Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.vilanovadefamalicao.org Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad <![CDATA[Secretário de Estado elogia descida do desemprego em Famalicão]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_secretario_de_estado_elogia_descida_do_desemprego_em_famalicao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=94605&h=70856" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O Secretário de Estado do Emprego apontou hoje o Município de Vila Nova de Famalicão como “um bom exemplo na capacidade de resistência e resposta às dificuldades”, aludindo à descida acentuada da taxa de desemprego que o concelho verificou em abril de 2015.

Recorde-se que ontem foi tornado público que dos mais de 11 mil desempregados registados em janeiro de 2013, subsistem atualmente pouco mais de sete mil, o que representa, em termos percentuais, uma descida de 16 para 10 por cento. Para Octávio Oliveira estes resultados devem-se “ao mérito das empresas, dos empresários e das instituições da economia social”, mas também à “importância reconhecida que Câmara Municipal de Famalicão concede à empregabilidade através da formação e qualificação de recursos humanos”.

O governante falava na cerimónia de assinatura do protocolo de cooperação que a Associação Comercial e Industrial de Famalicão (ACIF) assinou nesta terça-feira, 26 de maio, com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) no âmbito da Medida Vida Ativa. A iniciativa representa o acesso de uma centena de desempregados famalicenses a ações de formação profissional que lhes permitirá regressar ao mercado de trabalho num curto espaço de tempo.

Com a duração de 200 horas, mais três meses de formação em contexto de trabalho, a Medida Vida Ativa abrange quatro ações de formação, cada uma com 25 formandos, nas seguintes áreas: Manicura-Pedicura, Comércio, Hotelaria e Restauração. Destina-se a desempregados jovens e adultos inscritos no IEFP e com o 9º ano de escolaridade.

O Secretário de Estado do Emprego lembrou a importância da Medida Vida Ativa para ajudar os desempregados a regressarem ao mercado de trabalho e destacou que os recursos financeiros a ela associados “não são do IEFP, mas sim da economia e, logo, da comunidade”. “A melhor utilização que se pode dar a estes recursos financeiros é contribuir para o emprego de quem está desempregado”, disse.

A assinatura do protocolo decorreu nas instalações da ACIF, entidade responsável por toda a componente formativa, e contou ainda com as presenças do presidente do IEFP, Jorge Gaspar, do presidente da ACIF, Fernando Xavier Pereira, da Secretária Geral da CCP, Ana Vieira, bem como do presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

Jorge Gaspar destacou o “contributo decisivo” para a redução do desemprego das parcerias de base local que o IEFP procura estabelecer com entidades como a ACIF. “É fundamental que o serviço público de emprego trabalhe em parceria com empresas e associações porque conhecem a realidade económica, social e empresarial de cada concelho”, justificou.

Por seu lado, Paulo Cunha realçou a importância deste protocolo, desde logo, porque contribui para a “capacitação do território” e para devolver os desempregados ao mercado de trabalho. “A questão da empregabilidade é decisiva para o crescimento inclusivo e a formação profissional é um desígnio que deve merecer a atenção de todos”, afirmou, sublinhando que “esta formação direcionada vai formar pessoas para um mercado que existe”.

Numa abordagem à acentuada descida do desemprego no concelho, que se encontra já numa “condição estrutural e menos conjuntural”, o autarca reiterou que tal se deve ao “forte contributo de muitos atores e agentes” que tiveram a “a capacidade de arriscar e o interesse em ajudar a construir um futuro melhor”.
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<![CDATA[Desemprego em Famalicão desce mais do que no país]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_desemprego_em_famalicao_desce_mais_do_que_no_pais </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=94580&h=69b7f" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O concelho de Vila Nova de Famalicão está com uma trajetória acentuada de descida da taxa de desemprego. Dos mais de 11 mil desempregados registados há 28 meses, em Janeiro de 2013, subsistem poucos mais de 7 mil desempregados. Esta redução de cerca de 4 mil desempregados em Famalicão permitiu passar em termos percentuais nos últimos dois anos de uma taxa de 16% para uma taxa na ordem dos 10%.

