Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.vilanovadefamalicao.org Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad <![CDATA[Câmara Municipal de Famalicão financia novos projetos empresariais]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_camara_municipal_de_famalicao_financia_novos_projetos_empresariais </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89694&h=c2ef5" width="312px" height="113px" border="0"/></p> A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai financiar um novo conjunto de projetos empresariais através do lançamento do programa FINICIA II, fundo de apoio às micro e pequenas empresas no concelho, que envolve quatro entidades parceiras.

O protocolo financeiro e de cooperação será assinado na próxima segunda-feira, 27 de outubro, às 11h00, no Espaço Famalicão Made IN, o novo gabinete de apoio ao empreendedor criado pelo autarquia famalicense, entre o Município de Vila Nova de Famalicão, a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Médio Ave, a Norgarante - Sociedade de Garantia Mútua e o IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação, numa cerimónia que será presidida pelo edil famalicense, Paulo Cunha.

O FINICIA II garante soluções financeiras para projectos de investimento de micro e pequenas empresas famalicenses e oferece condições ainda mais vantajosas em relação ao FINICIA I, com destaque para um spread de 2,5 por cento (FINICIA I criado em 2009 oferecia um spread de 5,25 por cento), propondo-se elevar os índices de competitividade, estimular o investimento e inovar e melhorar os produtos ou serviços das micro e pequenas empesas do concelho.

O FINICIA II disponibiliza um fundo de 250 mil euros, para o qual o Município de Famalicão colabora com 50 mil euros (referentes a 20 por cento do valor total), sendo que os financiamentos a efetuar têm um limite de 45 mil euros por projeto. Ao financiar novos projetos empresariais a autarquia famalicense contribui para um ambiente favorável ao crescimento da atividade empresarial e à criação de novos empregos no concelho.

O novo fundo destina-se ao financiamento de pequenos projetos empresariais aos quais seja reconhecido interesse para o município. Entre as condições de elegibilidade dos projetos estão as características inovadoras ou diferenciadoras face às empresas instaladas no concelho ou na região.

Podem candidatar-se ao Famalicão FINICIA II as micro e pequenas empresas do concelho que pretendam desenvolver projectos empresariais nas áreas da indústria, comércio, turismo, energia, construção e serviços.
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<![CDATA[Dia 31, na Biblioteca Municipal. José Gil recebe Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_dia_31_na_biblioteca_municipal_jose_gil_recebe_grande_premio_de_ensaio_eduardo_prado_coelho </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89679&h=3f4d8" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Dedicatórias e anotações diversas preenchem os nove livros do autor José Gil que integram o espólio literário de Eduardo Prado Coelho, patente na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão. São verdadeiros testemunhos da amizade e da admiração recíproca entre os dois escritores, mas também são a prova do cuidado e do interesse com que Eduardo Prado Coelho lia a obra de José Gil. Os livros ficarão agora expostos ao público na Biblioteca Municipal de Famalicão a partir do 31 de outubro e durante todo o mês de novembro.

José Gil foi o vencedor do Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho instituído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e pela Associação Portuguesa de Escritores. O prémio será entregue precisamente no dia 31, pelas 14h30, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, na presença dos presidentes da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e o da APE, José Manuel Mendes, o escritor João Barrento, porta-voz do júri, e o distinguido, José Gil.

A obra premiada é “Cansaço, Tédio, Desassossego” e debate a complexidade dos heterónimos de Fernando Pessoa e a obra do poeta d’”A Mensagem”. Foi editada no ano passado pela Relógio d’Água, editora para a qual José Gil dirige a coleção de Filosofia, desde 1986. Segundo a editora, nesta obra o autor coloca várias interrogações: “Porque é que Fernando Pessoa faz morrer Caeiro e mais nenhum heterónimo? Ou: como caracterizar o corpo de Caeiro a que o poeta neopagão se refere constantemente? Mas inúmeras outras perguntas pedem resposta: porque é que Álvaro de Campos interfere na relação amorosa de Fernando Pessoa e de Ofélia (quando nenhuma relação desse tipo se vislumbra na obra do engenheiro naval)? Porque é que o patrão Vasques se destaca no deserto da paisagem humana do 'Livro do Desassossego'?”.

A escolha do júri, constituído pelo catedrático António Pedro Pita e pelos escritores Helena Vasconcelos e João Barrento, foi “por unanimidade”.

