Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.vilanovadefamalicao.org Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad <![CDATA[Política fiscal em Famalicão reforça competitividade das empresas]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_politica_fiscal_em_famalicao_reforca_competitividade_das_empresas </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=105541&h=c3a6b" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Em Vila Nova de Famalicão a política fiscal é previsível e amiga de todas as empresas. O executivo liderado por Paulo Cunha vê na estabilidade fiscal a via para a consolidação da credibilidade do município perante os investidores e a aposta segura para o crescimento económico.

Em 2017 as empresas já sabem com o que podem contar em matéria de impostos locais. O próximo orçamento da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão investe assim no reforço do desenvolvimento da economia local e na afirmação do estatuto de terceiro maior exportador do país.

A derrama sobre o lucro tributável das empresas (IRC), como vem sucedendo desde os últimos anos, volta a fixar-se em 1,2%, quando a taxa máxima a aplicar pela autarquia poderia ser de 1,5%. Uma excelente notícia para todas as empresas famalicenses com um volume de negócios superior a 150 mil euros.

De resto, já se sabe que todas as outras com lucros que não ultrapassem aquele valor – e que representam a maioria do tecido empresarial famalicense – estão isentas, numa decisão que representa um grande esforço financeiro para o município e que traduz o reconhecimento da importância que as PME têm como motor económico, nomeadamente ao nível da criação de emprego.

A estabilidade fiscal assume-se assim como uma das principais marcas deste executivo, que tem no desenvolvimento económico do terceiro concelho mais exportador do país um dos principais desígnios da sua ação. Paulo Cunha aponta, em particular, a atração de investimento “pelo seu efeito contaminante e decisivo na expansão da economia local, contribuindo desta forma para a geração de riqueza e a criação de emprego”.

Em 2017, para além de manter a derrama em 1,2% para as grandes empresas e isentar as pequenas, a Câmara Municipal mantém os valores das taxas do IRS em 5% e do IMI em 0,35%. Este equilíbrio fiscal reflete, na opinião de Paulo Cunha, que “Famalicão é um concelho previsível em matéria fiscal porque o executivo reconhece o valor da estabilidade tanto para os cidadãos como para as empresas”.

