Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.vilanovadefamalicao.org Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad <![CDATA[Close-Up encerra hoje com espetáculo inédito dos Dead Combo]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_closeup_encerra_hoje_com_espetaculo_inedito_dos_dead_combo </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=114853&h=62e2f" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Os Dead Combo regressam este sábado à noite à Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão para um filme-concerto onde vão sonorizar três curtas-metragens – “Rita ou Rio”, “Vigário Sport Club” e “Hipnotismo ao Domicílio” – realizadas em 1927 por Reinaldo Ferreira, também conhecido por Repórter X.

A atuação de Tó Trips e Pedro Gonçalves é o grande destaque do programa do último dia do Close-Up – Observatório de Cinema, que arrancou no passado sábado, dia 14 de outubro, e que nos últimos dias colocou o concelho famalicense no mapa dos eventos cinematográficos do país.

O filme-concerto deste sábado está marcado para as 21h30, no grande auditório, e promete ter um misto de novas composições com algumas adaptações de temas bem conhecidos da banda portuguesa.

Mas há muito mais para ver no último dia do Close-Up.

O dia começa pelas 15h30 com a apresentação, no pequeno auditório, de oito curtas-metragens da cineasta famalicense Tânia Dinis, das quais se destaca a estreia de “Armindo e a Câmara Escura”.

Para as 16h00 está agendada uma sessão para toda a família, com a exibição do filme de animação “O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu, ao qual se segue a realização do workshop “O Filme que eu danço”, onde todas as crianças serão convidadas a “descobrir a(s) histórias(s) dentro da história, ser capaz de dançar um filme, potenciando-se a experimentação e fruição artísticas entre diferentes gerações”.

O cinema continua às 17h45 e às 18h00 com a exibição dos filmes “O Amigo Americano” de Wim Wenders e “Eis o Admirável Mundo em Rede”, de Werner Herzog, respetivamente.

Depois do filme-concerto dos Dead Combo, o Close-Up encerra às 23h15, no café-concerto, com a exibição do documentário “Stop Making Sense”, realizado em 1984 por Jonathan Demme e que regista a energia tremenda e o carácter festivo de uma atuação ao vivo dos Talking Heads.

Mais informações em www.closeup.pt.]]>
<![CDATA[Famalicão vai continuar a ser amigo das famílias e das empresas em matéria fiscal]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_famalicao_vai_continuar_a_ser_amigo_das_familias_e_das_empresas_em_materia_fiscal </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=114839&h=1fc89" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Desde 2013 que a política fiscal do município de Vila Nova de Famalicão se mantém constante e inalterável. Significa isto que as empresas que não ultrapassem os 150 mil euros em volume de negócios no concelho vão continuar isentas do pagamento do imposto sobre o lucro (derrama), enquanto os munícipes vão manter os benefícios de uma taxa reduzida de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), 0,35% para os prédios urbanos avaliados.

No que respeita a este imposto, a autarquia volta a aderir ao IMI social, beneficiando as famílias famalicenses com dois ou mais filhos a seu cargo. Na prática, os agregados familiares famalicenses com dois dependentes vão ter uma dedução fixa de 40 euros, enquanto as famílias com três ou mais dependentes vão ter uma dedução fixa de 70 euros.

Na primeira reunião da Câmara Municipal realizada após as eleições autárquicas de 1 de outubro, que decorreu esta quinta-feira, 19 de outubro, o novo executivo aprovou o pacote fiscal para 2018.

“A estabilidade é um referencial positivo sobre o qual as pessoas podem alicerçar com maior segurança as suas decisões”, afirmou Paulo Cunha, salientando a importância desta “na credibilidade fiscal, na segurança e na confiança dos cidadãos para investirem e planearem”.

“Queremos que as pessoas saibam com aquilo que podem contar, porque reconhecemos a importância do valor da estabilidade. Sabemos o quanto a matéria fiscal é decisiva para que as pessoas escolham Vila Nova de Famalicão para investir, mas também para viver”, explicou o autarca.