José Gil, de 75 anos, tem cerca de 20 obras publicadas e, em 2005, foi considerado, pelo semanário francês Le Nouvel Observateur, “um dos 25 grandes pensadores do mundo”. Natural de Moçambique, José Gil iniciou, na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, os estudos da licenciatura de Matemática, que prosseguiu em 1958, em Paris, onde mudou o rumo académico para Filosofia.
Em 1968, concluiu a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade da Sorbonne, na capital francesa. No ano seguinte, fez o mestrado de Filosofia, com uma tese sobre a moral de Kant. Em 1982, concluiu o doutoramento com a tese “Corpo, Espaço e Poder”, editada em livro em 1988.

Em meados da década de 1960, passou a coordenar o Departamento de Psicanálise e Filosofia da Universidade de Paris VIII. Em 1976, regressou a Portugal para assumir as funções de adjunto do secretário de Estado do Ensino Superior e da Investigação Científica, António Brotas, quando o ministro da Educação e Investigação Científica era Vítor Alves. Em 1981, instalou-se definitivamente em Portugal, dando aulas na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.  Lecionou, paralelamente, no Colégio Internacional de Filosofia, de Paris, numa escola em Amesterdão e na Universidade de São Paulo, no Brasil.

O Prémio, na quinta edição, tem o valor pecuniário de 7.500 euros e, anteriormente, distinguiu Rosa Maria Martelo, João Barrento, Manuel Gusmão e Vítor Manuel Aguiar e Silva.
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<![CDATA[Passos Coelho afirma que Famalicão está na dianteira da competitividade]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_passos_coelho_afirma_que_famalicao_esta_na_dianteira_da_competitividade </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89653&h=fb8d9" width="304px" height="202px" border="0"/></p> “Sabemos que estamos num dos concelhos com maior dinamismo económico do país o que significa que o propósito que a Câmara Municipal assume com a criação do Gabinete do Empreendedor só pode ser muito ambicioso”. O primeiro-ministro Passos Coelho esteve, esta segunda-feira, em Vila Nova de Famalicão a inaugurar um novo espaço de apoio ao investimento – o Famalicão Made IN – e deixou grandes elogios à veia empreendedora do concelho. No dia em que o presidente da Câmara Municipal Paulo Cunha completou um ano de mandato à frente dos destinos do município, o primeiro-ministro apontou Famalicão como um exemplo para o país.

“Esperaríamos que muitos outros concelhos de país pudessem ter a pujança de investimento e a produtividade que se sente e se mede em Vila Nova de Famalicão”, afirmou sublinhando que “este inconformismo que o município mostra ter com a situação atual e a aposta que faz no empreendedorismo e nos empresários mais jovens é realmente algo que vale a pena testemunhar, incentivar e apadrinhar porque segue o objetivo do país que é o seu crescimento económico”.

Pedro Passos Coelho, que antes de inaugurar o espaço Famalicão Made In foi recebido no Salão Nobre dos Paços do Concelho por uma verdadeira multidão, enalteceu o facto de Famalicão ter assumido “o compromisso com o crescimento da economia do país”.

O governante afirmou ainda que “é muito importante que os que estão na dianteira da competitividade, como é o caso de Vila Nova de Famalicão, sejam um exemplo”. E foi mais longe: “Famalicão é um duplo exemplo porque tem conseguido um nível de competitividade e industrialização muito elevado e isso deve motivar muitos outros concelhos. Mas também porque partindo dessa posição não se acomoda e percebe que o futuro se está a inventar e a construir a cada minuto que passa”.

Já durante a inauguração do espaço o primeiro-ministro reafirmou que “os municípios têm que ter preocupações na área da saúde, da educação e do apoio social, mas têm que coordenar atividades, mais do fazer investimentos diretos, criando incentivos para fixar recursos e ter territórios com atratividade para fixar investimentos, empresas e empregos”.

Perante este novo impulso e valorização empresarial do município de Vila Nova de Famalicão, Passos Coelho não tem dúvidas: “esta é uma iniciativa que se enquadra nessa perspetiva, ajudando a criar novos empreendedores, a gerar novos negócios, a incubar novas ideias, a facilitar a canalização de maiores competências de gestão para essas empresas, a criar incentivos e, sobretudo, a remover obstáculos para que as empresas possam progredir e isso, às vezes, é o mais importante até do que dar condições aos empresários”.

