Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.vilanovadefamalicao.org Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad <![CDATA[Engenho abre novo ciclo voltado para a proteção do ambiente ]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_engenho_abre_novo_ciclo_voltado_para_a_protecao_do_ambiente </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89935&h=24631" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Depois de duas décadas de trabalho frutuoso na área social, procurando dar respostas aos problemas das populações das freguesias da sua área de intervenção, nomeadamente através da construção de valências sociais, a Engenho quer abrir um novo ciclo voltado para a proteção do ambiente. A Associação de Desenvolvimento Local do Vale do Este assumiu ontem, 29 de outubro, o desafio de impulsionar a criação de uma plataforma de defesa do ambiente que envolva os agentes locais e a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Foi durante uma cerimónia simbólica do hastear da Bandeira Verde, nas instalações do Centro de Apoio Comunitário, em Arnoso Santa Maria, que assinalou a adesão da instituição ao Projeto Rios, com a ‘adoção’ do Rio Guizande, cujo principal propósito é a participação social na conservação dos espaços fluviais.

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através do Vereador do Ambiente, Pedro Sena, respondeu positivamente ao compromisso ambiental da Engenho, assumindo-se como sua parceira institucional ativa. “Faz todo o sentido trabalhar as políticas ambientais em parceria, tanto mais quando se trata da proteção, preservação, estudo e divulgação do ambiente nos seus diferentes domínios de intervenção”, referiu o autarca durante aquela cerimónia simbólica a que assistiram a coordenadora nacional do Projeto Rios, Manuela Oliveira, o presidente da direção da Engenho, Manuel Araújo, o presidente da União das Freguesias de Arnoso Santa Maria, Arnoso Santa Eulália e Sezures, Jorge Amaral, para além de crianças, idosos e colaboradores da instituição.

Baseada na ação educativa, pedagógica e cívica, a plataforma desenvolverá um plano de ação em rede a favor das causas do ambiente e da natureza numa lógica de corresponsabilização e colaboração da comunidade. E, de acordo com o presidente da direção da Engenho, Manuel Araújo, contará com a participação, para além da autarquia famalicense, escolas, associações, junta de freguesias, agricultores e cidadãos.

A adoção do Rio Guizande, um afluente da margem direita do Rio Este, no troço que atravessa as freguesias de Arnoso Santa Maria, Arnoso Santa Eulália e Sezures, é a primeira grande missão da Engenho enquadrada neste novo ciclo que a associação quer abrir, aproveitando as potencialidades dos recursos endógenos locais. Nesse sentido, irá promover a realização de várias ações, tais como a limpeza do rio, o controlo da qualidade da água, a eliminação de focos de poluição, o estudo do ecossistema fluvial e a proteção da fauna e flora.

Refira-se que a Engenho já viu o seu trabalho de educação ambiental reconhecido no âmbito do programa nacional Eco Escolas, através das boas práticas ligadas à proteção do ambiente.
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<![CDATA[Filho de antigo ferroviário revela espólio único da história do comboio em Lousado]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_filho_de_antigo_ferroviario_revela_espolio_unico_da_historia_do_comboio_em_lousado </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89865&h=f0f0a" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Cerca de meia centena de fotografias datadas desde 1876 até à atualidade retratando os anos de atividade das antigas oficinas ferroviárias de Lousado, em Vila Nova de Famalicão, assim como as transformações que a linha foi sofrendo ao longo dos tempos, vão estar em exposição no Museu Nacional Ferroviário de Lousado a partir do próximo domingo, 2 de novembro, até ao final do ano. A mostra intitulada “A Vida Ferroviária em Lousado” é da autoria de Vítor Rodrigues, fotógrafo de profissão e filho de um ferroviário que trabalhou na oficinas de Lousado, as maiores durante muito anos, a norte do Porto.

O acervo ímpar e único reúne imagens, por exemplo, da visita do Presidente da República, Craveiro Lopes, a Guimarães, em 1953, ou da atividade das oficinas nos anos 30 e 40, entre muitas outras mais atuais. A exposição é promovida em colaboração com a Casa do Povo de Lousado.