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<![CDATA[José Seabra Pereira é o vencedor do Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_jose_seabra_pereira_e_o_vencedor_do_grande_premio_de_ensaio_eduardo_prado_coelho </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=105510&h=e1a22" width="158px" height="202px" border="0"/></p> José Seabra Pereira venceu o Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho, promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em parceria com a Associação Portuguesa de Escritores (APE), pela obra "O delta literário de Macau". O livro foi publicado no ano passado, depois do autor ter exercido as funções de docente convidado no Centro Pedagógico e Científico da Língua Portuguesa, do Instituto Politécnico de Macau.
Em fevereiro de 2015, antecipando a edição da obra, em declarações à Lusa, Seabra Pereira afirmou que é um livro em dois volumes sobre "literatura de Macau e ligada a Macau", focada nos autores entre o final do século XIX até aos dias de hoje.
"Há muitas formas de Macau marcar presença na literatura. Pode ser uma presença quase episódica, remota, como um sinal de exotismo, de compensação ideológica. Depois há outras formas de presença mais fortes em que há uma representação literária de Macau como geografia física e humana, como meio de vida", afirmou Seabra Pereira, em entrevista à agência Lusa.
O primeiro volume, publicado no ano passado e que foi agora distinguido, aborda a "literatura de Macau num sentido mais específico", ou seja, "naqueles escritores que, podendo ter nascido em Portugal e ter vivido uma parte da sua vida em Portugal, estão numa condição literária diferente", em que "a obra de matriz macaense é o que os define como escritores".
"O processo de afirmação desses escritores dá-se em Macau. De tal forma que alguns deles não aparecem nos livros de história da literatura ou de crítica literária em Portugal, mas isso não os diminui como escritores, são olhados, antes de mais, como escritores de Macau", explica.
São os casos de Henrique de Senna Fernandes, Deolinda da Conceição, Fernanda Dias, Fernando Sales Lopes e Carlos Morais José. No total, o académico estima incluir "um bom quarteirão" de autores.
Para júri – constituído por António Apolinário Lourenço, Artur Anselmo e Maria João Reynaud – José Seabra Pereira “foi durante um ano docente convidado e investigador da instituição macaense, tendo produzido, como contrapartida, este longo ensaio sobre a literatura de Macau em língua portuguesa”.
“O resultado é excelente e preenche uma importante lacuna nos estudos de Literatura em língua portuguesa”, remata o júri.
O prémio tem o valor pecuniário de 7.500 euros e é totalmente suportado pela edilidade de famalicense.
Seabra Pereira é professor associado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, da Igreja Católica.
Nascido no Luso, no concelho da Mealhada, há 67 anos, José Seabra Pereira investiga e leciona nas áreas de Literatura Portuguesa Moderna, Estudos Camonianos, Estudos Pessoanos e Teoria Literária, tendo regido cadeiras de Língua Portuguesa, Técnicas de Expressão e Comunicação, bem como Temas de Civilização, Cultura e Artes.
Além de coordenador científico do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos, é membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra, curador da Casa da Escrita, também na Lusa Atenas, consultor e supervisor de vários projetos de investigação de Centros da Fundação da Ciência e Tecnologia e diretor da revista Estudos.
"Do fim-de-século ao tempo de Orfeu", "Neorromantismo na poesia portuguesa", "António Nobre: Projeto e Destino", "O tempo republicano da literatura portuguesa", "Aquilino – a escrita vital" e "Prismas identitários – Modernas representações literárias de Portugal", são algumas das obras que assinou, a par das edições críticas ou paracríticas de Obras Completas de Gomes Leal, Raul Brandão, Alberto d’Oliveira, Manuel Laranjeira, Trindade Coelho e Florbela Espanca.
O Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho foi instituído em 2009, e foi já arrecadado por Victor Aguiar e Silva, Manuel Gusmão, João Barrento, Rosa Maria Martelo, José Gil e Manuel Frias Martins.
A data da cerimónia de entrega será oportunamente anunciada”, segundo a APE.

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<![CDATA[Verão intenso e animado em Famalicão]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_verao_intenso_e_animado_em_famalicao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=105487&h=32f98" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O calor chegou em força e não faltam motivos para que Vila Nova de Famalicão faça também parte do roteiro de férias de quem anda a Norte. Para além dos inúmeros e convidativos espaços de lazer e de cultura espalhados pelo território, até ao final do mês de agosto haverá animação um pouco por toda o concelho, com a realização de diversas atividades gratuitas, para todos os gostos e para todas as idades.

O primeiro destaque vai para o Festival de Fado, que decorre já nesta sexta-feira à noite, dia 29 de julho. Pedro Marão, Florência, Joaquim Macedo e Patrícia Costa são os quatro nomes que compõem o cartaz da terceira edição desta iniciativa, que terá como palco a Praça D. Maria II, a partir das 22h00.

A saúde e o bem-estar vão marcar o último fim-de-semana do mês de julho. Este sábado e domingo, dias 30 e 31, o Parque da Devesa vai entrar em modo “zen”, com demonstrações gratuitas de terapias complementares e alternativas. Workshops e palestras, aulas de Yoga e de meditação são apenas algumas das iniciativas agendadas para o “Famalicão Zen”, cujas atividades arrancam às 10h30.

Já em agosto, as sexta-feiras na Devesa vão ganhar outro sabor. O Devesa Sunset propõe uma série de concertos em ambiente descontraído e na companhia do pôr-do-sol. Os sunsets decorrem junto ao lago do parque e a primeira sessão tem lugar já no próximo dia 5, com o concerto dos Hot Air Balloon. Seguem-se depois os Old Jerusalem, no dia 12, Filho da Mãe, no dia 19, e Valter Lobo, no dia 26 de agosto.

