holanda, Inglaterra, França, Estados Unidos e Espanha, mas contam-se ainda países da Ásia e América do Sul.

Com um volume de faturação que ultrapassou os 7 milhões de euros em 2014, a Scoop vende para o exterior 100% do que produz, mas, com apenas duas linhas de produção, subcontrata 70% da produção. O aumento da produção interna é assim um dos principais desígnios que a empresa pretende concretizar no curto prazo. “Tudo para reduzirmos os custos com a subcontratação e controlarmos o processo produtivo”, explicou aquela responsável, acrescentando que esta estratégia vai proporcionar a criação de 15 novos postos de trabalho.

Paulo Cunha referiu-se à Scoop como um “exemplo notável de empreendedorismo” cuja busca pela inovação e diferenciação tem sido determinante para criar projetos com valor acrescentado. “A qualidade é uma questão central no processo produtivo da Scoop. A escolha para participar no Super Bowl é a melhor forma de atestar a excelência do seu trabalho”, argumentou.

Desportos de inverno e não só

Constituída em 2001, em Vila do Conde, a Scoop veio para Famalicão, mais concretamente para a freguesia de Cavalões, em 2006, e conta com 65 colaboradores.

O ski é o core business desta empresa que se especializou também em áreas como o running, fitness, skiwear e underwear. Entretanto, para “combater os efeitos da sazonalidade deste têxtil técnico”, declarou Mafalda Pinto, agarrou novas áreas de negócio, criando vestuário especializado também para bombeiros e forças de segurança.

Neste momento, a Scoop produz vestuário técnico para equipar esquiadores de Courchevel, montanhistas no Evereste, snowboarders na Argentina, jogadores de basket do Bronx, caçadores nas coutadas das famílias reais inglesas, cavaleiros nas pistas de cavalos em França, bombeiros de Barcelona e equipas de emergência médica em Madrid.

A produção de capas para os cocheiros da Rainha de Holanda e de um casaco com leds para as equipas de salvamento de altas montanhas, para além de um casaco com airbag incorporado para a equitação e de um blazer com proteção cervical para equitação e ski, são alguns dos trabalhos em curso.

A Scoop orgulha-se ainda de ser “uma das poucas empresas têxteis do país, senão mesmo a única”, sublinhou Mafalda Pinto, com certificação pela norma internacional SA 8000 – Responsabilidade Social.
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<![CDATA[Famalicão atrai novo investimento empresarial ]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_famalicao_atrai_novo_investimento_empresarial </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=91606&h=bd97d" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Num sinal da atratividade do território, Vila Nova de Famalicão vai ganhar mais um investimento empresarial. A Pafil, empresa vocacionada para a conceção e o fabrico de vestuário com recurso a tecnologia de ponta, vai transferir, no âmbito da atividade industrial que desenvolve há vários anos no concelho de Barcelos, as suas instalações para a freguesia do Louro.

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão já deu luz verde à construção da nova unidade de fabricação de têxteis técnicos da Pafil, declarando o investimento de interesse municipal. Para o efeito, aprovou a conversão do uso do solo. Com uma área de cerca de 21 mil metros quadrados, o terreno está localizado na Rua Comendador Costa e Sá.

Reconhecida como uma das únicas indústrias em Portugal a operar no seu nicho de mercado, a Pafil, acredita o edil famalicense, Paulo Cunha, “será uma mais-valia para a promoção de Vila Nova de Famalicão como um concelho com empresas de referência nacional e internacional”.

Com relevância social e económica para o concelho, este novo investimento empresarial, cujo processo foi acompanhado de perto pelo Famalicão Made IN, pretende colmatar a atual situação de rutura das instalações da Pafil, resultado do aumento da capacidade produtiva, permitindo à empresa continuar a crescer de forma sustentada.

Em 2014 a Pafil registou um incremento de 47% face a 2013, tendo obtido um volume de faturação de 1,250 ME. Num curto ou médio prazo prevê duplicar o número de colaboradores, que atualmente se situa em 64.

A Pafil é uma empresa marcadamente exportadora (vende ao exterior cerca de 80% do que produz) e introduziu no processo de fabrico algumas das tecnologias mais avançadas como a conceção de costuras vulcanizadas e a utilização de tecnologia ultrassónica para a união dos tecidos.

