Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.vilanovadefamalicao.org Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad <![CDATA[Expensive Soul vêm a Famalicão motivar estudantes]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_expensive_soul_vem_a_famalicao_motivar_estudantes </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=106334&h=64245" width="269px" height="202px" border="0"/></p> Os Expensive Soul vão dar as boas vindas aos estudantes de Vila Nova de Famalicão. O duo português Demo (MC) e New Max (cantor/produtor) é cabeça de cartaz do Off Summer Fest´16, uma iniciativa particularmente dirigida para a juventude famalicense que assinala o fim das férias e o começo do novo ano escolar. O concerto tem lugar no auditório ao ar livre do Parque da Devesa, no dia 7 de outubro, pelas 21h00, e é de entrada livre.

Com uma sonoridade que vai desde o soul e o reggae ao R&B e hip-hop, os Expensive Soul destacam-se pelo facto de serem o primeiro grupo em Portugal de matriz hip-hop/soul com banda ao vivo, a Jaguar Band. Foram nomeados para o Best Portuguese Act, dos MTV EMA, em 2006 e 2011, e em 2016, inovaram ao editar o seu registo "Ao Vivo Nos Coliseus" em formato "pen", em vez do habitual CD.

Para além dos Expensive Soul, o Off Summer Fest´16 conta ainda com All In Dj (19h30), Meninos da Vadiagem (22h30) e Alive DJ set (00h00).

O evento é uma iniciativa dos pelouros da Juventude e Educação do Município de Famalicão e vem na sequência de um conjunto de ações desenvolvidas pelo executivo autárquico para estimular o envolvimento dos jovens para com o seu território e para elevar a sua satisfação em pertencer-lhe.

“Queremos que os jovens gostem cada vez mais de viver em Vila Nova de Famalicão e para isso procuramos dar-lhes as melhores condições para estudarem, mas também os indispensáveis espaços para se divertirem e para se enriquecerem culturalmente”, assinala o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, que reconhece que “o desenvolvimento de uma cidadania ativa não está dissociado do nível de satisfação dos jovens com o seu meio”.
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<![CDATA[Dia do Concelho premeia visão de futuro]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_dia_do_concelho_premeia_visao_de_futuro </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=106298&h=d9af1" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Eram três horas da tarde do dia 28 de setembro de 1835 quando António Ribeiro de Queiroz Moreira deu início, na velha e nobre Casa do Paço, à primeira reunião da Comissão Municipal fundadora do Concelho de Vila Nova de Famalicão, que abriu e definiu os destinos à terra de Vila Nova. A Casa do Paço, no lugar do terreiro, adiante Praça da Mota, hoje Praça 9 de Abril, já não existe, mas o município de Vila Nova de Famalicão, esse, está como porventura os seus fundadores seriam incapazes de imaginar, sendo um dos maiores e empreendedores municípios portugueses.

É este acto fundador e inspirador que o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, quer que ilumine e inspire por muitos anos os famalicenses. Por isso, a partir deste ano, o Dia do Concelho será celebrado com uma Sessão Solene que faz justiça à História de Vila Nova de Famalicão, mas que ao mesmo tempo atualiza as intenções dos sete cidadãos famalicenses que, em 1835 concorreram para a criação do concelho, lançando os alicerces do futuro.

É este o contexto que está na base da cerimónia que vai acontecer nesta quarta-feira , 28 de setembro, pelas 18h30, nos Paços do Concelho, e onde serão entregues os primeiros selos Famalicão – Visão 25 que identificam e reconhecem os projetos e ações de empresas e instituições com impactos assinaláveis no território, na economia e na sociedade, cujo carácter inovador e inspirador expressam os valores e reforçam a identidade famalicense, impulsionam o crescimento inteligente, sustentável e inclusivo e promovem a afirmação territorial do concelho de Vila Nova de Famalicão a nível local, nacional e global.