E por falar em sunsets, há ainda a destacar a “Sunset Pool Party”, no dia 12 de agosto, nas Piscinas Municipais. A iniciativa, que assinala o Dia Internacional da Juventude, vai contar com a presença e atuação do ator e Dj Ângelo Rodrigues.

A dança e a música vão também marcar as noites de agosto na Praça D. Maria II. Às sextas e sábados a animação é garantida, com o programa “Verão em Famalicão”. A iniciativa arranca no dia 5 à noite com um espetáculo da Unidança, seguindo-se no sábado, dia 6, a atuação dos Sleeping Forest. A música dos Díssono (piano e guitarra portuguesa), no dia 12, e dos El Rupe, no dia 13, animam o segundo fim-de-semana de agosto. Nos dias 19 e 20, a animação estará a cargo da Gindança e dos Hot Air Balloon, respetivamente. O programa “Verão em Famalicão” termina a 26 de agosto com a atuação do Teatro Bus.

Uma das grandes novidades da agenda de Verão do concelho famalicense chega-nos da freguesia de Pedome com o Festival Calça Ferros, um evento que promete agitar os dias entre 12 e 15 de agosto com muita música, animação, gastronomia e artesanato. D’Alva, Grandfather’s House e Rosamate são apenas alguns dos nomes convidados para esta festa.

Já na reta final deste verão, destaque ainda para a quarta edição do festival Sons da Celtibéria, que decorre a 27 de agosto, na praia fluvial de Arnoso Santa Eulália. A iniciativa arranca às 14h00, com uma arruada animada ao som do grupo de Zés P’reiras da associação “Os Delaenses”, prolongando-se pela noite dentro com muita animação.

Um vasto e eclético programa de animação que para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “espelha a intensa dinâmica cultural do concelho, num mês que para muitos é de férias”.
De referir que a este conjunto de atividades junta-se ainda um vasto leque de iniciativas que entretanto já arrancaram, como é o caso do cinema ao ar livre na Devesa e das mostras associativas.

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<![CDATA[Edifício central de Famalicão coberto com manto de cor e imaginação]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_edificio_central_de_famalicao_coberto_com_manto_de_cor_e_imaginacao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=105517&h=abcc3" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Chama-se “O Manto” e dentro de poucos dias dificilmente passará despercebido aos visitantes de Vila Nova de Famalicão. A intervenção da Casa ao Lado, um centro artístico famalicense de educação para as artes, está a transformar uma obra cinzenta, executada por razões de segurança num edifício central da cidade, numa manifestação artística colorida, com criativos padrões coloridos nos lugares das janelas e das portas e um conjunto de personagens a espreitarem o movimento citadino, interpelando os transeuntes com olhares expressivos.

O edifício em causa está situado no gaveto da avenida Narciso Ferreira com a rua Adriano Pinto Basto e foi intervencionado recentemente pela autarquia depois de uma vistoria técnica realizada às condições de segurança do edifício - fragilizadas após um incêndio em 2012 -, ter comprovado o perigo de derrocada eminente do imóvel localizado à face da rua.

A intervenção repôs as condições de segurança dos transeuntes e salvaguardou o imóvel em termos infraestruturais. Agora, a arte urbana foi a opção escolhida pela Câmara Municipal para diminuir o impacto das obras realizadas, dando à cidade e aos seus visitantes um motivo de contemplação e de fruição artística.

A ideia do manto com padrões coloridas não surgiu por acaso. Numa referência à tradição têxtil do concelho famalicense, Ricardo Miranda e Joana Brito estão a pintar a fachada do edifício como os antigos tecelãos juntava as linhas multicolores para produzir o tecido.