Os números foram hoje conhecidos na sequência de uma reunião de trabalho do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, com os responsáveis pelo Centro de Emprego do Baixo Ave – Serviço de Emprego de Vila Nova de Famalicão, onde foi tornada pública a caracterização da evolução do desemprego registado no município.

Significa isto que o concelho famalicense aproxima-se a passos largos do chamado desemprego estrutural, isto é, da taxa de desemprego que não está diretamente associada ao contexto de crise económica que o país atravessa desde 2008.

“São muito boas notícias para Famalicão” disse Paulo Cunha, sinalizando “o trabalho concertado entre o Centro de Emprego, autarquia, empresários e agentes formadores do município” como a justificação para o facto de Famalicão registar um desemprego substancialmente abaixo da média nacional. No final de abril a taxa de desemprego em Famalicão era de 10,3%, enquanto que na região Norte era de 13,6% e em Portugal se fixou nos 13,7%.

“Para além da dinâmica positiva do tecido empresarial do concelho e de todo ambiente favorável criado à volta da instalação e ampliação de projetos industriais, acreditamos que isto é também o resultado de um processo interinstitucional que aproximou as empresas das escolas e que valorizou o ensino profissional nos últimos anos em Famalicão, ao ponto de termos sido dos primeiros municípios do país a ultrapassar a meta dos 50 por centos dos jovens estudantes inseridos no ensino profissional”, salientou o autarca famalicense.

“A descida do número de desempregados em Vila Nova de Famalicão tem-se sentido em termos globais em todos os escalões etários e em todos as habilitações escolares”, pormenorizou o diretor do Centro de Emprego, Domingos Sousa, explicando que esta descida é justificada pelo aumento da empregabilidade no concelho. E acrescentou: “nos últimos dois anos foram registados no centro de emprego mais de 6 mil ofertas de postos de trabalho nas mais variadas áreas profissionais.”.

O mesmo responsável adiantou que o crescimento foi acentuado em vários setores, mas o Têxtil, com 45% das ofertas, destaca-se dos demais, evidenciando-se também por aqui o forte processo de revitalização que o setor está a ter na região. Em 2012 foram 360 as empresas que recorreram ao Centro de Emprego de Famalicão para recrutamento de trabalhadores, número que subiu para 565 em 2013 e para 781 em 2014.

“Os números evidenciam o trabalho de conjunto que tem vindo a ser desenvolvido no concelho e as soluções encontradas pelos diversos agentes têm vindo a ter os seus frutos”, referiu o subdelegado regional do Instituto de Emprego e Formação Profissional, João Sarmento.
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<![CDATA[Dulce Pontes e Anselmo Ralph nas Antoninas]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_dulce_pontes_e_anselmo_ralph_nas_antoninas </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=94564&h=796ec" width="178px" height="202px" border="0"/></p> Dulce Pontes e Anselmo Ralph são cabeças de cartaz das Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão, que decorrem entre 5 e 13 de Junho. Estes dois nomes que dispensam apresentações integram um vasto e diversificado programa que conjuga a devoção a Santo António com os festejos de cariz bem popular e as novidades musicais.

São nove dias intensos, em que a cidade praticamente não dorme, tal é a animação. As Antoninas abrem a época dos Santos Populares com o típico ambiente de romaria, as sardinhas assadas, os arraiais, as marchas e os manjericos.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “as Antoninas, que contam já com mais de 100 anos de existência, são as festas que unem e mobilizam os famalicenses. A tradição, o orgulho e a alegria invadem o espírito de todos e as ruas enchem-se de animação, contagiando as gerações de famalicenses e os largos milhares de forasteiros que visitam a cidade.”

