Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.vilanovadefamalicao.org Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad <![CDATA[Mirror People e Teatro do Bolhão na Casa das Artes]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_mirror_people_e_teatro_do_bolhao_na_casa_das_artes </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=108817&h=06549" width="303px" height="202px" border="0"/></p> O terceiro fim-de-semana do ano na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão vai ficar marcado pela música e pelo teatro. A sonoridade dos Mirror People e a peça “A Vida de Galileu” são as propostas do espaço cultural famalicense para o próximo sábado, dia 21 de janeiro.
Protagonizada por António Capelo, a peça “A Vida de Galileu” marca o regresso do Teatro do Bolhão ao autor germânico Bertolt Brecht, que neste seu texto tematiza o confronto entre a verdade da ciência – que têm de ser confirmada e demonstrada – e a verdade da religião – um ato de fé.
A peça sobe ao palco do grande auditório, a partir das 21h30. Os bilhetes já se encontram à venda, tendo o custo de 8 euros para o público em geral e reduzindo para metade para estudantes e portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.
No mesmo dia, mas no café-concerto, a Casa das Artes recebe o concerto dos Mirror People.
A banda portuguesa, que junta influências do “disco sound” dos anos 70 com sons atuais da música de dança, prepara-se para lançar o seu segundo álbum de originais, intitulado “Bring the Light”, para o qual Rui Maia, mentor deste projeto musical, convidou a banda que o acompanha em palco (Maria do Rosário, João Pascoal e Hugo Azevedo) e o vocalista Jonny Abbey.
O concerto está marcado para as 23h30. A entrada tem o custo de 6 euros, reduzindo para metade para estudantes e portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.
Mais informações no site oficial da Casa das Artes.
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<![CDATA[Museu Bernardino Machado debate os partidos políticos entre 1910-1973]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_museu_bernardino_machado_debate_os_partidos_politicos_entre_19101973 </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=108830&h=7f74d" width="144px" height="202px" border="0"/></p> Arranca na última sexta-feira de janeiro, dia 27, no Museu Bernardino Machado, em Vila Nova de Famalicão, um novo ciclo de conferências dedicado ao tema “Os partidos perante as grandes questões da I República”. A temática dá, de resto, o mote para a programação anual do Museu que, para além do ciclo de conferências, se destaca pela organização dos Encontros de Outono e de três exposições documentais.

A problemática dos partidos e movimentos políticos em Portugal no período entre 1910 e 1973 serve, assim, de “chapéu” aos vários eventos programados para 2017. A escolha do tema respeita duas grandes razões, sendo que a primeira tem a ver com o patrono do Museu. “Bernardino Machado demonstrou sempre ao longo da sua vida uma grande preocupação com os partidos políticos, desde logo, pela sua génese, pela sua dimensão e pela sua convergência, daí que esta seja a razão maior pela escolha do tema”, explica a propósito o coordenador científico de Museu, Norberto Cunha. De acordo com o responsável a segunda razão tem a ver com a atualidade do tema e a forma como os cidadãos lidam hoje em dia com os partidos políticos. “Há atualmente uma pressão e exigência enormes dos cidadãos para com os partidos políticos, o que até é saudável do ponto de vista da democracia, mas há também falta de conhecimento e de informação sobre a forma como os partidos surgiram e como se desenvolveram”. Daí que, para Norberto Cunha, com estas iniciativas e através dos oradores convidados – “todos especialistas nos temas abordados” – o Museu “dá um enorme contributo para o conhecimento da história e para compreensão da atualidade”.

O coordenador científico, que é atualmente professor catedrático aposentado da Universidade do Minho, explica ainda as diferentes dimensões dos vários eventos. “Enquanto o ciclo de conferências se centra na relação dos partidos com as grandes questões da I República, como por exemplo, a questão religiosa, a educação, a questão colonial, a operária, entre muitas outras, os Encontros de Outono irão incidir sobre os próprios partidos e a sua constituição, nomeadamente o Partido Republicano Português, Evolucionista, Unionista, entre muitos outros”. Por sua vez, as exposições darão uma perspetiva histórica nacional e internacional sobre a questão dos partidos políticos. Serão ainda divulgadas exposições sobre a realidade local de Vila Nova de Famalicão.

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, elogiou a escolha desta temática no âmbito das atividades anuais do Museu, referindo que “o resultado destas atividades enriquecerá ainda mais o Museu, contribuindo para a sua afirmação nacional como um centro de investigação histórica de referência”.