Assim, em Vila Nova de Famalicão a derrama sobre o lucro tributável das empresas (IRC) volta a fixar-se em 1,2%, quando a taxa máxima a aplicar pela autarquia poderia ser de 1,5%. Uma excelente notícia para todas as empresas famalicenses com um volume de negócios superior a 150 mil euros.
De resto, já se sabe que todas as outras com lucros que não ultrapassem aquele valor – e que representam a maioria do tecido empresarial famalicense – estão isentas, numa decisão que representa um grande esforço financeiro para o município e que traduz o reconhecimento da importância que as PME têm como motor económico, nomeadamente ao nível da criação de emprego.

Quanto à participação do município no Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRS), a taxa ficará novamente fixada nos 5 por cento.

]]>
<![CDATA[Famalicão assinala 150 anos de nascimento de Silva Mendes]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_famalicao_assinala_150_anos_de_nascimento_de_silva_mendes </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=114827&h=fa335" width="160px" height="202px" border="0"/></p> Na próxima segunda-feira, 23 de outubro, assinalam-se os 150 anos do nascimento de Manuel da Silva Mendes, um famalicense que se distinguiu como um dos intelectuais mais representativos da história de Macau, no primeiro quartel do século XX.

De espírito multifacetado, Manuel da Sousa Mendes foi professor e reitor do Liceu de Macau, advogado, juiz, filósofo, político, sinólogo, escritor e teve ainda tempo para se dedicar ao estudo da filosofia taoísta e para se embrenhar nos exigentes meandros da arte chinesa, como erudito e colecionador.

Para assinalar a data a Associação Amigos do Livro em Macau com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Fundação Jorge Álvares promovem um colóquio, que vai decorrer na próxima segunda-feira, no Centro de Estudos Camilianos, em São Miguel de Seide. A iniciativa ficará ainda marcada pelo lançamento do livro “Manuel da Silva Mendes: Memória e Pensamento”.

No colóquio, que terá início às 9h30, e se prolongará na parte da parte, participam Ana Cristina Alves (“O taoismo de Silva Mendes”), António Aresta (“Manuel da Silva Mendes, um intelectual português em Macau”), António Graça de Abreu (“Manuel da Silva Mendes e Camilo Pessanha, a Inimizade Inteligente”), Amadeu Gonçalves (“Manuel da Silva Mendes: 150 Anos entre V. N. de Famalicão e Macau e/ou entre o anarquismo e o taoismo”), Aureliano Barata (“Manuel da Silva Mendes: um olhar sobre Macau e o seu ensino”), Norberto Cunha (“Silva Mendes e o Marxismo”) e Rui Lopo (“É preciso fazermo-nos chineses”: Do Orientalismo à Sinofilia – do expatriamento ao voto de Bodhisattva).

Pelas 18h00, será lançado o primeiro volume de uma coletânea sobre Silva Mendes, com cerca de 600 páginas, com o título “Manuel da Silva Mendes: Memória e Pensamento” que contém três ensaios sobre esta importante figura da história social de Macau, de autoria de António Aresta, Amadeu Gonçalves e Tiago Quadros, e todos os textos de Silva Mendes sobre Arte, Filosofia e Religião, Cultura e Tradições Chinesas publicados na Imprensa e em livro.

Segundo a editor Livros do Oriente, o testemunho e a obra de divulgação de Manuel da Silva Mendes – o exemplo de um português que conheceu, compreendeu e divulgou a cultura e as tradições chinesas – são únicos e, por isso, não podiam deixar de ser reeditados.

Silva Mendes, advogado, professor e intelectual, natural de São Miguel das Aves, na altura pertencente ao concelho de Vila Nova de Famalicão, e viveu em Macau, de 1901 a 1931, ano em que morreu.
Para além da bibliografia produzida em Portugal até à ida para Macau, tem vasta obra publicada neste território, sobretudo em publicações periódicas, que viriam a ser reunidas em volumes coordenados pelo sinólogo macaense Luís Gonzaga Gomes, nos anos 60 do século passado.

Foi também, na época, um dos maiores colecionadores de arte chinesa, constituindo o seu espólio, adquirido à viúva pelo Governo de Macau pouco depois da sua morte, um acervo muito importante do Museu de Arte de Macau.