FAMALICÃO, UM CONCELHO COM MARCA

No dia que assinalou um ano da tomada de posse do executivo de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha aproveitou para fazer um “balanço positivo” do trabalho feito à frente dos destinos do concelho e apelar ao investimento na região.

O autarca considerou o espaço Famalicão Made In “uma valência fundamental para o desenvolvimento coletivo do município” e uma marca do concelho. “Olhamos para este ano de funções à frente dos destinos do município e olhamos o enfoque que foi dirigido para este setor porque entendemos que havia enquadramento de necessidade e de utilidade para o que fizéssemos”, afirmou.
“Queremos atuar em co-autoria e apostamos nesta cultura de compromisso e cumplicidade entre a autarquia e a sociedade. Este espaço será um autêntico gestor de projetos de modo a que sejam bem-sucedidos e as oportunidades bem aproveitadas” explicou.

Neste sentido Paulo Cunha defendeu que “é preciso criar condições para reter valor e investimento”, destacando os “sinais claros de investimento” de empresas internacionais, como a Continental Mabor e a Leica, que mostram vontade em manter-se em Vila Nova de Famalicão. Mas é preciso ir mais além: “queremos criar condições para que o nosso território seja um território atrativo. Temos que fazer marketing territorial, porque hoje há competição saudável entre concelhos e esta competição é útil para o próprio país, e isso vai criar dinâmicas e estímulos que permite aos mais arrojados e competentes serem melhor sucedidos”.

Um dos objetivos apontados por Paulo Cunha é, de resto, capacitar o território e as sinergias de modo a aproveitar os quadros comunitários e melhorar o número de empresas que possam aceder aos fundos. Mas Paulo Cunha vai mais longe e afirma: “temos que aprender com a história e definir prioridades, os erros do passado não podem ser repetidos e o investimento não é só para a região, porque o crescimento será para o país”.

O presidente da Câmara Municipal aproveitou a presença do primeiro-ministro para indicar dois paradoxos da região, a relação entre o crescimento económico e a falta de empregabilidade e o rendimento per capita, “vivemos numa das regiões mais pobres do país”, afirmou.

Neste sentido, o autarca deixou uma mensagem ao primeiro-ministro referindo que “esta região precisa de investimento público reprodutor, gerador de melhores condições”, acreditando que o espaço Famalicão Made In será uma mais-valia para a região e para a economia do país.

O Espaço Famalicão Made IN é um projeto ambicioso da Câmara Municipal e surge na sequência de outras ações desenvolvidas pelo município para valorizar e promover a genética empreendedora de Famalicão e atrair novos investimentos para o concelho. Estruturado em três grandes eixos de intervenção - INcubar, INvestir e INcentivar - tem como missão apoiar, informar e encaminhar quem deseja iniciar o seu próprio negócio. É um espaço que irá permitir concretizar a estratégia que a iniciativa Famalicão Made IN pretende cumprir, ou seja, o desenvolvimento económico do concelho e a sua consolidação enquanto terceiro município mais exportador do país.
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<![CDATA[Primeiro-ministro garante que já tem uma solução para a EN14]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_primeiroministro_garante_que_ja_tem_uma_solucao_para_a_en14 </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89626&h=a5ebe" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, garantiu, esta segunda-feira, em Vila Nova de Famalicão, que o Governo já tem uma solução para resolver o congestionamento de trânsito da Estrada Nacional 14, entre Famalicão e a Maia. O problema já dura há vários anos e chegou a estar prevista a construção de uma variante, mas o projeto nunca avançou. O governante que foi abordado pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, sobre este problema de trafego na região, assegurou que o governo está “a trabalhar numa solução que não é aquela que foi apresentada durante muitos anos como a solução final porque não há dinheiro para a realizar, mas vai apresentar uma solução muito em breve”. E acrescentou: “o secretário de Estado das Infraestruturas irá proximamente apresentar soluções no quadro dos fundos europeus e este caso será contemplado”.