A inauguração da exposição está marcada para as 14h30 de domingo e marca o arranque das comemorações dos 158 anos do Comboio em Portugal, que decorrem ao longo de todo o dia.

Neste âmbito, destaque para a abertura ao público do núcleo do Museu Nacional Ferroviário de Nine, entre as 14h30 e as 17h30, onde é possível visitar a célebre “Andorinha”, que é a mais antiga locomotiva a vapor existente em Portugal, mas também outras locomotivas históricas como é o caso da Ratinha de 1882, da Mattosinhos de 1899 e da Régua de 1875. Os interessados em visitar este espólio devem efetuar a sua inscrição através do telefone 252153646.

Entretanto, no Museu Ferroviário de Lousado decorre pelas 15h00 um mini recital do Orfeão dos Professores de Vila Nova de Famalicão, que vai interpretar algumas melodias da música clássica e popular.
Ao longo de todo o dia irá decorrer um encontro de módulos do Grupo de Modelismo do Porto. Mais uma vez, o comboio em miniatura de Ruben Oliveira irá levar miúdos e graúdos numa viagem a todo o vapor numa linha férrea de cerca de 40 metros, onde a diversão está garantida. Para os mais aventureiros está disponível um simulador da CP, Virtual Railroad.

Pelas 22h00, será lançado o DVD do filme “The Snowpierce – O Expresso do amanhã” em colaboração com a Films 4 You. A entrada livre
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<![CDATA[Regresso dos Clã marca mês de novembro da Casa das Artes]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_regresso_dos_cla_marca_mes_de_novembro_da_casa_das_artes </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89911&h=e56bf" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Tal como no filme, este será também um “doce novembro” na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. O próximo mês marca o regresso do “Clã” de Manuela Azevedo aos palcos famalicenses, das “Cenas da Vida Romântica” de “Os Maias” e do “encontro desencontro de Romeu e Julieta”. Espera-se mais um mês em cheio no espaço cultural famalicense, onde não faltarão muitos e bons motivos para uma visita.

Comecemos então pela música. No próximo sábado, dia 1 de novembro, pelas 22h30, o café concerto recebe os “Glauco”, um projeto musical criado em 2006 pela mão de André NO, David Estevão e Paulo Costa. Influenciado por diversos estilos musicais, o trio instrumental tem no improviso uma das suas “armas” mais fortes. A entrada tem o custo de 5 euros, reduzindo para metade para estudantes e portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.

O concerto dos “The CityZens” está também marcado para o café concerto, no dia 8 de novembro. Numa altura em que se preparam para entrar em estúdio, esta será uma excelente oportunidade para a banda famalicense dar a conhecer alguns dos temas que irão fazer parte do seu disco de estreia, com edição prevista para o início de 2015. A entrada tem o custo de 5 euros, reduzindo para metade para estudantes e portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.

Já no dia 22 de novembro, pelas 23h00, é a vez de Gobi Bear subir ao palco do café concerto, havendo ainda lugar para a música erudita, com um concerto de Violino e Piano, por Álvaro Pereira e Pedro Emanuel Pereira, no grande auditório, a partir das 21h30.

O grande destaque musical do mês de novembro vai para o regresso dos Clã à Casa das Artes, num concerto marcado para o dia 29, às 21h30, no grande auditório. Na bagagem, a formação de Manuela Azevedo traz um novo álbum, “Corrente”, que marca também o arranque de uma nova digressão nacional. A entrada tem o custo de 12 euros, reduzindo para metade para estudantes e portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.

Refira-se ainda que em novembro, Vila Nova de Famalicão é uma das 24 cidades portuguesas que irá receber a digressão nacional do filme “Os Maias – Cenas da vida romântica”. O filme será exibido, em parceria com o Cineclube de Joane, no dia 15 de novembro, pelas 21h30, no grande auditório da Casa das Artes, numa sessão que contará com a presença do realizador João Botelho. A entrada tem o custo de 4 euros.