É pois uma iniciativa a olhar essencialmente para o futuro aquela que vai acontecer em Famalicão na próxima quarta-feira, alinhada com as diretrizes do Plano Estratégico de Vila Nova de Famalicão que aponta para o desenvolvimento de um concelho externamente reconhecido como uma sociedade coesa e solidária, com uma elevada performance da sua economia de produção ao nível das exportações e com elevada incorporação tecnológica, integrado em redes globais coletivas, em convivência com uma paisagem urbano-rural hipocarbónica, ambientalmente qualificada e única.
A cerimónia realiza-se no exterior dos Paços do Concelho, sendo aberta à participação de todos os cidadãos.
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<![CDATA[Casa de Camilo assinala 150 anos de “A Queda dum Anjo” com edição em Mirandês]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_casa_de_camilo_assinala_150_anos_de_a_queda_dum_anjo_com_edicao_em_mirandes </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=106309&h=08f3e" width="148px" height="202px" border="0"/></p> Cento e cinquenta anos depois do lançamento da primeira edição de “A Queda dum Anjo” de Camilo Castelo Branco, a obra foi traduzida em língua mirandesa, por Alfredo Cameirão, e vai ser apresentada na Biblioteca da Assembleia da República. É esta a grande homenagem da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Casa de Camilo a “Calisto Elói de Silos e Benevides de Barbuda, morgado da Agra de Freimas, nascido em 1815, na aldeia de Caçarelhos, termo de Miranda”, o herói deste romance satírico de Camilo. A iniciativa insere-se no programa da 3.ª edição dos Encontros Camilianos de São Miguel de Seide, que vai realizar-se a 7, 8, 15 e 18 de outubro, em Vila Nova de Famalicão, Caçarelhos em Vimioso, Miranda do Douro e Lisboa.

Considerada a mais atual e moderna obra de Camilo Castelo Branco, “A Queda dum Anjo” descreve de maneira caricatural a vida social e política portuguesa, através de uma parábola humorística na qual o protagonista, Calisto, um fidalgo austero e conservador, encarna de maneira satírica o povo português. Ao ser eleito deputado, Calisto vai para Lisboa, onde se deixa corromper pelo luxo e pelo prazer que imperam na capital.

“A Queda dum Anjo” dá assim o mote para mais uma edição dos Encontros Camilianos, que este ano se estendem ao longo de quatro dias, e em quatro localidades.

Do vasto e diversificado programa destaque ainda para a entrega do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco à escritora Teresa Veiga e para a apresentação das obras “As Aventuras de Basílio Fernandes Enxertado e Coração, Cabeça e Estômago”, da editora Glaciar, por João Paulo Braga, Jorge Reis Sá e Sérgio Guimarães de Sousa. A abertura dos encontros ficará também marcada pela apresentação do carimbo do dia dos CTT, evocativo dos 150 anos da primeira edição de “A Queda de um Anjo”.

Ao todo, a iniciativa conta com quatro painéis e cerca de dez temas a debate. No dia 15 de outubro, será realizada uma visita a Caçarelhos e Miranda do Douro, cenários do romance camiliano, onde será apresentada a obra em mirandês. No dia 18, os participantes dos Encontros Camilianos serão convidados para uma visita a Lisboa, onde para além de um roteiro camiliano, se realizará uma mesa redonda com Francisco José Viegas e Pedro Mexia sob o tema “A atualidade d’A Queda dum Anjo, de Camilo Castelo Branco”. Depois de uma visita ao Palácio de Belém, a versão da obra em mirandês será apresentada na Biblioteca da Assembleia da República. Uma peça de teatro, uma exposição e uma feira do livro camiliano encerram o programa.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha “esta 3.ª edição dos Encontros Camilianos apresentam um programa bastante atrativo e ambicioso, perseguindo o objetivo de promover o debate e a reflexão interdisciplinar em torno das temáticas camilianas, contribuindo, assim, para a melhor divulgação da vida e da obra de Camilo Castelo Branco e para sedimentar a sua política de intervenção cultural e científica a favor da Língua e da Cultura portuguesas.”

De referir ainda que parte científica do programa conta com a participação de especialistas nacionais e estrangeiros na temática camiliana, que se debruçarão sobre a obra do romancista, e particularmente sobre A Queda dum Anjo, numa variedade de perspetivas por ela suscitada.

Programa e inscrições clique aqui
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<![CDATA[Famalicão cada vez mais forte nas exportações]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_famalicao_cada_vez_mais_forte_nas_exportacoes </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=106273&h=032c4" width="302px" height="202px" border="0"/></p> Os primeiros indicadores relativamente às exportações das empresas famalicenses apontam para uma excelente notícia: Vila Nova de Famalicão vai reforçar o volume total de vendas para o exterior, com previsões de 1,9 mil milhões de euros, impondo-se ainda mais como terceiro concelho mais exportador de Portugal.

A revelação foi avançada pelo Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, na conferência “Des(a)fiar o Tempo da Indústria: Poderes e Território”, que decorreu ao longo deste sábado, 24 de setembro, no CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário, e que contou com a presença do Ministro da Economia. Caldeira Cabral foi também ele porta-voz de novidades, anunciando que o Governo vai reforçar, ainda este ano, os apoios aos centros tecnológicos do país.