Dominando a língua chinesa e profundo conhecedor da sua cultura, Silva Mendes foi, no início do século XX, o principal e o primeiro divulgador da Cultura, da Filosofia e da Religião Chinesas, conhecimento que lhe advinha do contacto direto com artistas, pensadores e com os bonzos – sobretudo do mosteiro de Choc Lam – com quem privava e discutia estes assuntos.
]]>
<![CDATA[4.º Festival de Fado decorre a 3 e 4 de novembro ]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_4o_festival_de_fado_decorre_a_3_e_4_de_novembro </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=114817&h=02bfa" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Nos próximos dias 3 e 4 de novembro, a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão vai ser palco da quarta edição do Festival de Fado.

A primeira noite do evento é dedicada aos novos talentos com a realização do Concurso de Fado Amador, que decorrerá no Café-Concerto, a partir das 21h30, com cerca de uma dezena de participantes e com a atuação especial do fadista Joaquim Macedo. 

Para a segunda noite do Festival está agendada a Grande Noite do Fado, que decorrerá no Grande Auditório, a partir das 21h30.

Os famalicenses Pedro Marão, Maria do Sameiro e Patrícia Costa, o lisboeta Rui Vaz e o vimaranense Miguel Xavier são os artistas convidados.

A iniciativa é promovida pela Câmara Municipal, através do Departamento da Cultura, e é de entrada livre.




]]>
<![CDATA[Câmara abre “Portas da História” com edição sobre percurso coletivo do município ]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_camara_abre_portas_da_historia_com_edicao_sobre_percurso_coletivo_do_municipio </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=114810&h=46187" width="303px" height="202px" border="0"/></p> “Um contributo para se conhecer e ajuizar o trabalho coletivo realizado no percurso de quase duas centúrias, desde os primórdios da criação do concelho em 1835 até à atualidade. São páginas novas, servidas por uma fita do tempo, que relatam pela primeira vez acontecimentos, e balizam datas relevantes do nosso percurso coletivo, penetrando em períodos históricos até hoje ignorados e esquecidos pela historiografia”. É desta forma que o investigador famalicense Artur Sá da Costa apresenta a obra “Portas da História – Vila Nova de Famalicão 1835-2015” recentemente editada em dois volumes pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

Com textos de António Joaquim, Amadeu Gonçalves, Artur Sá da Costa e Daniel Faria, coordenação de António Joaquim e José Agostinho Pereira e design gráfico de Raquel Bragança, a obra é “mais um contributo para o conhecimento e aprofundamento da História de Vila Nova de Famalicão, muito particularmente desde a fundação do concelho, em 1835, quando as terras de Vila Nova se libertaram do domínio de Barcelos, conquistando autonomia política, até aos nossos dias”, reforça o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha na nota de abertura.

O primeiro volume explora o percurso coletivo de Vila Nova de Famalicão enquanto município, desde a sua fundação, ainda na Monarquia Constitucional, até à Segunda República com olhar atento sobre as primeiras décadas da municipalidade, a cruzada republicana no concelho e a afirmação da oposição democrática, entre outos temas. O segundo volume desenvolve-se a partir da Revolução de 25 de Abril de 1974 e o papel das autarquias locais, nomeadamente o contributo de Vila Nova de Famalicão, prosseguindo pela Terceira República adentro. Uma cronologia da autoria de Amadeu Gonçalves entre 1835 e 2015 dá-nos no último terço da obra “o esqueleto do tempo que forma os fundamentos de tudo o resto”.

“Famalicão terra sem história, foi, talvez, o paradigma que mais custou a destruir, ao longo deste tempo”, refere no texto final o coordenador António Joaquim Pinto da Silva a que deu o titulo de “A Reconstrução da História”. E termina: “Se não sabemos quem somos, também não sabemos para onde vamos”.

“Estamos convocados a ler”, diz Artur Sá da Costa em jeito de desafio garantindo que “quem o fizer viverá a surpresa de ser obrigado a rever opiniões e juízos tomados até hoje como certos e consensuais”. E acrescenta: “O que parece seguro, é que afinal temos um passado histórico. Investigamos e vencemos o atávico complexo de filhos órfãos da história. Sabemos quem somos. Temos uma identidade territorial, histórica e cultural.”