A intervenção é apadrinhada pela Arga Tintas, empresa que os jovens irmãos famalicenses André e Nuno Vieira de Castro trouxeram recentemente para Famalicão para fazer crescer a marca com base na inovação e na diferenciação.
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<![CDATA[Famalicão não aumenta impostos para 2017]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_famalicao_nao_aumenta_impostos_para_2017 </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=105446&h=98e13" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai manter em 2017, os mesmos valores dos impostos pagos pelos munícipes à autarquia desde há vários anos. As propostas para a fixação das taxas do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), da derrama sobre o IRC (Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas) e a participação no IRS (Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares) foram aprovadas, esta segunda-feira, durante a reunião do executivo municipal.

“Todos os anos, os famalicenses sabem com o que podem contar, no que diz respeito ao pagamento dos impostos municipais, e conhecem bem o esforço financeiro que a Câmara Municipal faz para que paguem o mínimo possível”, explicou no final da reunião Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal. “O dossiê fiscal que hoje aprovamos é uma boa notícia para os famalicenses, porque é um dossiê amigo das famílias”, acrescentou o autarca, salientando que “esta estabilidade e previsibilidade só são possíveis graças a uma política autárquica responsável, cuidadosa e cumpridora, que nos permite ter uma saúde financeira que se nota e recomenda”.

“Em Famalicão, as pessoas sabem com o que contam, os investimentos que podem fazer, as despesas que vão ter, porque aqui não existem avanços e recuos, existe solidez e segurança”, explicou ainda.
Construir um concelho cada vez mais amigo das famílias e das empresas, tem sido por isso, o lema desta autarquia.

De facto, desde 2012 que a autarquia famalicense mantém a taxa do IMI no 0,35 por cento, muito próxima do mínimo que é 0,30 por cento, acrescendo para 2017 uma dedução fixa de 40 euros para os agregados familiares com dois dependentes e uma redução de 70 euros para as famílias com três ou mais dependentes. Também no que diz respeito à derrama, a autarquia continua a isentar do pagamento do imposto sobre o lucro, as empresas que não ultrapassem os 150 mil euros em volume de negócios, o que já uma tradição no concelho. Quanto à participação do município no Imposto sobre o IRS, a taxa ficará novamente fixada nos 5 por cento.

Apesar das boas notícias, Paulo Cunha não esconde a vontade de chegar ainda mais longe. No ano passado, o Governo através das alterações introduzidas ao Código do IMI deu a possibilidade às autarquias de criarem o IMI familiar com uma redução de 15 e 20 por cento do valor às famílias com dois filhos, ou com três ou mais filhos. Este ano, a redução é fixa e faz-se em euros.

Segundo o autarca, “só no final de 2016 é que vamos conhecer o impacto desta medida adotada no concelho, e saber se temos margem para alargar estes benefícios a todas as famílias famalicenses, independentemente do número de filhos”, explicou.

“Essa é a nossa vontade, mas temos que ser responsáveis e prudentes”, salientou. “Enquanto o ano de 2016 não se concluir, não temos uma noção exata do impacto financeiro deste corte na receita e manda a prudência que se façam contas”, por isso, “não podemos correr o risco de dar um benefício e depois no ano seguinte sermos obrigados a tirá-lo”, sublinhou Paulo Cunha.

E explicou: “o município de Famalicão é reconhecido há vários anos pela sua eficiência financeira, sendo repetidamente referenciado como tal no anuário financeiro dos municípios portugueses. Esta boa prática só é possível com uma gestão racional que garanta equilíbrio das contas municipais”.
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<![CDATA[Investimento de um milhão traduz ambição da NH Clima]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_investimento_de_um_milhao_traduz_ambicao_da_nh_clima </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=105462&h=2a0c6" width="303px" height="202px" border="0"/></p> A NH Clima simboliza bem o resultado das políticas de estímulo ao investimento privado que a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vem implementando. A empresa vocacionada para a produção e comercialização de tubos e acessórios para aquecimento, ventilação e ar condicionado inaugurou nesta segunda-feira, 25 de julho, novas instalações industriais na freguesia de Requião. Um investimento de um milhão de euros que a autarquia já reconheceu como de interesse público municipal e que Paulo Cunha apadrinhou com uma visita inserida no roteiro Famalicão Made IN.