Depois de efetuar uma visita à empresa Salsa, localizada em Ribeirão precisamente num dos pontos de maior estrangulamento de trânsito, o primeiro-ministro recordou que “este constrangimento que está assinalado há muitos anos precisa de ser resolvido” e lamentou que “ao longo de todos os anos em que se andaram a fazer autoestradas que nunca mais acabam não se tivesse pensado neste tipo de estrangulamentos que realmente são muito evidentes numa área que é fortemente industrializada e portanto precisava de ter bons acessos”.

Paulo Cunha reconheceu o “empenho e o sentido de responsabilidade que o primeiro-ministro tem demonstrado ao longo dos tempos para aquilo que pode ser feito para que possamos resolver esta situação que afeta toda esta região”.

Confiante numa solução a curto prazo, o autarca disse acreditar que “no terreno temos condições para encontrar alternativas”, referindo que “não serão provavelmente as alternativas que nós sonhávamos e que teriam sido realizáveis com maior facilidade noutros enquadramentos comunitários”.

A EN 14 é a via de acessos às zonas industriais de Lousado e Ribeirão, no concelho famalicense, mas também às zonas industriais da Trofa e da Maia, onde existem muitas empresas afetadas pelo problema do trânsito. São cerca de 30 mil veículos que atravessam por dia esta estrada. Os autarcas e empresários dos três concelhos há muito que reclamam uma via alternativa.
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<![CDATA[Salsa mostra como se faz]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_salsa_mostra_como_se_faz </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89636&h=43a42" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Na base do segredo do sucesso da Salsa está a capacidade de criar jeans que se adaptam aos diferentes corpos dos clientes. Isso mesmo foi ontem sublinhado a Pedro Passos Coelho e a Paulo Cunha na visita que ambos realizaram à empresa famalicense, cuja história conta com duas décadas dedicadas ao denim, em mais uma jornada do roteiro Famalicão Made IN, a que o Primeiro-Ministro se associou.

Para Passos Coelho a Salsa - que visitou pela primeira vez nessa condição - é “inspiradora para muitas empresas portuguesas”. E explicou: “A Salsa é exemplar pela sua capacidade de concretizar e inovar. O seu sucesso e prestígio no nosso país e nos mercados internacionais são notáveis.”

A Salsa é um dos contributos para a vocação exportadora do concelho e, graças à aposta na expansão internacional da marca, tornou-se líder de mercado dos jeans em apenas 20 anos. Mesmo em tempos de crise, a empresa de Ribeirão criada em 1994 pelos irmãos Vila Nova não pára de crescer - em 2014 prevê um crescimento de 16% - e internacionalizar-se, sem perder o volume de negócios, o que significa que a Salsa passou a estar menos dependente de Portugal para fazer a sua atividade.

O fundador e administrador, Filipe Vila Nova, disse ontem que “2014 promete assinalar o início de um novo ciclo para a Salsa”, uma vez que a empresa “poderá alcançar aquilo com que sempre sonhou: ser uma marca global”.

Também Paulo Cunha elogiou a forma como a Salsa cresceu ao longo dos anos, baseando a sua atividade na inovação e na qualidade, sendo pioneira no desenvolvimento de soluções inovadoras e produtos diferenciados. “É uma empresa que dignifica Famalicão e o país e deve ser um farol inspirador para todos os empresários”, apontou.

Ao longo dos seus 20 anos a Salsa criou uma gama de mais de duas dezenas de modelos que se adaptam a todos os tipos de corpo: Push-up, Push-in, Hope Maternity, Sculpture, Shape-Up, Mystery e o modelo ergonómico 3D para homem, o Er-go. E conquistou uma presença internacional importante: a aposta no estrangeiro iniciou-se em 2002 com a abertura da primeira loja em Espanha. Em 2004 entrou no Médio Oriente com a abertura da primeira loja no Qatar e, desde então, tem crescido naquele mercado. Em 2011 abriu loja no mega centro comercial Dubai Mall.