No caso das exportações famalicenses, em causa está um incremento de 8% em 2015 face a 2014, novamente superior à média nacional, atestando ainda a tendência de crescimento verificada já desde 2012. “É um salto enorme”, expressou Paulo Cunha, salientando que Vila Nova de Famalicão “é assim, pela sua vocação exportadora, um contribuinte líquido, genuíno e construtivo do país”.

Aproveitando a presença de Caldeira Cabral, o autarca deixou ainda, na intervenção de abertura desta conferência, uma referência ao Centro de Competências do Agroalimentar para o Sector das Carnes. Paulo Cunha reafirmou a ambição do município por este projeto que classifica como de dimensão nacional e vocação internacional. “Senhor Ministro, é um centro de competências de nova geração, que tem como missão potenciar o aumento da competitividade e a inovação das empresas da fileira, aproveitando a forte capacidade instalada, sem precisar de uma infraestrutura física”, lembrou.

A propósito, o governante, no anúncio ao reforço dos apoios aos centros tecnológicos, disse esperar que também o centro de competências do agroalimentar “possa beneficiar deste programa”.

Caldeira Cabral deixou um elogio à dinâmica empresarial e industrial do concelho que considerou servir de “exemplo para o país”. “Um bom exemplo de indústria moderna, diversificação, investimento direto estrangeiro e de acolhimento de investimento direto português”, retratou, enaltecendo ainda o papel da Câmara Municipal no apoio às empresas e aos industriais.
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<![CDATA[Novo parque de estacionamento premeia utilizadores dos transportes públicos]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_novo_parque_de_estacionamento_premeia_utilizadores_dos_transportes_publicos </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=106253&h=cc4d4" width="302px" height="202px" border="0"/></p> Já está a funcionar, em Vila Nova de Famalicão, o novo parque de estacionamento que incentiva os famalicenses para a utilização dos transportes públicos, nomeadamente o comboio e o autocarro. O novo espaço, localizado na zona poente da cidade, junto à estação ferroviária, abriu esta quinta-feira, em que se assinala o Dia Europeu sem Carros e, tem como objetivo facilitar a utilização dos transportes públicos, proporcionando aos seus utentes um espaço gratuito vigiado para deixarem o seu veículo.

“Estamos empenhados em construir uma cidade sustentável, mais amiga do ambiente, com maior qualidade de vida para a população, mas também uma cidade com maior mobilidade, que sirva as necessidades das pessoas com conforto e facilidade”, referiu a propósito o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

O parque tem lugar para 70 viaturas, sendo de utilização gratuita para quem detenha um título de transporte público válido – comboio e autocarro. Para os restantes utilizadores aplica-se o preço fixado no Regulamento Municipal de Taxas Municipais que fixa o valor de 0,20€ pela primeira fração de quinze minutos e de 0,10€ da segunda à quarta fração de quinze minutos, diminuindo progressivamente o valor a partir daí.

É vigiado por funcionários do município e disponibiliza ainda de um espaço para estacionamento de bicicletas de utilização livre. O horário de funcionamento é entre as cinco horas da manhã e as duas da madrugada, sendo ajustado aos horários dos transportes coletivos. Além disso, o parque serve os utilizadores do Voltas, o novo serviço de transporte urbano rodoviário para fomento da mobilidade das pessoas no interior da cidade que também foi lançado nesta quinta-feira. Uma das paragens do Voltas está localizada mesmo junto ao parque.

Neste âmbito, Paulo Cunha deixa um desafio aos famalicenses e visitantes da cidade para que “experimentem utilizar os transportes públicos e deixem-se surpreender pela funcionalidade de comodidade destes veículos”.
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<![CDATA[Andar às voltas em Famalicão com o carro em casa]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_andar_as_voltas_em_famalicao_com_o_carro_em_casa </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=106260&h=1adf6" width="302px" height="202px" border="0"/></p> Chama-se Voltas porque anda às voltas na cidade de Famalicão e é um transporte público rodoviário urbano que acrescenta argumentos de peso aos cidadãos para deixarem o carro em casa. O projeto, que resulta de uma parceria estabelecida entre a Câmara Municipal e a operadora de transportes Arriva, possibilita viagens gratuitas no centro da cidade para os portadores de um título válido de transporte coletivo rodoviário.