O Museu Bernardino Machado que completou recentemente 15 anos está instalado no Palacete Barão da Trovisqueira, um majestoso edifício do século XIX, localizado bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão. Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, um famalicense por adoção que foi Presidente de Portugal, por duas vezes, durante a I República, o Museu tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores.

CICLO DE CONFERÊNCIAS ARRANCA DIA 27

São oito as conferências do ciclo “Os partidos perante as grandes questões da I República”. Decorrem ao longo dos meses de janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, setembro e outubro, com entrada livre. A primeira é já no próximo dia 27, a partir das 21h30, e o conferencista convidado é o constitucionalista e cultor da filosofia do direito e da política Ferreira da Cunha, Professor Catedrático de Direito da Faculdade de Direito da Universidade do Porto (desde 2001) e Diretor do Instituto Jurídico Interdisciplinar (desde 2002). O tema é “Os deputados Republicanos e a Lei Fundamental de 1911: convergências e divergências”.

Segue-se “Os partidos republicanos e a educação”, com a conferencista Maria Cândida Proença; “Os partidos Republicanos e a questão religiosa”, com Luís Salgado de Matos; “Os partidos políticos da I República e a questão colonial”, com Pedro Aires de Oliveira; “Os partidos políticos e a questão operária”, com Manuel Guimarães; “Os partidos políticos e os contrarrevolucionários monárquicos (1910-1926) com Miguel Santos; “Os partidos políticos e Bolchevismo”, com Norberto Cunha; “Os partidos políticos e as Forças Armadas”, com Luís Alves de Fraga.

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<![CDATA[Crianças de Meães ganham “nova” escola]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_criancas_de_meaes_ganham_nova_escola_2 </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=108807&h=4b04b" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Foi com pompa e circunstância que a comunidade educativa de Meães, em Vila Nova de Famalicão, inaugurou, esta segunda-feira, a sua “nova” escola. Do edifício educativo histórico, restam apenas as paredes, tudo o resto foi melhorado e beneficiado, proporcionando maior conforto e melhores condições de ensino aos alunos e professores. Por isso, as quase 30 crianças que frequentam a escola não deixaram os créditos por mãos alheias e cantaram, dançaram e interpretaram poemas, soltaram balões e risos de alegria, tudo num ambiente de festa mostrando ao presidente da Câmara Municipal, aos autarcas, aos responsáveis educativos e à comunidade presente o seu contentamento.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “esta obra era uma prioridade e havia aqui uma grande vontade conjunta para que as coisas corressem bem”. O autarca lembrou o momento em que se chegou a equacionar encerrar esta escola e distribuir as crianças por outros estabelecimentos de ensino do concelho. “Decidimos investir nesta escola e hoje podemos ver que foi uma boa aposta”, referiu.
A Escola Básica de Meães é frequentada na sua totalidade por crianças de etnia cigana, por isso, para Paulo Cunha “com as obras aqui realizadas estamos a dar um contributo muito grande a esta comunidade. É uma comunidade que precisa de estimulo, que precisa de cada vez mais razões para que as crianças frequentem o sistema de ensino”.

O autarca aproveitou ainda a oportunidade para deixar um apelo aos pais para que as crianças frequentem as aulas. “Só faz sentido fazer um investimento destes se as pessoas usufruírem dele. Que adianta fazer uma remodelação de uma escola se depois as crianças não forem às aulas?”.

Um pedido que a responsável pela escola Rita Nicolau acredita que será bem aceite. Aliás segundo a professora responsável, nota-se já “que a escola é o sítio onde estas crianças mais gostam de estar”. Antes das obras e do trabalho desenvolvido com a comunidade, “havia uma fraca assiduidade das crianças e pouco empenho dos pais”, salientou, acrescentando que neste momento “é gratificante ver que, a cada ano que começa não temos de ir buscar as crianças a casa”.

De resto, a professora mostra-se orgulhosa com os resultados alcançados no que diz respeito “à aprendizagem das regras, à cidadania e à colaboração de toda a comunidade educativa”.

A intervenção que implicou um investimento municipal de mais de 150 mil euros, envolveu um conjunto de melhoramentos, tendo em vista um maior conforto dos alunos e uma qualidade de excelência do ensino. Entre as diversas intervenções destaque para a substituição de telhado, colocação de isolamento térmico, substituição de madeiras, soalhos e portas, pintura, revisão da instalação elétrica, colocação de relva sintética, reparação de muros e vedações entre outros melhoramentos.