Dulce Pontes é a primeira grande protagonista da festa com um concerto de entrada livre, no Parque da Devesa, no dia 6, pelas 22h00. Anselmo Ralph atua no dia 9, pelas 22h00, no Estádio Municipal num concerto organizado pela Sete Eventos, e com a primeira parte a cargo de Jay V, Hugo Pina, Nelson One, Os Intocáveis, Yudi Dox & Sander Love, Zimous e Diogo Fonseca. Mas os concertos não ficam por aqui, nos dias 7, 8, 10 e 11 há música na praça, com diversos artistas da música popular. No dia 13, destaque para o concerto de encerramento com a prata da casa no Parque da Devesa.

Apesar dos nomes sonantes da música, o ponto alto das festas continua a ser as tradicionais e populares marchas, que saem à rua na noite de 12 de junho, percorrendo o centro da cidade e finalizando no Estádio Municipal com uma grandiosa apresentação. “As Marchas Antoninas são uma marca do nosso concelho. Depois dos vários meses de trabalho, empenho e dedicação dos grupos participantes, o momento das marchas surge de forma espontânea e a interação com o público nas ruas é natural e genuína”, afirma Paulo Cunha, que se confessa um grande admirador deste momento “emblemático, de exaltação, orgulho e paixão de quem é de Famalicão”. E ainda antes dos adultos desfilarem, as ruas pertencem aos mais novos, com as marchas infantis que se apresentam no dia 8, a partir das 14h30, com toda a magia e criatividade das escolas do concelho.

No que diz respeito aos eventos populares, o programa apresenta este ano uma novidade que é o desfile de rua “Toca a Bombar”, com meia dúzia de grupos de bombos e Zés P’reiras a percorrer as ruas na tarde do dia 10 de junho. Destaque ainda para o 35.º Festival de Folclore que anima a tarde do primeiro domingo das festas, dia 7.

O desporto continua a cumprir um importante papel nestas festas, com o já tradicional grande prémio de atletismo Bernardino Machado, o raid todo-o-terreno, o basquetebol, a corrida de galgos, a descida mais louca e a X caminhada camiliana entre Famalicão e S. Miguel de Seide, entre outras.

Mas as Antoninas são principalmente a devoção a Santo António. Neste âmbito destaque a programação do dia 13, com a missa, a distribuição do pão e a procissão em honra do Santo.
“As Antoninas refletem muito do que é ser famalicense, pois a sua realização resulta do esforço, vontade, empenho e criatividade de muitos milhares de pessoas, que estão por trás destas grandiosas festas”, acrescenta ainda o presidente da Câmara Municipal.

Toda a programação aqui
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<![CDATA[Hélia Correia recebe Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, na Fundação José Saramago]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_helia_correia_recebe_premio_de_conto_camilo_castelo_branco_na_fundacao_jose_saramago </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=94547&h=a0803" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A Fundação José Saramago, em Lisboa, é o palco escolhido para a entrega do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco à escritora Hélia Correia. A cerimónia decorre no próximo dia 15 de junho, pelas 18h30, num ambiente de grande simbolismo, tendo em conta que Saramago era um admirador confesso de Camilo. Aliás, quando José Saramago venceu o Prémio Nobel da Literatura, visitou a Casa de São Miguel de Seide, a 28 de fevereiro de 1999, e escreveu no livro de honra da Casa de Camilo o seguinte: “Na casa onde Camilo saiu da vida para entrar na eternidade do génio, venho trazer rosas. Venho também trazer o prémio que me deram, o seu valor simbólico, que Camilo merece, como provavelmente nenhum outro escritor português. Eu, aprendiz, deixo rosas ao mestre.” Será imbuída deste espírito de génios que Hélia Correia será galardoada com o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco 2014 pela sua obra “Vinte Degraus e Outros Contos”, da editora Relógio D'Água.

“Camilo é uma figura tutelar na minha vida. Desde muito cedo que me habituei a vê-lo como um familiar, porque falava-se muito de Camilo lá em casa e ainda antes de conhecer a sua obra já o conhecia. Por isso, representa muito para mim estar associada a Camilo Castelo Branco e receber um prémio com o seu nome”, afirma a escritora.