Hoje a Salsa dá cartas em todo o mundo. Está presente em mais de 35 países da Ásia, Médio Oriente, África e Europa, onde acaba de abrir mais uma loja, em França, Marselha. A marca famalicense conta com mais de 250 pontos de venda, dos quais 56 em Portugal, mais de dois mil clientes multimarca, para além da loja online (www.salsastore.com).
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<![CDATA[Mais de mil inscritos para a primeira meia maratona de Famalicão ]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_mais_de_mil_inscritos_para_a_primeira_meia_maratona_de_famalicao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=88838&h=182a4" width="304px" height="202px" border="0"/></p> As inscrições só terminam no final do mês de outubro, mas até ao momento a primeira Meia Maratona de Vila Nova de Famalicão já conta com mais de mil inscritos. “A resposta dos famalicenses a este desafio tem sido muito positiva, o que nos leva a antever um enorme sucesso desportivo para esta prova”, refere a propósito o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.
A primeira Meia-Maratona de Famalicão realiza-se a 30 de novembro e é organizada pela Runporto, em parceria com a Câmara Municipal de Famalicão e com a Associação de Atletismo de Braga.

A prova terá uma corrida cronometrada de 21 quilómetros e irá integrar uma caminhada de 5 quilómetros, com partidas e chegadas no Parque de Estacionamento da Casa do Território, na Devesa. As inscrições decorrem online em www.runporto.com, nas Lojas Sport Zone e ainda na Loja do Corredor, sita na Rua Santa Luzia 808, 4250-415 Porto.

No caso da meia maratona, as inscrições efetuadas até 31 de outubro têm um custo de 7,50 euros, entre 1 e 21 de novembro 10 euros, e as inscrições de última hora (28 e 29 de novembro) devem ser feitas na Casa do Território e custam 15 euros. Por sua vez, as inscrições para a caminhada até 31 de outubro custam 3 euros, de 1 a 21 de novembro cinco euros e as inscrições de última hora (28 e 29 de novembro) custam oito euros e devem ser efetuadas na Casa do Território.

A prova destaca-se também pelo seu cariz solidário, sendo que um euro de cada inscrição reverte para uma instituição de solidariedade social.

A meia maratona partirá do Parque de Estacionamento da Casa do Território seguindo depois pela Rua Fernando Mesquita, Rotunda acesso Variante Nascente, Av. do Brasil, Rua S. João de Deus, Rua Adriano Pinto Basto, Av. 25 de Abril, Av. de França, Rua Padre Benjamim Salgado, Rua Luís Barroso, Rua Dom Afonso II, Rua Luís Barroso, Praça D. Maria II, Rua de S. António, Praça 9 de Abril, Av. 25 de Abril, Av. Narciso Ferreira, Av. do Brasil, Av. Tomás Pereira, Av. Padre Manuel da Costa Rego, Avenida Tibães, Av. Central, Av. Principal, retorno e chegada ao Parque de Estacionamento da Casa do Território.
A caminhada também irá partir do Parque de Estacionamento da Casa do Território, Rua Fernando Mesquita, Rotunda acesso Variante Nascente, Av. do Brasil, Rua S. João de Deus, Rua Adriano Pinto Basto, Av. 25 de Abril, Av. de França, Rua Padre Benjamim Salgado, Rua Luís Barroso, Rua Dom Afonso II, Rua Luís Barroso, Praça D. Maria II, Rua de S. António, Praça 9 de Abril, Av. 25 de Abril, Av. Narciso Ferreira, Av. do Brasil, Rua Fernando Mesquita, chegada ao Parque de Estacionamento da Casa do Território.

Serão duas as provas, uma corrida de 21,095 quilómetros, para atletas federados e não federados nascidos em 1996 e anteriores e uma caminhada na distância de 5 quilómetros destinada a todas as classes etárias e sem fins competitivos.

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<![CDATA[Município apresenta acordo coletivo de trabalho com incentivos à natalidade]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_municipio_apresenta_acordo_coletivo_de_trabalho_com_incentivos_a_natalidade </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89548&h=0149d" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A dispensa para consulta pré-natal, a falta para assistência aos filhos e a familiares, a opção de trabalho a tempo parcial ou com horário flexível para trabalhadores com filhos menores de doze anos, são algumas das medidas de incentivo à natalidade que constam na proposta do Acordo Coletivo de Empregador Público (ACEP) para o município de Vila Nova de Famalicão, que foi, esta quinta-feira, aprovada pelo executivo da Câmara Municipal famalicense. O documento que prevê ainda um conjunto de medidas de apoio à família, a proteção e valorização profissional e a fixação do período normal de trabalho de 35 horas, exige também profissionais mais empenhados, mais rigorosos e mais disponíveis.