A sessão contou ainda com as presenças do diretor do agrupamento de escolas D. Sancho I e de vários professores responsáveis, da presidente da União das freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário, de vereadores municipais e outros responsáveis.
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<![CDATA[Adro da igreja de Arnoso Santa Eulália ganha nova imagem]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_adro_da_igreja_de_arnoso_santa_eulalia_ganha_nova_imagem </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=108747&h=42a60" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Santo Amaro convocou a população e S. Pedro juntou-se à festa. E quando todos os santos ajudam, o resultado só pode ser excelente. Foi assim, a festa da inauguração do adro da igreja de Arnoso Santa Eulália, que decorreu este domingo, 15 de janeiro, e contou com a presença de várias centenas de populares. Quem também marcou presença foi o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que destacou a “sintonia e a cumplicidade com a junta de freguesia, no momento da concretização desta obra”. “Sabíamos que era uma obra muito ansiada pela população, mas era acima de tudo, uma obra necessária e importante para o dia-a-dia das pessoas e para a afirmação da dinâmica desta freguesia. Era, por isso, uma obra prioritária” destacou.

O autarca lembrou ainda que o trabalho na comunidade de Santa Eulália terá continuidade e não se esgota nesta obra. “Deixo a garantia que o que tem pautado o nosso trabalho é o que queremos continuar a fazer por esta comunidade”.

O presidente da União de Freguesias de Arnoso Santa Maria, Arnoso Santa Eulália e Sezures, Jorge Amaral, também se mostrou muito satisfeito com a concretização da obra, que “valoriza a freguesia e serve a sua comunidade”.

A sessão esteve inserida nas festas de Santo Amaro. Com um investimento global de cerca de 30 mil euros, suportado quase na totalidade pela Câmara Municipal através da atribuição de apoio financeiro à junta da União de Freguesia de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures, a intervenção com projeto elaborado por técnicos da autarquia envolveu o levantamento dos pavimentos existentes, a colocação do terreno à cota de projeto e respetiva pavimentação em lajeado de granito e cubo nas vias de acesso e áreas de estacionamento, bem como a execução das redes de águas pluviais e residuais e abastecimento de água. Será ainda colocado mobiliário urbano.

Refira-se que a intervenção faz parte do plano de arranjos urbanísticos em adros de igrejas que a Câmara Municipal tem em curso ao longo dos últimos anos para criar melhores centros cívicos nas freguesias.
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<![CDATA[ Paulo Cunha inicia quarto ano de roteiro associativo por uma gestão “verdadeiramente partilhada”]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_paulo_cunha_inicia_quarto_ano_de_roteiro_associativo_por_uma_gestao_verdadeiramente_partilhada </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=108766&h=c629b" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Depois de três anos de reuniões com as associações formais e informais do concelho e mais de 500 horas de conversas com os seus dirigentes, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, iniciou, na semana passada, em Abade de Vermoim e Landim, mais uma nova ronda de visitas.

As reuniões semanais das terças-feiras com o movimento associativo concelhio são já uma rotina do presidente da Câmara Municipal e uma marca indelével do seu executivo, no que diz respeito a uma política de proximidade com as populações, com as instituições, com as empresas e com as associações.

Para Paulo Cunha esta proximidade é fundamental na concretização de “uma gestão verdadeiramente partilhada e participada do território, com os contributos e ideias de todos”.

Para além disso, os frutos mais visíveis deste trabalho são a organização das Mostras Associativas que animam as freguesias do concelho, aos fins-de-semana. Promovidas pelo município em parceria com as Juntas de Freguesia, têm como objetivo dar a conhecer o trabalho e a força das associações, instituições, artesãos e produtores locais. Considerados eventos âncora locais, as Mostras decorrem do desafio assumido pela Câmara Municipal de apoiar as 49 freguesias do concelho e o seu tecido associativo na promoção e valorização da sua identidade.

Foi também criado um Gabinete do Associativismo especificamente direcionado para as associações, que as apoia e informa sobre diversos assuntos, nomeadamente, nos processos de candidaturas aos fundos comunitários, mas também licenciamentos, entre outros.

Por outro lado, na sequência do Roteiro Associativo, a autarquia prepara-se para lançar, em breve, uma aplicação digital, que servirá de calendário concelhio de eventos, facilitando o planeamento e organização de atividades pelas várias associações, de forma a não coincidirem na data ou na forma como decorrem.