O prémio promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e pela Associação Portuguesa de Escritores (APE) foi decidido pela unanimidade do júri que integrou nomes como José Ribeiro Ferreira, Clara Rocha e Sara Reis da Silva. A concurso estiveram ao todo 47 obras.

Camilo Castelo Branco é, de resto, um escritor de referência para Hélia Correia. “Camilo não está sentado comigo quando escrevo, no entanto, neste livro de contos decidi dar um final diferente à Mariana do Amor de Perdição, porque achei que ela merecia outra oportunidade, outra vida”, refere a escritora sublinhando que as memórias camilianas fazem parte da sua vida. “Já fiz muitas viagens, mas recordo-me perfeitamente da visita que fiz à Casa de Camilo há já muitos anos, porque foi uma visita marcante. Recordo-me de pormenores como a cadeira esburacada ou a roupa de Ana Plácido, os óculos de Camilo e principalmente da Acácia de Jorge como um ser vivo que permanece e tem tanta tragédia agarrada a ela”.

Para José Manuel Mendes, presidente da APE, Hélia Correia é “uma das mais prestigiadas escritoras portuguesas”. “É uma narradora de exceção, uma personalidade fulgurante que consegue com uma peculiar imaginação e um poder encantatório de construção de histórias, atmosferas e personagens escrever num português perfeito, exímio de grande qualidade, feito de rigor, num trabalho criativo invulgar.”

Também o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, elogia a escritora salientando “a boa e frutuosa relação” que a autarquia mantém com a APE. “No próximo ano completamos 25 anos do Prémio de Conto Camilo Castelo Branco”, adianta o autarca referindo que a longevidade do prémio “é uma prova do seu prestigio, assim como o facto de, todos os anos, existirem tantas as obras de qualidade concorrentes”.

Neste sentido, Paulo Cunha assegura que “esta é uma iniciativa para manter, cumprindo uma etapa importante na valorização do legado e da memória camiliana."

De acordo com a ata do júri “os onze contos centram-se, de modo geral, em figuras femininas, nem sempre ou quase nunca observadas por uma perspetiva positiva, ora instintivas e animalescas ora aleijadas e grotescas. São mulheres sem sonhos sem voos e sem azul, mulheres condenadas ao proveito da vida a arrastar-se na terra. Estes contos apresentam em muitos casos final aberto, deixando que a dúvida ou incerteza se prolongue e que o leitor labore o seu desfecho como se estivesse a meio de um caminho, cujo destino permanece desconhecido. Hélia Correia exibe em 20 degraus e outros contos o perfeito domínio da língua portuguesa, como aliás já nos habituou”.

Hélia Correia estreou-se na poesia com a edição de O Separar das Águas, em 1981, e O Número dos Vivos, em 1982. A Casa Eterna (Prémio Máxima de Literatura, 2000), Lillias Fraser (Prémio de Ficção do Pen Club, 2001, e Prémio D. Dinis, 2002), Bastardia (Prémio Máxima de Literatura, 2006) e Adoecer (Prémio da Fundação Inês de Castro, 2010) são alguns títulos da sua vasta bibliografia.
A escritora é o 23.º nome premiado com este galardão, depois de Pires Cabral, Mário de Carvalho, Maria Isabel Barreno, Luísa Costa Gomes, José Eduardo Agualusa, Afonso Cruz entre muitos outros.
Refira-se que instituído a 1 de junho de 1991, ao abrigo de um protocolo entre a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a Associação Portuguesa de Escritores, o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco destina-se a galardoar, anualmente, uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de um país africano de expressão portuguesa, com um prémio de 7 500 euros.
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<![CDATA[Famalicão lança campanha para recolha de manuais escolares usados]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_famalicao_lanca_campanha_para_recolha_de_manuais_escolares_usados </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=94557&h=e1b98" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai lançar durante as próximas semanas uma nova campanha de recolha de manuais escolares usados aproveitando a oportunidade gerada pelo encerramento do ano letivo. “Com as aulas quase a terminarem, aproxima-se a altura ideal para as famílias reunirem os manuais que já não são necessários e entregá-los no Banco de Livros Escolares de Famalicão”. O apelo parte do presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, que chama a atenção dos famalicenses para a dimensão social do Banco de Livros Escolares.