“O município passa a dar mais aos seus colaboradores, mas também passa a exigir mais”, afirma o presidente da autarquia famalicense, Paulo Cunha. E acrescenta: “No final, queremos que o saldo desta equação, que resulta da relação equilibrada entre Câmara Municipal e os seus trabalhadores, seja um claro benefício para os famalicenses, queremos que os munícipes sintam os seus interesses protegidos”.  Paulo Cunha considera ainda que “a relação que queremos manter com os nossos colaboradores é decisiva para o sucesso das atividades que temos de desenvolver no sentido de corresponder às expetativas dos famalicenses”.

O acordo será agora submetido à aprovação do Secretário de Estado da Administração Pública, e surge na sequência de negociações desenvolvidas entre a Câmara Municipal e os sindicatos representativos dos trabalhadores do município. A necessidade do documento prende-se com as crescentes competências atribuídas aos municípios, nomeadamente em matérias que estavam sob a alçada da Administração Central e pelo crescente grau de exigência no rigor da gestão da coisa pública onde é fundamental otimizar os recursos existentes.

Por todo o país decorrem processos para estabelecer os acordos coletivos de trabalho nos municípios. No entanto, a proposta de acordo promovida pela autarquia famalicense distingue-se das restantes em vários fatores. Desde logo, através da contemplação de um conjunto de direitos e regalias aos trabalhadores para o exercício da parentalidade, aos trabalhadores com responsabilidades familiares e na proteção da família.

Neste âmbito, destaque, por exemplo, para a licença para acompanhamento do cônjuge colocado no estrangeiro, ou ainda para a fixação do horário de trabalho idêntico, quando existem trabalhadores do município pertencentes ao mesmo agregado familiar. Correspondendo às necessidades pessoais e familiares, o documento permite implementar um novo modelo de gestão dos serviços municipais, acompanhando o fenómeno da globalização e aproximando-se das necessidades dos cidadãos.

Neste sentido, um dos conceitos nucleares do documento tem a ver com a adaptabilidade que prevê que o período normal de trabalho possa ser definido atendendo às necessidades dos serviços. Isto é, por altura da realização de eventos ou atividades municipais, o aumento do período normal de trabalho tem como limite duas horas diárias, podendo atingir no limite máximo as 45 horas semanais, a realizar em média num período de dois meses. Além disto, todos os trabalhadores ficam obrigados à prestação de trabalho suplementar, salvo algumas exceções como é o caso da trabalhadora grávida, puérpera ou lactante, entre outras.

O ACEP dispõe ainda de um conjunto de normas que regula entre outras matérias a mobilidade funcional e geográfica, tanto no interesse do trabalhador como do serviço. Prevê-se a possibilidade de concessão de licenças sem remuneração de diversa duração que poderão servir para a valorização profissional dos trabalhadores. Propõe-se formas de apoio para formação profissional e académica nomeadamente através do estabelecimento de horários adaptáveis e flexíveis. E regula-se ainda as questões de segurança, higiene e saúde no trabalho.

Acima de tudo, pretende-se “regular a relação dos trabalhadores com o município. Existe um conjunto de matérias que não eram claras e a partir de agora, as pessoas sabem quais são as regras, sabem com que o podem contar”, salienta ainda Paulo Cunha.

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<![CDATA[Jardins-de-infância com aulas de ginástica gratuitas]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_jardinsdeinfancia_com_aulas_de_ginastica_gratuitas </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89544&h=a3eff" width="304px" height="202px" border="0"/></p> É de pequenino que se aprende a importância do exercício físico para uma vida saudável. Por isso mesmo, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai avançar no próximo mês de novembro com o projeto de psicomotrocidade para todas as crianças dos jardins-de-infância da rede municipal. Ao todo o projeto envolve cerca de 1400 crianças, das 49 freguesias do concelho, na promoção de exercício físico gratuito adaptado a esta faixa etária.

O projeto, que arrancou neste mês de outubro e irá decorrer até julho do próximo ano, está a cargo de 32 técnicos municipais de educação física, que vão percorrer semanalmente os jardins de infância. A psicomotrocidade abarca um conjunto de iniciativas do âmbito da atividade física e educativa, tendo em vista o desenvolvimento de competências motoras básicas, psicomotoras e biopsicossociais. A iniciativa que é gratuita para as famílias famalicenses, implica um investimento municipal na ordem dos 45 mil euros.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “esta é uma iniciativa muito importante porque educa as crianças para a importância da atividade física, desde cedo, influindo diretamente na sua qualidade de vida”.
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<![CDATA[Resposta social aumenta em Famalicão ]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_resposta_social_aumenta_em_famalicao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89524&h=678ca" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Vila Nova de Famalicão ficou este fim de semana melhor qualificado do ponto de vista das respostas sociais. A certeza é do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que este sábado à tarde participou na inauguração do novo lar de idosos “Residência Pratinha”, na freguesia de Cavalões.