A primeira volta do Voltas aconteceu hoje, 22 de setembro, Dia Europeu sem Carros e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e do Presidente da Comissão Executiva da Arriva Portugal/Norte, Manuel Oliveira.

“Trata-se de uma aposta na mobilidade das pessoas, libertando-as dos constrangimentos do sempre difícil estacionamento citadino e proporcionando-lhes uma alternativa válida e confortável de circulação. É também, por isso, uma aposta na qualidade de vida que oferece a própria cidade, procurando-se uma diminuição do trânsito citadino”, explica o Presidente da Câmara Municipal.

O Voltas circula de segunda a sexta-feira, entre as 7h30 e as 19h00, realizando um percurso circular permanente que liga parques de estacionamento gratuitos, estações de transportes coletivos e os principais serviços públicos da cidade. Realiza paragens na Central de Camionagem, Biblioteca Municipal, Parque da Devesa (CITEVE), Tribunal, Rotunda de Santo António, Hospital, Universidade Lusíada, Rotunda 1.º de Maio, Centro de Saúde, Estação Ferroviária.

As paragens do Voltas estão identificadas como tal e fornecem informação detalhada quanto aos horários e circuitos do serviço. Cada volta dura aproximadamente 20 minutos. Para as pessoas que não detenham título de transporte rodoviário válido do dia, cada viagem no Voltas custa 1 euro.

O projeto tem também uma importante dimensão social, uma vez que permite aos seniores detentores do Passe Sénior Feliz a circulação gratuita no Voltas, proporcionando-lhes acesso direto aos principais serviços públicos de Famalicão.


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<![CDATA[Concurso de gado, desfolhada e vacada na Feira Grande de S. Miguel]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_concurso_de_gado_desfolhada_e_vacada_na_feira_grande_de_s_miguel </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=106231&h=1739e" width="304px" height="202px" border="0"/></p> À primeira vista estranha-se, mas no fundo é concurso de beleza como outro qualquer. Avalia-se o estado dos dentes, a suavidade do pelo e o brilho dos cornos, mas também a elegância, a postura e graça no desfilar. O concurso de gado da Feira Grande de S. Miguel de Vila Nova de Famalicão é, sem dúvida, um dos momentos mais aguardados pelos criadores de gado da região. E à semelhança dos outros anos, espera-se a participação de várias centenas de cabeças de gado. O concurso realiza-se já no próximo dia 29 de setembro e marca o arranque do evento, que vai decorrer até 2 de outubro na Praça D. Maria II, bem no centro da cidade.

A Feira Grande de S. Miguel é uma das tradições mais antigas do concelho, tendo sido instituída em 1205, aquando da atribuição do Foral de Vila Nova, pelo rei D. Sancho I.  As colheitas dos agricultores da região dão o mote para a Feira Grande, era assim no passado e continua a ser assim no presente, com os produtos mais frescos e naturais da terra a atraírem muita gente à feira. Mas este é também o tempo das vindimas e das desfolhadas, dos arraias e das romarias. E, acima de tudo, é tempo para reviver as tradições com alegria e muita animação.

Para além do concurso de gado, destaque ainda para a Vacada, na noite de 1 de outubro, um evento em que uma vaca é solta, numa espécie de arena, para ser “pegada” pelos populares. Referência ainda para o desfile de charretes, a exposição de gado bovino e equino e a desfolhada minhota que encerra o evento na noite de domingo, dia 2. A música com os cantares tradicionais e o mercado de S. Miguel são iniciativas que decorrem diariamente durante o evento.

Para o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, a Feira Grande de S. Miguel representa “um importante legado histórico sobre as origens e o desenvolvimento de Famalicão”. “Se por um lado, estamos a proporcionar aos agricultores a possibilidade de escoarem os seus produtos, por outro, estamos a preservar e transmitir às novas gerações os costumes e tradições há vários séculos associados às nossas gentes”.

E explicou “quando D. Sancho I concedeu o Foral às terras de Vila Nova ordenou que aqui se fizesse uma feira, como forma de estimular a atividade comercial para desenvolver este seu reguengo. Hoje, a Feira continua a fazer-se, e para além da importância comercial, o evento ganhou uma importância cultural e turística.”