“Será um instrumento muito útil, tanto para as associações, como para as populações, pois se por um lado irá ajudar as coletividades a prepararem melhor os seus eventos irá trazer um novo olhar, permanente e mais atento, sobre o que se passa no território”, explica Paulo Cunha.

Mobilizar, motivar, conhecer e resolver problemas são os objetivos do roteiro associativo do concelho, que tem tido o reconhecido mérito de estreitar a malha da rede social municipal, cativando e estimulando as organizações do território para o desenvolvimento de um trabalho em rede, reforçando a ligação de todos ao município.

Para este novo roteiro associativo que agora se inicia – pelo quarto ano – Paulo Cunha assume mais uma vez a ambição de contactar com todas as associações do concelho, reforçando o espírito de união entre todos, para que todos tenham um papel participativo e de compromisso no futuro do concelho.
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<![CDATA[Jovem, fresco e leve. O vinho verde está em harmonia com Vila Nova de Famalicão]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_jovem_fresco_e_leve_o_vinho_verde_esta_em_harmonia_com_famalicao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=108778&h=0312b" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Se há uma nova atitude na Região Demarcada dos Vinhos Verdes que investe na qualidade e diversidade dos vinhos e na valorização das castas, Vila Nova de Famalicão, concelho que a ela pertence, bem pode dizer que muito tem contribuído para essa nova forma de estar que aposta em acrescentar valor aos vinhos verdes.

“São vinhos magníficos e com enorme potencial para serem apreciados no mundo inteiro”. Assim os classificou Paulo Cunha, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, quando hoje visitou a adega dos Vinhos Castro – com capacidade instalada de armazenamento para 800 mil litros e equipada com os mais modernos equipamentos enológicos –, em Cavalões, o maior produtor de vinho verde do concelho e um dos maiores a nível nacional, no âmbito do roteiro Famalicão Made IN.

Palavras em evidente contexto de simpatia, mas que não deixam de expressar o entusiasmo com que o autarca hoje olha para a qualidade e diversidade dos vinhos verdes que são produzidos no território famalicense.

É por tudo isto que se pode dizer que para trás ficou o cliché dos vinhos baratos doces e gaseificados. Esse, definitivamente, já não é o ‘novo’ vinho verde. O que o concelho – e os Vinhos Castro, em particular – tem hoje para oferecer são vinhos jovens, frescos e leves, que evidenciam a variedade e qualidade das castas autóctones e que espelham a diversidade e riqueza do território no sector dos vinhos.

Nesta empresa vinícola, que resulta da paixão da família Marinho em criar vinhos com diferenciação no mercado, quantidade é sinónimo de qualidade. Em 2016 atingiu uma produção recorde de 900 toneladas de uvas, traduzida em cerca de 600 mil litros de produção própria de vinho, mas prevê chegar às 1200 toneladas num futuro próximo. Expectativa a que não é alheio um incremento das vendas para novos mercados internacionais. “A exportação consome hoje 20% da produção, mas o nosso objetivo é que represente 80%”, disse Filipe Marinho, administrador.

Os vinhos Castro – espumante, rosado, alvarinho, tinto, branco ou palhete – são produzidos em largas centenas de hectares de quintas localizadas nas freguesias de Cavalões, Requião e Vermoim. A série 7 Tentações é a que mais orgulha Filipe Marinho. Citrino, frutado, discreto e elegante. São alguns dos qualitativos que constam no rótulo.

Filipe Marinho fala numa “luta permanente pela qualidade”. “Numa hora pode perder-se a produção de um ano”, observou, apontando ainda outros desafios subsequentes à procura da qualidade, para além da internacionalização: a distribuição e a produção de subprodutos, como aguardentes e licores.

No final da visita, Paulo Cunha foi eloquente quanto ao futuro que antecipou auspicioso para os Vinhos Castro: “Acredito que os próximos anos serão ainda melhores não só na qualidade como na quantidade, o que representa uma excelente notícia para as exportações famalicenses”.
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<![CDATA[ Paulo Cunha quer Loja do Cidadão em 2017]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_paulo_cunha_quer_loja_do_cidadao_em_2017 </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=108667&h=4be16" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O executivo municipal de Vila Nova de Famalicão manifestou, esta quinta-feira, a sua congratulação pela decisão do Governo de colocar a Loja do Cidadão de Famalicão e o Espaço Cidadão de Joane, na lista de novos espaços a abrir no país. O anúncio publicado no início do mês em Diário da República deixou o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “satisfeito”, no entanto, o autarca não concorda com a data proposta pelo Governo para a abertura da Loja do Cidadão, em Famalicão, que está apontada para 2018 e 2019.