Projeto empresarial do famalicense Mário Almeida, a NH Clima nasceu em 2007 para suprimir uma lacuna existente no mercado na Região Norte de Portugal no fornecimento deste tipo de produtos. Meia dúzia de anos depois, a NH Clima muda-se para novas instalações com 3,5 mil metros quadrados de área coberta, resultado de um crescimento à medida do que defende o empresário, “com cabeça, tronco e membros”.

O ano de 2016 promete ser o mais auspicioso de sempre, com previsões de faturação recorde de 5 milhões de euros (em 2013 a empresa faturou 1,3 milhões), o que significa mais emprego e mais trabalho. Aos atuais 50 colaboradores, a NH Clima pretende somar dez. E estão garantidas as condições para o alargamento da produção. “Felizmente a empresa cresceu muito, sendo hoje um dos três principais players nacionais. O sucesso vai todo para os meus colaboradores”, sublinhou o empresário.

A perspicácia empresarial de Mário Almeida, que se traduz no aproveitamento da tradição industrial famalicense, tornou a empresa numa referência do sector da metalomecânica, o que lhe garante sucesso na internacionalização. Hoje 70% do que produz é para vender ao exterior. “Somos a única empresa do sector em Portugal que chega ao mercado nórdico”, disse, orgulhoso. A exigente Dinamarca é o principal destino dos produtos da NH Clima. Seguem-se França, Espanha, Bélgica e Alemanha.

Paulo Cunha foi elucidativo quanto à importância deste novo investimento. “Tem efeito no crescimento da economia e na competitividade do nosso território, fatores determinantes para a criação de emprego”, explicou, elogiando Mário Almeida de quem admitiu admirar a “vocação empreendedora e a cultura de risco”.

Olhando para o processo que conduziu à instalação desta empresa em Requião, o edil famalicense fez ainda questão de enaltecer o “papel muito diligente e construtivo” das juntas de freguesia do concelho na captação de investimento privado.]]>
<![CDATA[F.C. Famalicão lança alicerces para o futuro]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_fc_famalicao_lanca_alicerces_para_o_futuro </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=105416&h=a3a97" width="307px" height="202px" border="0"/></p> “Um projeto fundamental para o crescimento do Futebol Clube de Famalicão e um enorme contributo para a formação e futuro de milhares de jovens do nosso concelho”. É desta forma que o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, vê o novo centro de treinos do clube famalicense, cujo projeto foi apresentado esta sexta-feira, dia 22 de julho, à comunicação social.

O equipamento, que implicará a construção de um centro de formação e de um centro de estágio, ficará sediado em Meães, na zona sul da cidade, e será construído num terreno com 54 mil metros quadrados cedido pela autarquia por um período de 50 anos, que o presidente do clube, Jorge Silva, vê como um “alicerce para o futuro” da instituição desportiva famalicense.

Para já, mais concretamente para outubro deste ano, está marcado o arranque da primeira fase da obra, que consistirá na construção de um centro de treino destinado à formação do clube.

Com três campos de relva sintética para futebol de 11, 7 e 5, balneários, gabinetes técnicos e médicos, zona de estacionamento e lazer e bancada com capacidade para 550 pessoas, este novo equipamento “funcional e versátil” vem trazer mais e melhores condições para o crescimento quantitativo e, sobretudo, qualitativo das equipas de formação do clube, que atualmente conta com cerca de 350 jovens jogadores.

“A sustentabilidade do Futebol Clube de Famalicão passa por assegurar na base, nos mais jovens, a paixão pelo clube e também o gozo e o prazer de envergar a nossa camisola”, afirmou Jorge Silva.

O projeto tem ainda prevista uma segunda fase, com a edificação de um centro de estágio para servir também o futebol profissional do clube, que implicará a construção de uma plataforma de relva natural com 14 mil metros quadrados, de um edifício de 2 pisos com 30 quartos, salas técnicas, zona de lazer e refeitório, de balneários e de uma área médica de recuperação e tratamento. Um projeto que vai permitir “o recato e exigência que qualquer equipa profissional de futebol necessita”.