O programa completo pode ser consultado aqui


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<![CDATA[Close-Up exibe vinte e cinco filmes entre 27 e 30 de outubro]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_closeup_exibe_vinte_e_cinco_filmes_entre_27_e_30_de_outubro </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=106222&h=b6272" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Quatro dias, vinte e cinco filmes, oito secções temáticas e mais de duas dezenas de convidados. Vai ser assim, numa verdadeira maratona cinematográfica, com uma média de seis filmes por dia, que o Close-Up Observatório de cinema de Vila Nova de Famalicão se vai apresentar ao público entre 27 e 30 de outubro, na Casa das Artes. O programa do observatório foi apresentado nesta terça-feira, na Escola Secundária Camilo Castelo Branco, perante várias dezenas de alunos do curso de audiovisual, e contou com as presenças do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e do programador, Vítor Ribeiro.

Paulo Cunha explicou as razões que levaram a autarquia a apostar num observatório de cinema, salientando que “ao longo dos anos, o cinema foi perdendo o seu espaço, enquanto veículo de fruição artística”. E, o que se pretende, de acordo com o autarca, é recuperar o grande potencial artístico do cinema que “vai muito além de uma mera distração, e da dimensão comercial, podendo desempenhar um importante papel na formação das pessoas”. É neste âmbito, que “cabe à autarquia criar condições para que a comunidade possa usufruir dessas propostas”, esclareceu.

Assim, através de uma programação intensa e eclética, o close-up conta com a realização de 25 sessões comentadas de cinema contemporâneo e com trilhos pela história do cinema, sessões para escolas e para famílias, debates, instalações e ainda muita música. De acordo com Vítor Ribeiro, para além deste programa, o observatório “terá também uma programação contínua ao longo de todo o ano”. Com entrada gratuita para estudantes, seniores e para associados de cineclubes, o restante público paga dois euros ou um euro com o cartão do quadrilátero cultural.

Para já, destaque para a sessão de abertura do Close-Up que irá cruzar a música com o cinema, no filme Marinheiro de Água Doce. No que diz respeito às secções, referência para as “Paisagens Temáticas” com uma abordagem a oito filmes sobre o Holocausto. “Histórias do Cinema” é outra das secções, desta vez, direcionada para a cultura japonesa, após a 2.ª Guerra Mundial, com a apresentação de seis filmes. O observatório terá também uma secção de produção portuguesa, com Fantasia Lusitana, que conta com a exibição de oito filmes.

Cinema Mundo direciona-se para o artista e cineasta Gabriel Mascaro, com a exibição em antestreia de cinco longas-metragens de um dos mais importantes cineastas do cinema brasileiro atual.
Destaque ainda para as seções direcionadas para a Infância e Juventude, com oito filmes, para o Cinema para as Escolas, com cinco filmes, e para o Cinema para Famílias, com sete filmes. O Cinema para as Escolas conta com a participação do Agrupamento de Escolas de Camilo Castelo Branco e ainda da Faculdade de Arquitetura da Universidade Lusíada.

Paralelamente ao cinema decorre a temática Extrapolações, com uma instalação de vídeo de Luciana Fina (1 a 31 de outubro, no flyer) e com o DJ Vicente Pinto Abreu (27 de outubro, no Café-Concerto), entre outros momentos culturais e artísticos. Haverá ainda oportunidade para a sessão especial “O Ornitólogo” de João Pedro Rodrigues, que venceu recentemente o prémio de melhor realização no Festival de Locarno, evento tradicionalmente associado aos circuitos "alternativos" da produção internacional.

Do rol de comentadores convidados, destaque para as presenças da jornalista Clara Ferreira Alves, do poeta, critico e cronista Pedro Mexia, do diretor e programador do Indie Lisboa, Nuno Sena, do crítico de cinema, Vasco Câmara e dos realizadores dos filmes a exibir.

Paulo Cunha aproveitou a oportunidade para salientar que a câmara municipal “tem procurado fazer uma aposta no cinema que vá muito além da dimensão meramente comercial, que é aquilo que a maioria dos cidadãos conhece”, referindo que Famalicão tem aumentado “de uma forma exponencial as propostas no cinema.”
O autarca destacou ainda o concurso de cinema jovem, Ymotion, promovido pelo pelouro da juventude como “o exemplo de um projeto bem-sucedido de cinema muito focado e muito voltado para os mais jovens.”
Toda a programação está disponível em www.closeup.pt/

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<![CDATA[Ministro da Economia em Famalicão para conferência sobre a indústria do futuro]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_ministro_da_economia_em_famalicao_para_conferencia_sobre_a_industria_do_futuro </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=106208&h=a0ca9" width="303px" height="202px" border="0"/></p> O Ministro da Economia estará sábado em Famalicão para participar numa conferência sobre a indústria do futuro em Portugal. Caldeira Cabral será um dos oradores da sessão de abertura, agendada para as 10h00, para além do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e do Presidente do Conselho de Administração do CITEVE, António Amorim.