A aposta nos têxteis técnicos, a par da introdução de tecnologia de ponta nos processos produtivos, levou a Pafil a criar um departamento dedicado à investigação e ao desenvolvimento.
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<![CDATA[Tecnologia made in Famalicão que permite provar roupa sem a vestir “conquista” galegos]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_tecnologia_made_in_famalicao_que_permite_provar_roupa_sem_a_vestir_conquista_galegos </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=91576&h=c0482" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Famalicão, Braga, 21 jan (Lusa) - A “loja do futuro” criada por um centro tecnológico de Vila Nova de Famalicão, onde é possível, nomeadamente, experimentar roupa sem ter de a vestir, conquistou hoje empresários têxteis da Galiza, que já admitem importar aquela tecnologia.

“É uma tecnologia do mais avançado que há, que torna os pontos de venda mais atrativos e que possibilita aos empresários uma melhor gestão dos produtos”, disse o secretário-geral da Confederação das Indústrias Têxteis da Galiza. Segundo Alberto Rocha Guisande, “parece inevitável” que aquela “loja do futuro” comece a ser instalada na Galiza a curto prazo, “face a todas as suas potencialidades”.

Concebida pelo Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), em parceria com mais cinco entidades, a “loja virtual” ficou concluída em dezembro e apresenta uma série de funcionalidades, entre as quais uma cabine de prova inteligente, com um “espelho mágico” que permite experimentar a roupa sem ter a vestir.

Esta cabina de prova permite ao cliente ver-se ao espelho com várias peças de roupa, mas sem ter de as vestir.

Inteligente é também a montra, que reconhece imediatamente o sexo e a faixa etária da pessoa que se colocar perto dela e que exibe o catálogo dos produtos existentes na loja para aquele potencial cliente. As prateleiras primam igualmente pela inteligência, já que quando alguém pega num artigo lá exposto elas fornecem imediatamente uma série de informações sobre a peça.

No fundo, como explicou fonte do CITEVE, todas as funcionalidades da loja permitem potenciar a gestão, fornecendo toda uma série de indicadores, como, por exemplo, o número de clientes que experimentaram determinada peça e acabaram por não a comprar.

No total, a “loja do futuro” tem cinco módulos, que podem ser adquiridos em pacote ou de forma individualizada, consoante as necessidades e as especificidades de cada posto de venda.

Segundo a fonte do CITEVE, a tecnologia “já suscitou a curiosidade” de vários empresários, mas ainda não foi comercializada.

O CITEVE foi hoje visitado por um grupo de empresários e agentes têxteis da Galiza, numa iniciativa do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Galiza-Norte de Portugal.

O objetivo é fortalecer o cluster têxtil-moda transfronteiriço”, através de um melhor conhecimento mútuo das entidades públicas, das empresas de ambas as regiões e dos centros de competências de apoio ao setor.

Têxtil exportou 4,6 mil ME em 2014, Galiza foi um dos principais clientes

O valor das exportações portuguesas no setor têxtil e do vestuário ascendeu, em 2014, a 4,6 mil milhões de euros, tendo a Galiza sido um dos principais clientes, com compras avaliadas em mais de mil milhões de euros, foi hoje divulgado.

Segundo o presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), João Costa, Espanha foi, em 2014, o destino de mais de 30 por cento das exportações portuguesas do setor, num valor de 1,5 mil milhões de euros.

“Deste valor, mil milhões de euros referem-se a exportações para a Galiza”, referiu, destacando entre os clientes a Inditex, um grupo com sede em Arteixo, na Corunha, composto por centenas de empresas da área do design, fabrico e distribuição de produtos têxteis.

João Costa falava durante uma visita de empresários têxteis da Galiza ao Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), em Vila Nova de Famalicão.

Organizada pelo Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Galiza-Norte de Portugal, a jornada incluiu ainda visitas a duas empresas têxteis do Minho.

“O objetivo é fortalecer o ‘cluster’ têxtil-moda transfronteiriço”, explicou o secretário-geral da Confederação das Indústrias Têxteis da Galiza, Alberto Rocha Guisande, sublinhando que esta é uma parceria que “já vem de há muitos anos”.

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Emídio Gomes, referiu que o têxtil “é um setor prioritário” nas relações económicas com a Galiza. “O que nos motiva é ajudar a economia”, afirmou.

Posição partilhada pelo presidente do Instituto Galego de Promoção Económica, Abel Veiga, que apontou Portugal como “o sócio prioritário” daquela região autónoma de Espanha.