No teatro, destaque para a estreia da peça “Quotidiano”, em cena nos dias 7 e 8 de novembro, no grande auditório, numa co-produção da Fértil e da Casa das Artes. A dança ocupa também um lugar de destaque com a interpretação de “Romeu e Julieta, encontro desencontro”, no dia 14 de novembro, pelas 21h30, no grande auditório.

De 5 a 30 de novembro o foyer da Casa das Artes acolhe a exposição de pintura “Volta para a tua terra – os rostos da imigração”, da autoria de Emanuel Sousa. Por fim, destaque para a habitual programação do Cineclube de Joane no pequeno e grande auditório da Casa das Artes.

Mais informações no site oficial da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.
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<![CDATA[Noite das Bruxas na Devesa com criaturas das trevas]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_noite_das_bruxas_na_devesa_com_criaturas_das_trevas </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89804&h=b8cc0" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Durante o dia, o Parque da Devesa em Vila Nova de Famalicão é um oásis da natureza, o verde dos campos resplandece, a água é cristalina e o cantar dos pássaros encanta, mas à noite o cenário transforma-se em escuridão e as criaturas noturnas tomam conta do parque. A noite das Bruxas que se celebra na próxima sexta-feira, dia 31 de outubro, dá o mote para uma aventura capaz de pregar uns valentes sustos, mas também de enfrentar alguns medos.

O Parque da Devesa convida, assim, todas as pessoas a mascararem-se e a mergulharem na escuridão, descobrindo a vida do Parque à noite. Acompanhados por especialistas do CIBIO (Centro de Investigação e Recursos Genéticos da Universidade do Porto) e do Tagis (Centro de Conservação das Borboletas de Portugal) os participantes irão partir à descoberta de animais noturnos, anfíbios, aves de rapina, morcegos, aranhas e borboletas.

A atividade marcada para as 21h00 é livre, mas sujeita a inscrição através do email parquedadevesa@vilanovadefamalicao.org ou do telefone 252 374 184. O ponto de encontro é na Casa do Território, as pessoas devem vestir roupa confortável, botas impermeáveis, lanterna e agasalhos.

Refira-se que esta iniciativa marca o encerramento da Exposição "Anfíbios - Uma pata na Água outra na Terra", que termina no dia 30 de outubro, quinta-feira.

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<![CDATA[Plano Municipal para combater a sinistralidade rodoviária]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_plano_municipal_para_combater_a_sinistralidade_rodoviaria </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89764&h=e6a3c" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A colocação de radares para controlo de velocidade em vários pontos do concelho e o aumento das ações de sensibilização de prevenção rodoviária, que podem até incluir a promoção de cursos de condução defensiva são duas das iniciativas que a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão pretende implementar em breve e que resultam da concretização do Plano Municipal de Prevenção Rodoviária, aprovado na semana passada em Conselho Municipal de Segurança.

O plano que tem como principais objetivos combater a sinistralidade rodoviária e apontar medidas para a melhoria de infraestruturas e ordenamento do trânsito no concelho é de acordo com o vice-presidente da autarquia famalicense e responsável pelo pelouro da segurança, Ricardo Mendes, “um documento útil e dinâmico que prevê a participação pró-ativa dos vários membros do Conselho Municipal de Segurança”.

Refira-se que para além da Câmara e da Assembleia Municipal, o Conselho Municipal de Segurança, inclui ainda as várias forças de segurança do concelho, os bombeiros, os centros de saúde, entre outras instituições.

O documento criado em Maio esteve em discussão pública até ao passado mês de Julho. Nas mais de 50 páginas que o compõem faz-se um retrato do concelho no que diz respeito à sinistralidade rodoviária, entre 2001 e 2012, nomeadamente os locais mais críticos e as vias com maior trafego automóvel.