A obra encontra-se disponível para consulta na Rede Municipal de Leitura Pública de Vila Nova de Famalicão e para aquisição na Livraria Municipal, sita na Casa do Território, no Parque da Devesa.
]]>
<![CDATA[Famalicão líder no Ave em empresas de base tecnológica]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_famalicao_lider_no_ave_em_empresas_de_base_tecnologica </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=114803&h=5ca2b" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Vila Nova de Famalicão é o concelho do Ave com “maior proporção” de empresas em sectores de alta e média-alta tecnologia no triénio 2013-2015. A informação consta do Retrato Territorial de Portugal, publicação do Instituto Nacional de Estatística (INE), recentemente divulgada.

Num capítulo designado “A competitividade e a inovação nas regiões portuguesas”, que analisa vários indicadores, Vila Nova de Famalicão surge a liderar na NUT III Ave com a maior concentração de empresas de base tecnológica, segundo a localização da sede, nesse período de três anos.

Na verdade, o tecido empresarial do concelho famalicense é cada vez mais caracterizado pela forte integração tecnológica. Aliás, uma vertente que, aliada à componente de inovação, é bem evidente em muitos produtos das empresas sediadas ou instaladas em Famalicão. Além disso, as duas universidades (Lusíada e CESPU) e os dois centros tecnológicos (CITEVE e CeNTI), sediados em Vila Nova de Famalicão, fomentam o conhecimento, a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação.

De acordo com o INE, os sectores de alta e média-alta tecnologia compreendem as empresas classificadas nas indústrias de alta tecnologia, indústrias de média-alta tecnologia e os serviços intensivos em conhecimento de alta tecnologia.

Em Portugal, no triénio 2013-2015, os sectores de alta e média alta tecnologia, correspondiam a 1,8% do total das empresas portuguesas, sendo responsáveis por 5,4% do pessoal ao serviço e por 11,4% do VAB gerado pelo tecido empresarial português.
]]>
<![CDATA[Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco a consagrar escritores há 25 anos]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_grande_premio_de_conto_camilo_castelo_branco_a_consagrar_escritores_ha_25_anos </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=114791&h=be650" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Do alto dos seus 77 anos, Teolinda Gersão apresentou-se, sábado, na Casa de Camilo com a naturalidade e o à-vontade próprio das escritoras consagradas. A autora de "Prantos, amores e outros desvarios" foi contemplada com o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, atribuído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e pela Associação Portuguesa de Escritores (APE).

Num discurso bastante eclético, a escritora falou do país e da literatura. Disse que “os portugueses não podem ser um povo sem voz” e confessou-se como grande admiradora da obra de Camilo. “É uma alegria enorme ver o meu trabalho reconhecido e é uma grande honra estar aqui porque eu também sou uma grande leitora de Camilo Castelo Branco” salientou, referindo que “Camilo é um autor que escreve com carne e com sangue, com experiências de vida do que vê e do que o rodeia”.
Teolinda Gersão recebeu o prémio das mãos do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, na presença do presidente da APE, José Manuel Mendes, naquela que foi a 25.ª edição do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco.

Isso mesmo salientou José Manuel Mendes que enalteceu “os 25 anos de união com o município de Famalicão”. Também Paulo Cunha destacou a “cultura de compromisso” desenvolvida com a APE, corporizada neste prémio que “é a pedra angular do projeto camiliano”.

Sobre Teolinda Gersão, José Manuel Mendes salientou “a escritora singularíssima”, acrescentando que o seu nome está “entre os maiores da contemporaneidade”.

De resto, a porta-voz júri do prémio, Raquel Camacho realçou que “Teolinda é uma escritora que escreve a vida” e que revela um "domínio total das características do conto". A “língua cuidada, elegante, erudita" e a “capacidade de surpreender sucessivamente no conto seguinte, sendo que o anterior parecia ter sido, indubitavelmente, magistral", foram outras das caraterísticas sublinhadas pelo júri a propósito dos contos reunidos obra, editada pela Porto Editora.

Esta é a segunda vez que Teolinda Gersão recebe este prémio, tendo conquistado pela primeira vez em 2002 com "Histórias de ver e andar".
O Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, no valor de 7.500 euros, foi criado em 1991 pela APE em parceria com a autarquia de Vila Nova de Famalicão e distingue um autor português ou de um país africano de expressão portuguesa.