“Temos todas as condições criadas para que a Loja do Cidadão comece a funcionar em 2017”, afirma o autarca, acrescentando que, para além disso “há ainda uma evidente urgência na abertura desta estrutura, tendo em conta que atualmente estes serviços públicos do Estado estão a ser prestados em más condições, como é o caso do registo civil”.

Para tentar sensibilizar o Governo para a abertura da Loja do Cidadão em 2017, Paulo Cunha apresentou na reunião do executivo municipal um voto de recomendação junto do Governo e da Agência de Modernização Administrativa (AMA), que recebeu a abstenção dos vereadores eleitos pelo Partido Socialista.

Refira-se que em 2015, o município e a AMA celebraram um protocolo para a instalação deste serviço público no concelho. Na altura, foi encontrado o espaço ideal que permite concentrar no mesmo local os vários serviços. Assim ficou definido que a Loja do Cidadão ficará instalada no Centro Comercial D. Sancho I - espaço da antiga superfície comercial “Inô” -, localizado na Avenida Dr. Carlos Bacelar. Para assegurar o espaço, a autarquia paga desde essa altura uma renda mensal.

Nessa altura, ficou também acordado com as Finanças, Segurança Social e Conservatórias a sua instalação no novo espaço.

Neste sentido, Paulo Cunha insiste na abertura da Loja do Cidadão o mais rapidamente possível. Até porque “são conhecidas as condições precárias em que a Conservatória do Registo Civil e os serviços da Segurança Social, por exemplo, estão a laborar. Quanto à Conservatória do Registo Predial, o espaço é exíguo e pouco cómodo para os utentes. Também, em relação às repartições da Autoridade Tributária estão situadas em espaços bastante antigos e mal localizados”.

No acordo celebrado em 2015, ficou estipulado que seria a AMA a apresentar a candidatura para a obtenção de financiamento comunitário para as obras de adaptação, no entanto, Paulo Cunha demonstra a disponibilidade da autarquia em avançar, desde já, com a execução das obras, desde que “o Estado assuma as suas responsabilidades e aquilo com que se comprometeu”.
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<![CDATA[Close-Up regressa este fim-de-semana à Casa das Artes]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_closeup_regressa_este_fimdesemana_a_casa_das_artes </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=108655&h=9965b" width="302px" height="202px" border="0"/></p> Neste novo ano, o cinema vai continuar a ser uma das grandes apostas da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. Depois da sua estreia em outubro, o Close-Up – Observatório de Cinema regressa agora à programação mensal do espaço cultural famalicense, numa versão mais curta, mas não menos interessante.

Uma sessão dupla comentada e dedicada a um dos novos grandes nomes do cinema brasileiro - Gabriel Mascaro - é o grande destaque desta primeira “réplica” do Observatório de Cinema, que se realiza já neste fim-de-semana, nos dias 13 e 14 de janeiro.

“Um Lugar ao Sol” e “Doméstica” são os dois documentários do cineasta pernambucano escolhidos para serem exibidos esta sexta-feira à noite.

Realizado em 2009, “Um Lugar ao Sol” aborda o universo dos moradores de coberturas de prédio das cidades de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo e através dos depoimentos recolhidos, suscita o debate sobre desejo, visibilidade, insegurança, estatuto e poder, e constrói um discurso sensorial sobre o paradigma arquitetónico e social brasileiro. Já o documentário “Doméstica” nasceu da vontade de sete adolescentes registarem, durante uma semana, o dia-a-dia da sua empregada. O filme, realizado em 2012, lança um olhar contemporâneo sobre o trabalho doméstico no ambiente familiar, transformando-se num potente ensaio sobre afeto e trabalho.

No segundo dia do certame destaque para a exibição do filme “A Toca do Lobo”, a partir das 21h45. Um documentário que abre as portas secretas da vida do escritor Tomaz de Figueiredo, através do olhar da sua neta, a cineasta Catarina Mourão, presença confirmada na sessão de sábado.