Partindo de um diagnóstico da sinistralidade o plano apresenta um conjunto de metas, ações e medidas de intervenção a adotar, assim como, a definição da atribuição de responsabilidades.
Além disso, o Plano Municipal de Prevenção Rodoviária faz um levantamento da rede rodoviária nacional e regional e da rede ferroviária existente no concelho.
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<![CDATA[Câmara de Famalicão financia projetos empresariais sem juros]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_camara_de_famalicao_financia_projetos_empresariais_sem_juros </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89779&h=618d7" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Ávida de boas ideias e bons negócios para o concelho, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai financiar novos projetos empresariais a custo zero. A partir desta segunda-feira, 27 de outubro, os empreendedores locais têm ao seu dispor o FINICIA II, um fundo de 250 mil euros de apoio às micro e pequenas empresas famalicenses, para o qual a autarquia contribui com 50 mil euros, financiamento sobre o qual não cobra juros, e a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Médio Ave com 200 mil euros, com um spread de 2,5 por cento sem encargos adicionais.

O protocolo financeiro e de cooperação que assinalou a entrada em vigor do FINICIA II, por um período de um ano, foi hoje assinado pelo Município de Vila Nova de Famalicão, a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Médio Ave, a Norgarante - Sociedade de Garantia Mútua e o IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação, numa cerimónia que decorreu no Espaço Famalicão Made IN, o novo gabinete de apoio ao empreendedor criado pela autarquia famalicense.

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, mostrou-se convicto de que “esta parceria terá retorno de grande relevo para a comunidade” e apontou as vantagens das condições de financiamento do FINICIA II como aspecto primordial para que as micro e pequenas empresas possam aceder ao crédito e ser bem-sucedidas no desenvolvimento de novos projetos empresariais. “A Câmara Municipal de Famalicão participa neste novo instrumento de financiamento inovador e atrativo comparativamente aos produtos da mesma natureza que existem no mercado, financiando novos projetos sem exigir juros aos empresários, consciente da sua importância para o desenvolvimento do território”, afirmou o autarca, acrescentando que, tanto o Município de Famalicão como a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Médio Ave, poderão nos anos seguintes vir a reforçar a sua participação no fundo em função dos objetivos e resultados alcançados.

O FINICIA II oferece condições de financiamento atractivas e ainda mais vantajosas em relação ao FINICIA I criado em 2009 (oferecia um spread de 5,25 por cento), sendo que o apoio financeiro a projetos de investimento é limitado a 45 mil euros por projeto e terá um período de reembolso mínimo de três anos e máximo de seis, com o máximo de um ano de carência de capital.

A gestão do fundo será efetuada pelas quatro entidades subscritoras do protocolo de constituição do FINICIA II, competindo ao Município de Famalicão, através do Espaço Famalicão Made IN, acompanhar a execução financeira e física dos projetos. “A perspectiva financeira que hoje somamos ao gabinete de apoio ao empreendedor, para além da sua tarefa de galvanizar e avaliar os novos projetos empresariais, é muito importante”, assinalou Paulo Cunha.

O autarca apontou ainda este apoio às micro e pequenas empresas do concelho como fundamental para o crescimento da atividade empresarial e o aumento da empregabilidade, tal como sucedeu com o primeiro FINICIA ao abrigo do qual foram aprovados 33 projetos empresariais, num total de 58 candidaturas, correspondendo a 94 postos de trabalho criados e a um investimento de perto de um milhão de euros. 67 por cento dos projetos aprovados foram na área dos serviços, 18 por cento na industria e 15 por cento no comércio.

O FINICIA II destina-se ao financiamento de pequenos projetos empresariais aos quais seja reconhecido interesse para o município. Entre as condições de elegibilidade dos projetos estão as características inovadoras ou diferenciadoras face às empresas instaladas no concelho ou na região.

Podem candidatar-se ao novo fundo as micro e pequenas empresas do concelho que pretendam desenvolver projectos empresariais nas áreas da indústria, comércio, turismo, energia, construção e serviços.

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<![CDATA[Preocupações sociais na origem da primeira quinta pedagógica de Famalicão]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_preocupacoes_sociais_na_origem_da_primeira_quinta_pedagogica_de_famalicao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89788&h=c706d" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Vila Nova de Famalicão assistiu este fim de semana ao nascimento da primeira quinta pedagógica do concelho. O espaço, criado pelo Centro Social e Cultural S. Pedro de Bairro, foi inaugurado este sábado, 25 de outubro, pelo Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, na cerimónia comemorativa do 30.º aniversário da instituição.