Depois de conhecer o projeto do futuro equipamento do F.C. Famalicão, Paulo Cunha afirmou que a Câmara Municipal vai continuar a acompanhar a ambição do clube famalicense e disse não ter dúvidas de que “estão a ser criadas condições para que os jovens do concelho possam ser não só os desportistas bem-sucedidos que ambicionam ser no futuro, como também os magníficos e exemplares cidadãos que nós queremos que sejam”.

De resto, quanto à primeira fase da obra refira-se que deverá estar concluída em junho do próximo ano e está orçada em mais de um milhão de euros. Já a segunda a fase do projeto, que ainda não tem data para avançar, terá um custo superior a três milhões de euros.
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<![CDATA[Famalicão promove colóquio internacional sobre as incursões vikings na região]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_famalicao_promove_coloquio_internacional_sobre_as_incursoes_vikings_na_regiao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=105403&h=5b944" width="299px" height="202px" border="0"/></p> Alguns dos mais destacados especialistas internacionais no tema das incursões normandas ou vikings na Europa vão estar em Vila Nova de Famalicão, a 17 de setembro, para participar no colóquio “Mil anos de incursão normanda ao Castelo de Vermoim”. É o caso de Gareth Williams (British Museum, Londres), Stefan Brink (University of Aberdeen, Escócia), Alban Gautier (Université du Littoral, Boulogne, França), Irene García Losquiño (University of Aberdeen, Escócia), Fernando Alonso Romero (Universidade de Santiago de Compostela), Hermenegildo Fernandes (Universidade de Lisboa), Hélio Pires (IEM - FCSH, Universidade Nova de Lisboa), André Oliveira Marques (IEM - FCSH, Universidade Nova de Lisboa), Luís Amaral (Universidade do Porto), Mário Barroca (Universidade do Porto) e Francisco Queiroga (Universidade Fernando Pessoa).

O tema é debatido pela primeira vez em Portugal, num colóquio internacional de cariz científico. Promovido pela Câmara Municipal de Famalicão, o evento é coordenado pelos professores doutores Armando Coelho Ferreira da Silva e Mário Jorge Barroca da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e CITCEM e decorrerá no Centro de Estudos Camilianos em S. Miguel de Seide.

Refira-se que, de acordo com os relatos patentes na Chronica Gothorum, o registo mais antigo da história da fundação do reino português, o Castelo de Vermoim foi tomado pelos vikings a 6 de setembro de 1016, durante a sua incursão militar demolidora na região Entre-Douro-e-Minho. Reza a história que o Castelo foi totalmente destruído provocando a morte do conde de Portugal, Alvito Nunes que governava o Condado Portucalense no século XI e defendia o castelo. Os estragos foram de tal forma violentos que o castelo nunca mais recuperou.

De acordo com o presidente da autarquia famalicense, Paulo Cunha, este colóquio “será um acontecimento muito importante para o país a nível histórico e científico, que para além de trazer até Famalicão cerca de uma dezena de prestigiados investigadores internacionais, para abordar a questão da passagem dos vikings pela nossa região irá explorar também a questão do nosso Castelo de Vermoim”.
Com esta iniciativa pretende-se debater, compreender e esclarecer um pouco melhor este período histórico e cronológico que ainda hoje suscita a curiosidade e o interesse de muitas pessoas sobre as implicações e relações estabelecidas que são ainda atualmente por desconhecidas.

De acordo com o programa, o colóquio irá decorrer ao longo de todo o dia. Armando Coelho abre o debate, pelas 10h10, com o tema “O espírito do tempo e do lugar”. Seguem-se Gareth Williams com “O Mundo Viking” e Stefan Brink com “Vikings escandinavos de volta para casa, fora da Europa; e o caso especial de Bjorn e Háteinn.