Refira-se que esta primeira réplica do Close-Up incluirá também duas sessões para as escolas, com uma extensão do Cinanima (na sua 40.ª edição) para o pré-escolar e 1.º ciclo e a exibição de “The Kid”, um incontornável filme de Chaplin, para os alunos do 2.º e 3.º ciclos.

A entrada nas sessões do Close-Up têm o custo de 2 euros, reduzindo para metade para portadores do Cartão Quadrilátero Cultural. Para estudantes, seniores e associados de cineclubes a iniciativa é gratuita.

Mais informações em www.casadasartes.org ou em www.closeup.pt.
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<![CDATA[Carnaval de Famalicão está a chegar]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_carnaval_de_famalicao_esta_a_chegar </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=108571&h=1e7ca" width="220px" height="202px" border="0"/></p> “Vais perder a cabeça!” É o mote da campanha de comunicação do Carnaval de Famalicão 2017. A mais de um mês do grande acontecimento festivo, inspirada na folia e na diversão genuína carnavalesca, a autarquia põe o Carnaval na ordem do dia com a divulgação da imagem e do programa.

“À semelhança do que já acontece um pouco por todo o concelho, onde as costureiras já começam a ser requisitadas, as escolas começam a preparar os adereços e atividades e os grupos de foliões começam a organizar-se, a Câmara Municipal prepara-se também para arrancar com a campanha de promoção do Carnaval 2017”, anuncia, a propósito, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, adiantando que o município “está empenhado em fazer deste Carnaval o mais participado de sempre”.

O evento que já conquistou um lugar de destaque no país, é já uma marca do concelho e uma aposta turística de referência, atraindo todos os anos muitos milhares de pessoas à cidade. Aqui, a folia sai à rua na noite de segunda para terça-feira, de 27 para 28 de fevereiro, e não se fica só a ver a banda a passar.

O Carnaval de Famalicão é genuíno, espontâneo, participado e verdadeiramente surpreendente. Só quem o experimenta sabe como é, e nunca mais o troca por nenhum outro! Por isso, são cada vez mais os foliões que escolhem esta cidade para celebrar o carnaval e desfrutar de uma das mais longas e divertidas noites do ano.

Com origem no tradicional Entrudo português, o Carnaval famalicense nasce da participação livre das pessoas, que saem à rua em massa encarnando as mais diversas personagens. O costume começou no final dos anos 90, mas com o tempo ganhou uma força incrível e uma popularidade enorme. Animação, criatividade e muita boa-disposição são os principais ingredientes, faça chuva ou faça sol!

Este ano, a autarquia volta a apostar no transporte gratuito para a festa, com o reforço das carreiras no concelho e repetindo a parceria com a CP, Comboios de Portugal. “Não queremos que ninguém falte à festa, mas acima de tudo queremos que as pessoas se divirtam em segurança”, afirma ainda Paulo Cunha.
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<![CDATA[Casa das Artes recebeu 90 mil espectadores em 2016]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_casa_das_artes_recebeu_90_mil_espectadores_em_2016 </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=108546&h=1bc55" width="304px" height="202px" border="0"/></p> No ano em que soprou as velas do seu 15.º aniversário, a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão recebeu a visita de quase 90 mil espectadores.
Com uma programação diversificada e intensa ao longo de todo o ano, o espaço cultural famalicense voltou a mostrar em 2016 as razões pelas quais é hoje considerada uma das salas de espetáculos com maior dinâmica e mérito em Portugal.
GNR, Ana Moura, Deolinda, Dead Combo, Samuel Úria, Bossarenova Trio, EDge, Diogo Infante, Alexandra Lencastre e Regina Duarte foram apenas alguns dos nomes do mundo artístico nacional e internacional que passaram pela Casa das Artes só no último ano.
Feitas as contas, em 2016 a Casa das Artes foi palco de mais de 400 espetáculos de áreas tão variadas como a música, teatro, dança, cinema, exposições, entre outras.
Números que, na opinião do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “espelham os bons resultados da aposta cultural do município e evidenciam a consolidação da Casa das Artes como um dos polos irradiadores de cultura da região”.
Composta por um grande auditório com capacidade para cerca de 500 lugares, um pequeno auditório com 124 lugares, um café-concerto com capacidade para 74 pessoas e um foyer, refira-se que, ao longo desta década e meia de existência, o espaço cultural famalicense atingiu já a marca do milhão de espectadores.
Mais informações no site oficial da Casa das Artes



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