Esta nova estrutura residencial de fins lucrativos tem no alojamento permanente um dos seus principais serviços. Das 26 vagas disponíveis 13 estão já ocupadas e os proprietários não afastam a hipótese de vir a alargar a oferta caso as necessidades assim o exijam.

Paulo Cunha vê com agrado a atenção que os empresários e empreendedores famalicenses têm vindo a dedicar ao setor social, numa clara demonstração daquilo que apelida de “empreendedorismo social”.

Para o autarca famalicense a lógica empresarial é também bem-vinda neste tipo de projetos, lembrando que é a sociedade e a comunidade envolvente que mais ganham com a sua realização. “Continuamos a ter necessidade de resposta e vemos nesta nova valência um contributo que me parece importante para que possamos dar mais um passo na resolução deste tipo de problemas”, referiu.

O edil foi mais longe e lembrou que “o sucesso da resposta social de Famalicão, que hoje é notada a nível nacional, deve-se a uma conjugação de fatores, nomeadamente pelo facto de articular diferentes atores, de diversos setores, desde o público ao particular e cooperativo”.

Para além dos 15 quartos, e de outras valências essenciais para o dia a dia dos utentes, a Residência Pratinha tem ainda ao dispor dos seus residentes serviços de assistência médica, cuidados de enfermagem, terapia ocupacional e animação, entre outros.
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<![CDATA[Isabel Pires de Lima elogia aposta cultural da Câmara Municipal]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_isabel_pires_de_lima_elogia_aposta_cultural_da_camara_municipal </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89512&h=aab5b" width="304px" height="202px" border="0"/></p> “Não é comum ver uma Câmara Municipal com a dimensão da de Vila Nova de Famalicão apostar tanto em Cultura, como aqui se faz”. O elogio veio da antiga ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, e marcou a abertura dos 1.os Encontros Camilianos de S. Miguel de Seide, que decorreram sábado em Vila Nova de Famalicão. A professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade do Porto fez “uma saudação muito especial a Famalicão pela aposta na área cultural”. “É claro que é uma sorte ter aqui a Casa de Camilo ou a Fundação Cupertino de Miranda, mas só através de uma Câmara que apoia é possível potenciar estes ativos”, acrescentou ainda.

Sorte é também aquilo que o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, sente por “ser presidente de um concelho onde Camilo Castelo Branco decidiu viver há 150 anos”. “É um misto de regozijo e um privilégio”, salientou o autarca, referindo que “Camilo deixou em nós a semente que diariamente queremos regar para que possa frutificar. E a semente que nos deixou é a de onde emana a cultura”, acrescentou.

A abertura dos Encontros ficou ainda marcada por algumas novidades. Com destaque, desde logo, para a revitalização da Associação das Terras Camilianas. Criada em 2001, a associação reúne 11 municípios, e tem como objetivo preservar os locais por onde Camilo passou, mas também a sua obra. Outra novidade será a criação da Liga dos Amigos da Casa de Camilo.

Os 1.os Encontros Camilianos que assinalaram o 150 º aniversário da fixação de Camilo Castelo Branco, em S. Miguel de Seide, assim como, da publicação da obra “Amor de Salvação”, reuniu um conjunto de especialistas na temática camiliana, ligados a instituições universitárias de Portugal e do Brasil.

O evento destacou-se ainda pela inauguração da exposição “Espaços da Vida e da Ficção Camilianas em Vila Nova» com fotografias estereoscópicas em anáglifo e projeções, que ficará patente até 22 de fevereiro.

Os trabalhos ficaram ainda marcados pela apresentação da obra Calvário e Glória de Camilo, de Eduardo Sucena, por João Bigotte Chorão. Para além de visitas orientadas à Casa-Museu, um almoço com ementa camiliana e recriações teatrais de trechos da bibliografia ativa do escritor.

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