Da parte da tarde, pelas 15h00, é a vez de Alban Gautier falar sobre os “Grupos armados em ambos os lados do canal (865 – 899): Podemos investigar gangues vikings individuais?”. Seguem-se Irene Garcia Losqiño com o tema “Os Vikings na Península Ibérica: Novas perspetivas sobre o caso da Galiza”; Fernando Alonso Romero com “A navegação e itinerário do exército normando de Gunderedo (967 – 969); e Hermenegildo Fernandes com “Os Vikings e o mundo mulçumano”.

Por fim, a partir das 17h30, decorrem as intervenções de Hélio Pires “De Norte para Sul: os vikings em Portugal”; André Oliveira Marques com “As incursões vikings no Norte de Portugal: uma revisitação historiográfica”; e Francisco Queiroga com o tema do “Castelo de Vermoim”.

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<![CDATA[Câmara investe 700 mil euros na requalificação das escolas de Requião, Telhado e Louredo]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_camara_investe_700_mil_euros_na_requalificacao_das_escolas_de_requiao_telhado_e_louredo </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=105409&h=26676" width="303px" height="202px" border="0"/></p> A menos de dois meses do arranque do ano letivo 2016/2017, o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, lançou esta quinta-feira, mais um conjunto de obras de requalificação do parque escolar municipal. E como as obras se fazem no terreno, Paulo Cunha deslocou-se até à Escola Básica de Requião – onde a intervenção já decorre a bom ritmo – para falar sobre a aposta do município na recuperação e modernização dos edifícios escolares, nomeadamente de Requião, Telhado e Louredo na freguesia de Calendário.

“Chegou o tempo de Requião, assim como chegou o tempo de Telhado e de Louredo. São escolas que estavam a precisar de intervenções e, por isso, estão a ser feitas”, anunciou o autarca. Com um investimento total superior a 700 mil euros, as obras abrangem não só o edifício, mas também os espaços exteriores e, no caso de Requião e Louredo, os edifícios dos respetivos jardins de infância.
Estas obras são “uma boa notícia para as crianças, para os pais, mas também para a comunidade, que vê valorizada esta estrutura da freguesia”, assinalou o autarca, acrescentando que “a ação que fazemos não é apenas de estética, mas abrange essencialmente o conforto e as condições de boa utilização das salas de aula e espaços exteriores para que as nossa crianças possam ter a formação que merecem e as famílias possam proporcionar uma boa educação aos seus educandos”.

As obras na Escola Básica de Requião ficarão concluídas até setembro, a tempo de os alunos estrearem o novo ano letivo em excelentes condições. No Caso de Louredo, as obras têm um prazo de execução de 270 dias, tendo em conta a grandeza da intervenção, e em Telhado a intervenção durará 360 dias, em virtude de a empreitada implicar a construção de um novo edifício com diversas valências.

Refira-se que a requalificação da Escola EB1 de Requião e a requalificação da Escola EB1 de TElhado são operações cofinanciadsa pelo Programa Operacional Regional Norte, através do PORTUGAL 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

A visita à Escola de Requião foi também acompanhada pela diretora do Agrupamento de Escolas D. Maria II, Cândida Pinto, que viu esta obra “com muita satisfação, por saber que os nossos alunos irão usufruir de melhores condições em termos físicos, mas também pedagógicos, porque no fundo tudo se repercute no bom ambiente da escola”, referiu.

Também o presidente da Junta de Freguesia, João Pereira, considerou “que estas obras chegaram na melhor altura, depois de tudo o que foi conseguido para esta área envolvente, falta-nos resolver o problema da escola”. Visivelmente orgulhoso com a qualidade da escola, o autarca disse que “faz todo o sentido recuperar uma escola que funciona bem e que tem qualidade. Só faltavam as obras.” E acrescentou: “É um sonho concretizado para a associação de pais, para a junta e para a comunidade”.

Para além destas obras, a Câmara Municipal vai avançar ainda com a recuperação da Escola de Meães, num investimento de mais de 150 mil euros.