“Um projeto único no concelho”, referiu o autarca famalicense, vindo de uma instituição social, que na opinião de Paulo Cunha, “tem sabido adequar o seu trabalho e as suas respostas à realidade da comunidade que pretende servir”.

Para o edil, a quinta pedagógica, assim como todas as respostas proporcionadas pela instituição de Bairro, “criam condições para que as pessoas se possam valorizar, formar e capacitar”.

Sobre esta nova valência, refira-se que se trata de um espaço educativo que privilegia o contacto com o meio ambiente, acolhendo, essencialmente, atividades agrícolas e de sensibilização ambiental para toda a comunidade, nomeadamente, para as escolas do concelho.

De acordo com a responsável do Centro Social e Cultural S. Pedro de Bairro, Ana Maria Sousa, são já vários os projetos pensados para a quinta pedagógica, a maioria, refere, “ainda em fase embrionária”.

Um desses projetos passa pela criação de uma empresa de pellets, que irá criar emprego para jovens portadores de deficiência, alguns deles provenientes dos cursos de formação promovidos pela própria instituição.

Refira-se também que neste novo espaço, que conta cerca de 35 mil metros quadrados, será ainda criada uma casa de descanso destinada aos pais dos jovens com deficiência que se encontram ao cuidado da instituição.

Para além da inauguração da quinta pedagógica, a direção do Centro Social e Cultural S. Pedro de Bairro anunciou ainda a sua intenção de ampliar o lar da instituição, para o acolhimento de deficientes profundos. O Centro Social e Cultural S. Pedro de Bairro é uma das maiores instituições sociais do concelho de Famalicão, atendendo, diariamente, 600 utentes.
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<![CDATA[Famalicenses mostram visão para Famalicão]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_famalicenses_mostram_visao_para_famalicao </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89741&h=418e4" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O já famoso sofá amarelo que durante um mês percorreu os quatro cantos de Vila Nova de Famalicão, desafiando os famalicenses a contribuírem com as suas ideias para o futuro coletivo do concelho, está de regresso ao ponto de onde partiu: os Paços do Município. Mas o sofá não regressou sozinho, na bagagem traz as ideias, os projetos e as ambições de quem num verdadeiro gesto de participação cívica aceitou contribuir para a concretização do Plano Estratégico para o concelho 2014-2025.

E foram cerca de mil os famalicenses que se sentaram no sofá e partilharam os seus projetos para o futuro com a comunidade. Mas o sofá amarelo foi apenas umas das facetas mais visíveis, talvez até a mais criativa, alegre e atraente, do programa Famalicão Visão’25, um instrumento preparatório para a realização do Plano Estratégico. Para além do sofá, o projeto incluiu workshops de reflexão sobre diversos temas, mesas redondas, visitas guiadas, exposições, concursos e muitas outras atividades de apelo à participação, como por exemplo a iniciativa “Se as paredes falassem…”. No total, o projeto registou cerca de três mil contributos de cidadãos entre ideias para edifícios devolutos, projetos para o futuro do concelho e ambições pessoais.

Está assim concluída a primeira fase da preparação para o Plano Estratégico de Vila Nova de Famalicão para o período 2014-2025, documento que irá agora ser redigido e que deverá estar concluído no final deste ano. Apesar de terminada esta fase de auscultação, Paulo Cunha não fecha esta porta, assinalando que quer manter vivo este espirito de intervenção cívica dos cidadãos, através de múltiplas iniciativas.

Para o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, o projeto Famalicão Visão’25 foi, acima de tudo, “uma experiência bem-sucedida e um sinal muito claro que os famalicenses transmitiram, mostrando que estão disponíveis e interessados em participar no futuro do concelho”. “E é esta vivência participativa, esta intervenção cívica, que nós queremos continuar a cultivar nos famalicenses”, acrescentou o autarca referindo que “vão continuar a existir muitos sofás, muitos palcos e muitas iniciativas onde os famalicenses serão auscultados e estimulados a participar no futuro coletivo”.