Denominada “Des(a)fiar o Tempo da Indústria: Poderes e Território”, esta conferência reunirá um leque alargado de especialistas, investigadores, entidades públicas e empresários que, durante todo o dia, nas instalações do CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário, vão refletir sobre os desafios e as oportunidades da indústria no futuro, tendo por base o longo processo histórico de industrialização do Vale do Ave e, em particular, de Vila Nova de Famalicão.

Entre outras presenças confirmadas destacam-se Miguel Cruz, Presidente do IAPMEI; Paulo Vaz, Diretor Geral da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal; José Carlos Caldeira, Presidente da ANI; José Alexandre Oliveira, Presidente do Conselho de Administração da Riopele; Isabel Furtado, Administradora do Grupo TMG; Raquel Vieira de Castro, Administradora da Vieira de Castro e Pedro Carreira, Presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor.

O debate será moderado por Mário Rui Silva, Professor Associado da Universidade do Porto.

Organizada pela Câmara Municipal, através da Casa do Território, e a ADRAVE – Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave, a conferência assinala o encerramento da exposição “Des(a)fiar o Tempo da Indústria”, patente ao público na Casa do Território, desde abril e até final deste mês de setembro, propondo um olhar sociológico e histórico ao processo de industrialização.

INSCRIÇÕES
A participação é gratuita mas está sujeita a inscrição obrigatória, AQUI.

PROGRAMA (download)
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<![CDATA[Boletim Cultural é legado para o futuro]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_camara_apresenta_renovado_boletim_cultural </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=106280&h=e16ae" width="302px" height="202px" border="0"/></p> “Cada edição do Boletim Cultural é um pedaço da nossa identidade que salvaguardamos do tempo e mantemos vivo na memória das gerações”. É desta forma que o presidente da Câmara, Paulo Cunha, apresenta uma renovada edição do Boletim Cultural de Vila Nova de Famalicão que já é publicado há 36 anos.
Os números 8 e 9 da IV Série do Boletim Cultural foram reunidos numa edição bianual, 2014 e 2015, e foram apresentados publicamente no passado sábado, 24 de setembro, nos Paços do Concelho pelo Presidente da Câmara Municipal e pelo coordenar científico da publicação, Artur Sá da Costa.
“A história política tem, neste número, um apreciável destaque, com incidência em dois períodos importantes da história contemporânea: a I República e a Oposição Democrática ao Estado Novo. Juntam-se a eles outros dois temas já recorrentes: O Património Cultural e as Raízes Históricas e Seculares de Vila Nova de Famalicão”, apresenta Artur Sá da Costa.
O Boletim Cultural de Vila Nova de Famalicão teve a sua primeira edição em 1980, a acompanhar o primeiro grupo de boletins culturais publicados por algumas autarquias portuguesas após as primeiras eleições autárquicas nacionais de 1976. “O seu aparecimento correspondeu a uma das primeiras apostas da política local autárquica em matéria cultural”, explicou Artur Sá da Costa, defendendo a sua importância e atualidade.
A obra reúne um conjunto de trabalhos de investigação sobre a história, cultural e património famalicense da autoria de Artur Sá da Costa, Filipa Sousa Lopes, José Manuel Tengarrinha, Paulo Campos Correia, Maria de Fátima Castro, Norberto Ferreira da Cunha, António José Queiroz, Jorge Fernandes Alves, Odete Paiva, Amadeu Gonçalves, António Joaquim Pinto da Silva, José Manuel Lages, Luis Gonzaga Cardoso de Almeida, Rafaela Adriana Marques de Sousa, João Afonso Machado, Justino Magalhães e Rogério Bruno Magalhães.
Foi a este autores que o presidente da autarquia agradeceu a “disponibilidade em partilharem, de forma desinteressada e voluntariosa, o conhecimento que têm com os cidadãos”. “São textos que correspondem a muitas horas de trabalho e de dedicação e que são um importante legado para o futuro”, disse Paulo Cunha, desafiando estes e outros autores a prepararem desde já uma nova edição do Boletim Cultural.
O Boletim Cultural de Vila Nova de Famalicão pode ser consultado na rede de leitura pública do concelho (biblioteca e polos), e adquirido na livraria municipal, na Casa do Território.

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