A entrega do Grande Prémio Camilo Castelo Branco integrou a 4.ª edição dos Encontros Camilianos de São Miguel de Seide, que decorreu durante os dias de sexta-feira e sábado, na Casa de Camilo, e que ficou também marcada por uma homenagem ao investigador e biógrafo camiliano Alexandre Cabral.
]]>
<![CDATA[Paulo Cunha pede atenção da Europa para a dimensão local e regional]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_paulo_cunha_pede_atencao_da_europa_para_a_dimensao_local_e_regional </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=114747&h=9db2f" width="270px" height="202px" border="0"/></p> “A Comissão Europeia deve olhar mais para as experiências locais na construção de comunidades mais resilientes”. A afirmação de Paulo Cunha foi proferida na Semana Europeia das Cidades e das Regiões da Europa - Open Days 2017, que decorreu em Bruxelas ao longo da última semana, e surgiu no enquadramento da realização de um encontro de partilha de experiências locais de resistência e de superação bem sucedidas, que reuniu na Casa da Noruega uma audiência multifacetada de representantes de mais de duas dezenas de regiões e cidades europeias (região de Castela e Leão (Espanha), Principado das Astúrias (Espanha), Cidade de Trondheim (Noruega), região de East England (Inglaterra), Região de Warmia e Mazury (Polónia), Região da Normandia (França), Região de Vastra Gotaland (Suécia), Condado de Hordaland (Noruega).

O desafio lançado por Paulo Cunha ao centro de decisão das políticas europeias surgiu, assim, depois da apresentação de múltiplos exemplos de iniciativas locais e regionais de vários países europeus, bem demonstrativos da capacidade empreendedora e inovadora dos agentes locais ao nível de políticas públicas, sobretudo ao nível da energia, sociedade da informação/”dados abertos” e transportes.

O exemplo de Vila Nova de Famalicão foi um dos temas em discussão no encontro “Parceiros Inteligentes para Comunidades Locais Resilientes”, com Paulo Cunha a mostrar à Europa a capacidade que “desde há largos anos” os famalicenses evidenciam de adaptação e de superação a condições adversas, tirando inclusivamente partido desses contextos históricos para transformações positivas ao nível do desenvolvimento.

Entre outras, o autarca apontou como exemplos dessa capacidade elástica e empreendedora dos famalicenses fazerem frente aos desafios que vão aparecendo no seu percurso coletivo, transformando inclusivamente contextos difíceis em alavancas de desenvolvimento, a criação em Famalicão, na primeira metade do Século XX, de cooperativas para a distribuição e fornecimento de energia às fábricas e populações, a resposta na última década do setor têxtil e de vestuário ao processo de integração europeia e de globalização mundial, a recente experiência de introdução do serviço de transporte público a pedido e o apoio, também recente, do município à instalação de uma central termoelétrica a biomassa florestal que pressupõe um acordo para a limpeza e recolha de resíduos florestais.

“Foi um momento de afirmação da capacidade empreendedora de Vila Nova de Famalicao no contexto Europeu e também uma oportunidade de aprendizagem a partir das práticas inovadoras de outros municípios e regiões da Europa”, disse o Presidente da Câmara Municipal, convicto que “as governações à escala europeia e nacional têm muito a aprender com as políticas públicas desenvolvidas ao nível local e regional.”
]]>
<![CDATA[Paulo Cunha quer desenvolvimento com substância]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_paulo_cunha_quer_desenvolvimento_com_substancia </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=114762&h=51a12" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Um concelho mais próspero, socialmente mais integrado, mais global, com uma maior presença e projeção internacional, construído com a participação de todos os cidadãos. Estes são, em linhas gerais, os grandes objetivos que o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, pretende atingir no ciclo autárquico 2017- 2021 que iniciou este domingo 15 de outubro, com a tomada de posse dos novos órgãos autárquicos do município.

O grande auditório da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão foi pequeno para acolher todos os famalicenses que quiseram testemunhar o arranque do novo ciclo autárquico, numa cerimónia que foi presidida pelo Presidente da Assembleia Municipal, Nuno Melo, também ele novamente empossado na sequência das eleições autárquicas do passado dia 1 de outubro.