A cedência dos manuais usados, do 5.º ano ao 12.º ano, deverá ser efetuada até 13 de Julho, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, sedes de Agrupamentos de Escolas e Cooperativas de Ensino do concelho. Enquanto a divulgação da listagem dos livros disponíveis para empréstimo será publicada na página da internet da Biblioteca Municipal em www.bibliotecacamilocastelobranco.org, no dia 24 de Julho.

Refira-se que a doação de manuais ao Banco de Livros Escolares de Vila Nova de Famalicão registou, em 2014, um aumento superior a 60 por cento em relação a 2013, sendo objetivo da autarquia continuar a aumentar a recolha e entrega de manuais. Paulo Cunha fala em “aposta ganha” e explica que “com esta iniciativa temos conseguido apoiar um elevado número de famílias através do empréstimo”. E acrescenta: “Este ano queremos aumentar ainda mais a fasquia, apelando ao espírito solidário dos famalicenses, de forma a conseguirmos dar uma resposta eficaz às necessidades da comunidade escolar”.

Os principais objetivos do Banco de Livros são desenvolver o sentido de partilha e solidariedade social, promover a reutilização dos manuais escolares e o respeito pelo livro, diminuir os custos de aquisição de manuais escolares e promover a educação ambiental, principalmente junto das gerações mais novas.

De acordo com o regulamento da iniciativa, a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco é a entidade responsável pela constituição e gestão do banco de manuais escolares entregues pela população.
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<![CDATA[Câmara cria Plano de Incentivos para regularizar dívidas]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_camara_cria_plano_de_incentivos_para_regularizar_dividas </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=94506&h=53be3" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A Câmara Municipal vai dar uma oportunidade aos famalicenses com dívidas nos serviços de água, saneamento e resíduos sólidos para que regularizem a sua situação financeira com a autarquia, evitando a execução fiscal e os respetivos juros de mora e custas processuais. A proposta que prevê a concretização de um plano excecional de incentivos à regularização das dívidas foi aprovada na última reunião do executivo municipal. “O objetivo é ir de encontro às necessidades das pessoas, procurando em conjunto uma solução que seja sustentável e satisfaça ambas as partes”, afirma a propósito o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

O plano de incentivos tem uma duração de três meses decorrendo até final de agosto e durante este período os devedores deverão dirigir-se ao departamento de ambiente do município de forma a aderir ao pagamento faseado da dívida. Cada caso irá merecer uma análise personalizada da situação social económica de forma a conseguir-se suavizar os encargos financeiros.

“Existem famílias que, fruto de circunstâncias imprevisíveis resultantes do clima social que infelizmente ainda afeta o nosso país, não conseguem honrar os seus compromissos” sublinha o autarca, explicando que a autarquia “poderia simplesmente ignorar estas situações e exigir de forma impiedosa o seu pagamento, no entanto, entendemos ser socialmente sensíveis e calendarizar planos de pagamento para que as pessoas consigam honrar os seus compromissos.” E acrescenta “não podemos ser indiferentes nem insensíveis às dificuldades sociais que afetam muitas pessoas.”

Paulo Cunha realça ainda que com esta iniciativa “queremos dar um sinal à comunidade, que a Câmara Municipal está disponível para criar soluções e ajudar as pessoas a resolverem os seus problemas”.

O autarca coloca ainda especial enfase no facto da adesão a este plano significar logo um perdão de juros de mora (sensivelmente 6 por cento sobre a quantia em dívida) e das custas processuais que, no mínimo, são sempre de 50 euros.