Ainda no decorrer do primeiro trimestre deste ano, empresários portugueses do têxtil e vestuário retribuirão esta visita dos galegos.


VCP // MSP
Lusa/fim]]>
<![CDATA[Município lança plano de ação para a eficiência energética]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_municipio_lanca_plano_de_acao_para_a_eficiencia_energetica </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=91589&h=f459b" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O município de Vila Nova de Famalicão quer até 2020 reduzir o consumo de energia em 22 por cento, reduzir as emissões de CO2 em 20 por cento e alcançar uma redução da fatura energética de 23 por cento, promovendo o aumento da eficiência energética e a utilização de fontes de energia renováveis. São estes os principais objetivos do Plano de Ação para a Energia Sustentável de Vila Nova de Famalicão (PAES) que foi aprovado na última reunião do executivo municipal. Com a concretização deste plano o município supera os objetivos definidos pela UE para 2020.

Depois da adesão ao Pacto Europeu de Autarcas que aconteceu em maio do ano passado, o município famalicense avança agora com a implementação deste plano de ação, apresentando um conjunto de medidas para o concelho, direcionadas especialmente para o meio urbano, transportes e logística.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, trata-se de “um plano de ação bastante ambicioso que será sustentado em tomadas de decisão importantes tendo como fim um aumento significativo da sustentabilidade e da melhoria da qualidade de vida das populações”.

Por outro lado, o PAES representa já uma das primeiras ações do Plano Estratégico de Vila Nova de Famalicão, que foi recentemente apresentado na Casa das Artes. “Trata-se de um projeto estruturante do Plano Estratégico na área da ambiente e do crescimento sustentável a concretizar até 2020”, acrescenta Paulo Cunha.

Das várias medidas de sustentabilidade energética descritas no plano destaque para o aumento da pedonalidade e do uso da bicicleta, ação que já está a ser implementada através da criação de vias cicláveis. Outras medidas em fase de concretização são, por exemplo, a gestão otimizada da iluminação pública ou ainda a colocação de ld’s e luminárias eficientes. Mas há muito mais como a aposta na iluminação eficiente em edifícios e na mobilidade elétrica; a otimização da rede de transportes públicos; a reabilitação urbana e otimização da vertente energética e climática do planeamento urbano ou ainda a gestão sustentável da água e a aposta em compras públicas ecológicas.
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<![CDATA[Loja Interativa de Turismo está em construção]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_loja_interativa_de_turismo_esta_em_construcao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=91569&h=c1d73" width="312px" height="176px" border="0"/></p> Já arrancaram as obras de construção da Loja Interativa de Turismo de Famalicão. A estrutura, implementada pelo Município em parceria com o Turismo do Porto e Norte de Portugal, ficará situada no topo noroeste da Praça D. Maria II e deverá ficar concluída no final de abril.

Esta estrutura tecnológica, que ajudará os turistas a conhecer todas as potencialidades turísticas do concelho, integra uma rede regional de lojas interativas que pretende impulsionar o turismo em toda a região Norte.

O espaço irá dispor de um conjunto de ferramentas tecnológicas de teor interativo inovador, permitindo assim uma maior e melhor interação entre o município e os seus visitantes. Consultar e interagir com vídeos de promoção de um local ou produto do município, aceder a mapas interativos, com pontos de interesse da cidade e da região, animação 3D, roteiros interativos temáticos, aplicações para smartphones ou visitas virtuais, são algumas das funcionalidades da nova Loja Interativa de Turismo de Famalicão, que incluirá ainda uma bolsa de oferta de emprego dedicada ao setor do Turismo.

Para o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, a Loja Interativa de Turismo de Famalicão, pelas suas potencialidades, promete constituir-se como um importante veículo para alavancar o turismo no concelho. “Trata-se de uma nova forma de conceber o relacionamento com o turista a quem será apresentada uma nova forma de viver e sentir Vila Nova de Famalicão”, aponta. 

Recorde-se que a Loja Interativa de Turismo de Famalicão é um projeto aprovado ao abrigo do Aviso “Programa de Promoção da Marca Porto e Norte de Portugal” do ON.2 – O Novo Norte, do Programa Operacional Regional do Norte, QREN. A candidatura obteve um financiamento do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional no valor de 160 mil euros, representando 72% de co-financiamento do montante total de investimento de 235 mil euros.  