Paulo Cunha preconiza “um mandato para os famalicenses” e, por isso, a proximidade e disponibilidade dos eleitos para com os eleitores vai continuar a ser uma marca forte do exercício autárquico em Vila Nova de Famalicão. Mais do que isso, os famalicenses são chamados a “envolver-se realisticamente no processo de gestão autárquica” através de uma política de governança envolvente e desafiante. “Vamos desenvolver uma Câmara Municipal cada vez mais próxima da comunidade, criando condições para granjear cumplicidades e compromissos com a sociedade civil e com todos os atores sociais”, adiantou o autarca que, recorde-se, mereceu a confiança de 67,3% dos eleitores de Vila Nova de Famalicão que compareceram às urnas nas recentes eleições para as autarquias locais.

“Estou absolutamente seguro que se nós conseguirmos abrir esta frente de relacionamento autárquico com toda a comunidade, os autarcas de freguesia, as instituições sociais, as empresas e os cidadãos, seremos muito melhor sucedidos porque não estaremos sozinhos”, explicou Paulo Cunha referindo que “um presidente de Câmara Municipal não se pode limitar a gerir recursos e afetá-los a necessidades, também tem que ter a vocação de mobilizar, de interpelar, de convocar e de motivar”.

Quanto a metodologia, o Presidente da Câmara Municipal fala na construção de um edifício assente nos quatro grandes pilares fundamentais que constituem a espinha dorsal do seu programa eleitoral. Prosperidade, onde entra, entre outras linhas de ação, a dinamização da economia, o combate ao desemprego e a afirmação da identidade através da cultura; inclusão social, através da introdução de mecanismos para a criação de igualdade de oportunidades e que permitam a mobilidade social; internacionalização, com a exportação de Vila Nova de Famalicão para a Europa e o Mundo; e a dimensão colaborativa, através da desejada cogestão da coisa pública.

“Queremos assegurar um desenvolvimento que tenha retorno para o concelho, cujos benefícios fiquem em Famalicão e sejam proveitosos para os famalicenses”, explicou Paulo Cunha falando na perseguição de um “bom desenvolvimento”. “Desenvolvimento simultaneamente inclusivo, inteligente e sustentável para o posicionamento de um município com resiliência social, autónomo, forte e, na medida do possível, imune às contingências nacionais e internacionais negativas.”
]]>
<![CDATA[Candidaturas às bolsas de estudo até 15 de novembro]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_candidaturas_as_bolsas_de_estudo_ate_15_de_novembro </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=114774&h=89202" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Decorre até 15 de novembro o período de candidaturas para a concessão de bolsas de estudo aos alunos famalicenses que frequentam o ensino superior (licenciatura e mestrado), público ou privado, no ano letivo 2017/2018. Todos os estudantes universitários do concelho de Vila Nova de Famalicão, membros de um agregado familiar cujo rendimento mensal per capita seja inferior a 60% do salário mínimo nacional, podem candidatar-se aos apoios concedidos pela Câmara Municipal.

Há mais de dez anos que a autarquia famalicense, através do Pelouro da Juventude, atribui anualmente bolsas de estudo aos alunos do concelho que frequentam o ensino superior. No ano letivo 2016/2017 foram entregues 265 bolsas, num investimento na ordem dos 167 mil euros, o que atesta bem a aposta do executivo municipal na promoção da formação superior dos jovens famalicenses.

As candidaturas podem ser formalizadas no site da Juventude de Famalicão, em www.juventudefamalicao.org, onde está também disponível o regulamento para a atribuição das bolsas de estudo. Para mais informações os jovens famalicenses devem contactar a Casa da Juventude através do e-mail casadajuventude@vilanovadefamalicao.org ou do telefone 252 314 582/3.

Esta medida do município é encarada como mais uma aposta estratégica fundamental nos jovens famalicenses através da criação de condições de igualdade no acesso ao ensino e da criação de motivos para o fortalecimento do sentimento de pertença ao concelho. “O esforço que fazemos representa uma ajuda real às famílias do concelho e sinaliza o nosso compromisso com a educação e com a juventude. Queremos que os famalicenses sintam orgulho na sua terra e se sintam motivados e comprometidos com o meio onde nasceram e cresceram”, explica a propósito Paulo Cunha.
]]>