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<![CDATA[“Gamelão” puxa pela veia criativa dos famalicenses]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_gamelao_puxa_pela_veia_criativa_dos_famalicenses </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=94463&h=ecb98" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Imagine uma gamela. Agora várias gamelas suspensas e viradas ao contrário. O que pode parecer um simples estendal de gamelas e onde poucos reconhecerão utilidade, é na verdade um poderoso instrumento musical, detentor de uma sonoridade única.

Trata-se do “Gamelão de Porcelana e Cristal”, uma ideia inspirada no milenar gamelão javanês, criada pela Companhia Musical Teatral com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e que os famalicenses vão ter a oportunidade de conhecer e experimentar até ao dia 31 de maio.

As centenas de peças de porcelana e cristal que dão corpo e som ao “Gamelão” fazem deste peculiar instrumento musical uma verdadeira obra de arte, que depois de ter passado por espaços como os Jardins da Fundação Gulbenkian e o Centro Cultural de Belém, está agora instalado no Parque da Devesa, em Vila Nova de Famalicão.

Aqui não há regras. Há apenas lugar para a experimentação, para a criatividade e espontaneidade. E foi, precisamente, isso que presenciou o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, quando hoje se juntou ao grupo de alunos da Didáxis de Riba de Ave que esta manhã tiveram a oportunidade de conhecer e experimentar o instrumento musical.

Para o autarca famalicense “esta é uma excelente forma de evidenciar o quão proveitosa é a educação para as artes e o quão importantes são estes projetos para que as pessoas possam fruir e aceder à arte”.

E acrescenta: “quando muito se fala em democratizar a cultura, temos aqui um excelente exemplo de uma ferramenta que pretende proporcionar a todos os cidadãos o acesso a patamares culturais”.

A diretora artística do projeto, Helena Rodrigues, realça o conceito de música de comunidade associado ao projeto. “É cada vez mais importante criar formas de juntar as pessoas em torno de algo, de pôr as pessoas a criar, a perseguir um ideal artístico”.

Para além das sessões destinadas à comunidade educativa do concelho, a passagem do Gamelão pelo município famalicense prevê ainda a realização de workshops gratuitos e abertos ao público em geral, nos fins de semana de 23, 24 , 30 e 31 de maio. As inscrições podem ser efetuadas através do email parquedadevesa@vilanovadefamalicao.org, ou através do número 252 374 184.

Refira-se que vão ainda decorrer várias visitas à exposição com o acompanhamento da equipa do Parque da Devesa. De 18 a 22 de maio, as visitas decorrem das 16h00 às 19h00, de 25 a 28, das 10h00 às 12h00 e das 18h00 às 19h00 e nos dias 23, 24 e 30, entre as 15h00 e as 18h00.
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<![CDATA[Arte Contemporânea recebe “Ala da Frente” em Famalicão]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_arte_contemporanea_recebe_ala_da_frente_em_famalicao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=94475&h=77611" width="304px" height="202px" border="0"/></p> São pouco mais de 50m2 para mostrar a partir de Vila Nova de Famalicão o que de mais inovador e de referência se está a desenvolver em Portugal no campo da criação artística. A Galeria Municipal “Ala da Frente” foi hoje apresentada com essa ambição: mostrar mais com menos. A ideia é valorizar a obra de arte enquanto objeto individual e convidar as pessoas a imergirem nos objetos artísticos para os lerem, interpretarem e desfrutarem.

A Galeria Municipal “Ala da Frente”, assim chamada pelo facto da sala de exposição se encontrar na ala da frente do Palacete Barão da Trovisqueira, e por referência à contemporaneidade e vanguardismo associados ao espaço, é um novo e ambicioso projeto cultural do município famalicense que foi apresentado pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e pelo curador do espaço, o artista plástico famalicense António Gonçalves, que assume a direção artística da Fundação Cupertino de Miranda Vila Nova de Famalicão desde 2002.