Refira-se que a Câmara Municipal tem no terreno desde há vários anos este Plano que já abrangeu a maioria dos edifícios escolares. No último ano letivo, foram intervencionadas as escolas de Lousado, Oliveira Santa Maria, Bairro, Gondifelos e Pousada de Saramagos, num investimento global superior a 2 milhões de euros.
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<![CDATA[Berço de ouro gera startups de sucesso]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_berco_de_ouro_gera_startups_de_sucesso </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=105391&h=f244a" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O tempo é de balanço de uma história já de sucesso. Há um ano nasceu no berço de ouro da Riopele, em Vila Nova de Famalicão, uma incubadora ímpar no país, em ambiente empresarial ativo, vocacionada para a indústria e os serviços de apoio à atividade industrial. Cinco startups estrearam esse primeiro polo da incubadora Famalicão Made IN onde nos últimos doze meses experimentaram um ambiente empresarial carregado de saber acumulado e propício à inovação.

Hoje esta estrutura de incubação e aceleração de ideias de negócio com valor acrescentado está mais responsável e diferente, pela sua evolução natural. Mais responsável porque, pelo seu bom exemplo, motivou já o lançamento de um segundo polo de incubação e coworking – no Edifício Globus, em Vilarinho das Cambas. Diferente porque duas das startups – a Axfilia e a Weproductise – ganharam asas e voaram deste ninho de empreendedorismo e outras duas – a Burnoutline e a Swonkie – rapidamente ocuparam as suas boxes em aglomerado de madeira. A Kortex, a My New Idhea e a Swop Group permanecem. E ainda porque, não menos importante, duas novas empresas juntaram-se ao grupo inicial de cinco, instalando-se na área de coworking da incubadora para fazerem crescer o seu negócio – a Liktuga e a Dailypromo. Mas serão mais em breve.

A cooperação da Câmara Municipal de Famalicão com os agentes do sector privado revelou-se, em ambos os casos, da maior importância.

O balanço do primeiro ano e as expectativas de quem agora se inicia surgem pelos próprios empreendedores:


KORTEX | Rui Abreu
“Foi um ano muito positivo, de criação de valor dentro da própria empresa. Conseguimos angariar novos clientes e projetos em diversas áreas, sustentados no paradigma da indústria 4.0. Neste momentos estamos em condições de alargar o nosso leque de clientes e de aumentar o âmbito do nosso trabalho. O segundo ano será de consolidação e crescimento, com projetos cada vez mais ambiciosos.”



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MY NEW IDHEA | Nelson Castro
“Começamos com uma marca de fraldas reutilizáveis – a GIZZO e, neste momento, já temos outra – a PIPINOT. Em janeiro de 2017 prevemos lançar uma nova fralda ecológica para adultos. Portanto, o projeto está a correr muito bem graças ao Famalicão Made IN, uma mais-valia para o nosso projeto. Estou rendido.”



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SWOP GROUP | José Silva
“Foi um ano para afinar a máquina e de aprendizagem. Realmente temos neste berço de ouro um espaço acolhedor e pessoas que nos ajudam a levar por diante o nosso projeto. A nossa perspetiva é de crescimento. A carteira de clientes está a aumentar e neste momento já precisamos de colaboradores, o que é ótimo. Começamos como empreendedores e agora sentimos que temos que ser também gestores.”



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BURNOUTLINE | Carlos Rego
“A nossa ideia é envolver as empresas famalicenses em todo o processo, desde o fornecimento de malhas, a confeção até à impressão digital. Ainda não começamos a comercializar. Por isso é que viemos para cá, para darmos esse salto. Estamos muito confiantes.”



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SWONKIE | João Cortinhas
“Queremos ser uma marca de Famalicão. Acreditamos na estratégia que o concelho está a desenvolver e naquilo que tem para oferecer. Famalicão aposta muito no empreendedorismo. E esta é uma das razões pelas quais estamos aqui sedeados.”



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