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<![CDATA[Famalicão é “parceiro estratégico” do governo na qualificação e no combate ao desemprego]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_famalicao_e_parceiro_estrategico_do_governo_na_qualificacao_e_no_combate_ao_desemprego </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=91556&h=54e95" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O presidente da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP), Gonçalo Xufre, considerou, nesta segunda-feira, o município de Vila Nova de Famalicão um “parceiro estratégico” na implantação de uma rede de oferta de formação e qualificação profissional à escala nacional, afirmando que a autarquia “é um exemplo de boas práticas” nesta área. Gonçalo Xufre falava durante a cerimónia de assinatura de protocolos de cooperação que decorreu na Escola Secundária D. Sancho I, em Vila Nova de Famalicão, e que juntou as entidades formadoras do concelho, cerca de duas dezenas de empresas, a Comunidade Intermunicipal do Ave, o Centro Para a Qualificação e o Ensino Profissional de Famalicão (CQEP) – que é promovido pelo município de Famalicão – e a ANQEP.

“Estes protocolos representam muito mais do que aquilo que à primeira vista pode parecer”, salientou o presidente da ANQEP explicando o desígnio nacional de concertar toda a formação e qualificação profissional em rede, conjugando-a depois com as necessidades do mercado de trabalho. Isso mesmo ficou estabelecido no protocolo celebrado entre a ANQEP e a CIM do Ave onde entre outros pontos será elaborado um diagnóstico das necessidades das empresas locais em termos de mão-de-obra, para adequar a oferta de formação e qualificação e assim garantir a empregabilidade de jovens e adultos. O trabalho será coordenado pelo CQEP de Famalicão e deverá ficar concluído até final do mês de março.

Para além deste protocolo, foram ainda celebrados mais dois entre o CQEP e as entidades formadoras e entre o CQEP e diversas empresas do concelho. Os objetivos são, mais uma vez, planear, gerir e conciliar a formação de jovens e adultos do concelho, promovendo a sua empregabilidade.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “a aposta na qualificação dos recursos humanos é o melhor investimento que podemos fazer para combater o desemprego”. “Hoje formalizámos uma nova área de ação do município e é com muito agrado que vemos o facto de termos merecido a confiança do governo, mas também dos estabelecimentos concelhios para que fosse o município a ter este papel de relevo com o CQEP de Famalicão”, sublinhou Paulo Cunha, apontando que é o município que assume esta tarefa precisamente porque tem já um histórico com os seus parceiros, nomeadamente os estabelecimentos de ensino onde têm trabalhado em conjunto para que no território os problemas se resolvam.

“O centro da nossa ação é sempre o concelho, são sempre as suas necessidades, os interesses dos nossos concidadãos, a nossa afirmação no contexto regional e nacional e, acima de tudo, para darmos um contributo decisivo para que possamos ter um futuro melhor”, sublinhou.

Paulo Cunha afirmou ainda que ao “trazer para este processo entidades formadoras e empresas significa alargar a rede e apertar a malha, primeiro porque são cada vez mais agentes que são parceiros deste projeto, e segundo porque através desta solução seremos mais eficazes e conseguiremos resolver mais situações, percebendo melhor as reais necessidades do concelho”.

A cerimónia contou ainda com as presenças do presidente da CIM do Ave, Manuel Baptista, do diretor dos Estabelecimentos Escolares, José Alberto Duarte e do delegado regional do Norte do IEFP, César Ferreira, que salientaram a importância dos protocolos celebrados realçando o trabalho em rede e a cooperação entre instituições para a qualificação profissional dos jovens e adultos.

Refira-se que o CQEP de Famalicão promovido pelo município engloba ainda o Instituto de Emprego e Formação Profissional, sete agrupamentos de escolas, cinco cooperativas de ensino, quatro escolas profissionais, oito gabinetes de inserção profissional e entidades formadoras sem fins lucrativos. O CQEP VNF iniciou a sua atividade a 21 de maio de 2014. Desde então já prestou serviços de informação, orientação e encaminhamento a 603 adultos. Promoveu ações de orientação vocacional a mais de dois mil jovens que frequentam o 9.º ano de escolaridade e a cerca de mil do 12.º ano e desenvolveu processos de reconhecimento de competências escolares, validação de competências a 76 adultos, entre muitas outras ações e atividades.
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