“A dimensão física do espaço constitui por si só um desafio para quem programa, mas igualmente para os artistas que queremos ter cá”, assinalou António Gonçalves explicando que a programação privilegiará “autores que fazem parte do nosso contexto artístico nacional, com um percurso que já não causa dúvidas, que continuam a progredir com um trabalho sério e coerente e que são referência de estudo e de ação dentro daquilo que é a arte contemporânea em Portugal”

Quem encaixa neste parâmetros é Jorge Molder, escritor e fotógrafo com um relevante percurso nacional e internacional, e que vai inaugurar a Ala da Frente com uma exposição de cinco fotografias inéditas de grande dimensão no próximo dia 30 de maio. A mostra ficará patente ao público até 25 de Setembro.

Paulo Cunha apresenta a Ala da Frente como “um desafio que assumimos com muita ambição e que pretende reforçar o posicionamento do concelho como um dos principais polos de referência cultural do país” e assume a dupla ambição de “aproximar a arte das pessoas e afirmar territorialmente Famalicão.

“É um passo mais no sentido da afirmação cultural de Vila Nova de Famalicão”, acrescenta o autarca famalicense concluindo que “Famalicão quer estar no centro da arte e ter arte no seu centro”.

As exposições organizadas na Ala da Frente serão acompanhadas de um projeto editorial que se materializará na edição de um livro. “Será um outro desafio para os autores, pois pretende-se ir mais além do que a simples edição de um catálogo convencional de uma exposição”, explicou António Gonçalves.
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<![CDATA[Inovafil traz inovação em fios para Famalicão]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_inovafil_traz_inovacao_em_fios_para_famalicao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=94422&h=eea3a" width="304px" height="202px" border="0"/></p> “A Inovafil tinha mesmo que vir para Vila Nova de Famalicão”. Quem o afirma é Rui Martins, o diretor geral da fiação hoje inaugurada pelo Ministro da Economia e pelo Presidente da Câmara Municipal, em S. Cosme do Vale, no âmbito da estratégia do Famalicão Made IN, apontando como fator decisivo para a escolha a capacidade instalada no concelho famalicense, ou seja, “instalações e mão-de-obra experiente, competente e disponível para trabalhar”.

A nova fábrica da Inovafil – que se ficou a dever à identificação de uma oportunidade de colmatar a falha de oferta de fios de valor acrescentado – significa um investimento de 10 milhões de euros e emprega mais de uma centena de pessoas. A maioria foi recrutada localmente, aproveitando o know how de trabalhadores com muitos anos de experiência em fiação, mas que entretanto ficaram desempregados. Aos trabalhadores experientes a empresa juntou uma geração mais jovem para garantir a transferência do conhecimento e o futuro do negócio.

A Inovafil, empresa participada da Mundifios – o maior trader ibérico de fios têxteis –, arrendou parte das instalações industriais da Têxtil Manuel Gonçalves, em S. Cosme do Vale, que outrora foi um dos principais marcos da indústria têxtil nacional. Ali dedica-se à produção de fios técnicos, diferenciadores e de valor acrescentado. Em causa estão fios multicores, com brilhos metálicos, diferentes aplicações e mistura de fibras. A Inovafil tem capacidade para produzir entre 130 a 150 toneladas de fio por mês e trabalha por encomenda.

O autarca famalicense regozijou-se com este investimento: “É sempre gratificante para um presidente de câmara ver o seu território ser escolhido para receber projetos com a envergadura que este tem”. Paulo Cunha enalteceu o facto de a fiação ter realizado um investimento de 10 milhões de euros em Vila Nova de Famalicão e criado mais de cem empregos. “Agradeço e felicito a Inovafil por ter ido ao encontro de pessoas que estavam inscritas no Centro de Emprego, mas tinham uma grande experiência pelo percurso que fizeram no sector têxtil. Ao reintegrá-las deu um sinal de muita responsabilidade social”, assinalou.

O edil disse ainda que este novo investimento representa mais um contributo para que Vila Nova de Famalicão, pela sua forte concentração de empresas nesta fileira, seja cada vez mais notado como um cluster têxtil a nível internacional. “Se no passado tínhamos já razões de sobra para nos regozijarmos com o trabalho feito no têxtil, a Inovafil é claramente um grande contributo para fortalecer essa imagem a nível internacional”, fundamentou.

De resto, segundo Rui Martins, existe muito potencial na fiação. “Não numa lógica de produção de fios básicos como a fiação tradicional, mas num processo de fabrico de produtos novos, diferenciadores e articulados com as tendências da moda”.

Neste momento, a Inovafil exporta 15 a 20 por cento da produção. “Mas, na prática, quase toda a produção é para exportação, já que muito do produto que é comprado por clientes nacionais acaba por ir lá para fora”, disse ainda aquele responsável.


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<![CDATA[Fundação Cupertino de Miranda quer estreitar relações com a comunidade ]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_fundacao_cupertino_de_miranda_quer_estreitar_relacoes_com_a_comunidade </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=94443&h=4106a" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A Fundação Cupertino de Miranda ficou a partir de hoje mais próxima do público estudantil de Vila Nova de Famalicão. Aproveitando a comemoração do Dia Internacional dos Museus, a instituição criada em 1963 por Arthur Cupertino de Miranda como um “templo de arte e de cultura”, ofereceu à rede de bibliotecas escolares e públicas do município, o núcleo central das edições publicadas pela Fundação no âmbito do trabalho que tem desenvolvido, essencialmente no domínio das artes plásticas.

A entrega simbólica dos 18 títulos da Fundação Cupertino de Miranda às 19 bibliotecas do município famalicense decorreu na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco e contou com as presenças do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do Diretor Artístico da Fundação, o artista plástico António Gonçalves, e dos representantes pelas instituições que receberam os livros.

Este aproximar da Fundação ao universo escolar famalicenses não é inocente. “Visa dar a conhecer o que tem sido o nosso trabalho e deixar um estímulo para que as escolas passem por lá com os seus alunos”, confessa António Gonçalves. E acrescentou: “A Fundação existe para a comunidade e todo o trabalho que se faça tem que ser nesse sentido, até porque a existência do espaço só se justifica em função dos visitantes que o usufruem”.

O Presidente da Câmara Municipal aproveitou a mensagem para a estender a toda a Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão, desafiando os responsáveis pelas escolas “a aprofundarem a relação que têm com os serviços educativos da Câmara Municipal, no sentido de estreitarem a ligação dos alunos com os museus” e de encararem esta aproximação como um “processo fundamental de formação e valorização da nossa comunidade”.

Dos livros oferecidos às bibliotecas pela Fundação fazem parte catálogos de exposições de artistas como Mário Cesariny e Teixeira de Pascoaes e os primeiros oito números do Caderno do Centro de Estudos do Surrealismo.

Ao todo foram mais de 300 os livros que a instituição ofereceu, numa coleção cujo valor ronda os 6 mil euros. Desde 1999 que o Centro de Estudos do Surrealismo desenvolve um plano editorial contínuo com enfoque na publicação dos seus cadernos e de catálogos de exposições realizadas no Museu do Surrealismo da Fundação Cupertino de Miranda.  Significa isto que há mais livros para oferecer. Para completar a coleção, as escolas só têm que levar os seus alunos à Fundação Cupertino de Miranda.

Recorde-se que o Museu da Fundação Cupertino de Miranda tem por missão a divulgação da Arte Moderna e Contemporânea, especialmente do Surrealismo. Tem como principais objetivos o estudo, a documentação, conservação e divulgação do seu acervo. Com uma importante coleção composta essencialmente por obras de artistas portugueses, reforça um património cada vez mais representativo do Surrealismo português, enriquecendo continuamente a coleção e permitindo tornar visíveis as obras do seu acervo através de uma sucessão de exposições.
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