No que diz respeito aos contributos realizados, Paulo Cunha adianta que “serão agora enquadrados no Plano Estratégico 2014-2020, tanto na definição dos problemas como da deteção das oportunidades”. “As ideias e projetos apresentados serão tidos em conta e valorizados também no âmbito da programação das atividades do município”, garantiu. “Nós queremos um Famalicão à medida dos famalicenses e por isso a sua voz será sempre ouvida”, salientou.

EMPREGO E CULTURA NO TOPO DAS PREFERÊNCIAS

À pergunta “como gostaria que fosse Vila Nova de Famalicão daqui a 10 anos?” os famalicenses responderam maioritariamente com “mais emprego”, “cinema” e “mais cultura”, mas também com preocupações ao nível do meio ambiente, da natalidade, da saúde e da área social.

Durante um mês, entre 10 de setembro e 10 de outubro, a iniciativa “Sofá Visão’25” percorreu mais de 30 espaços, entre bares, bibliotecas, feiras, centros sociais, escolas, uma vindima, uma fábrica têxtil e instituições de ensino superior, tendo sido ouvidas pessoas de todas as faixas etárias e dos vários grupos sociais.

No topo das preferências para o futuro está o emprego, com melhores condições e melhor remunerado, seguindo-se a cultura e o lazer com a criação de cinema comercial e a construção de um shopping. A preservação ambiental também surge no topo da lista com a criação de mais áreas verdes e menos poluição. A diversidade de ideias e projetos é de resto, uma das grandes conclusões desta auscultação onde surgiram ainda contributos como “mais arte”, “mais amizade”, “uma sociedade mais descontraída”, ou “mais swag”.

Paulo Cunha salienta que “não se pode encarar esta auscultação aos cidadãos como um estudo, mas antes como indicadores daquilo que as pessoas gostariam de ver para o futuro”. “O importante foi conseguirmos apelar à consciência cívica das pessoas e estimular a cidadania e o sentido de pertença a uma comunidade”, destaca ainda o autarca.
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<![CDATA[Bruxas invadem Mercado Municipal]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_bruxas_invadem_mercado_municipal </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89734&h=0d696" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O colorido das flores, dos legumes e das frutas que habitualmente preenchem de tons vivos o Mercado Municipal de Vila Nova de Famalicão vai ser radicalmente substituído no próximo dia 1 de novembro por um cenário sombrio e fantasmagórico. A culpa é das bruxas, ou melhor, da comemoração da noite delas.

Numa iniciativa inédita na cidade, Vila Nova de Famalicão prepara-se para conhecer, no sábado, o “Mercado Assombrado”, numa noite que se pretende diferente de todas as outras e que terá o histórico edifício, cuja arquitetura data de meados do século XX, como cenário preparado a preceito.

A festa, pois é disso que se trata, vai ter condimentos diversos para uma noite animada e com muitas surpresas e sustos. Pelo menos tentativas não vão faltar!

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, espera que a novidade dê o mote para que outras iniciativas do género se realizem no espaço, que na opinião do autarca, e sem esquecer e desvalorizar a sua utilização tradicional, “possui um enorme potencial de animação turístico-cultural”.

O Mercado Assombrado conta com o apoio da Câmara Municipal e tem entrada gratuita. O nome do kizomba, Landrick, é a principal estrela da noite, mas é aos artistas famalicenses que está entregue grande parte da animação, com a atuação de DJ Alive, Côr de Canela, Pedro Tinoco, João M. e Twoflights. As atuações começam às 22h00 e prolongam-se noite fora até às 04h00.

Refira-se ainda que no dia 31 de outubro, sexta-feira, a festa é para os mais pequenos, com a realização de jogos tradicionais, ateliers infantis, entre outras iniciativas que vão ter lugar no Mercado Municipal, entre 09h00 e as 15h00.

Mais informações na página oficial de Facebook do “Mercado Assombrado”.
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<![CDATA[Dia 31, na Biblioteca Municipal. José Gil recebe Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho]]> http://www.vilanovadefamalicao.org/_dia_31_na_biblioteca_municipal_jose_gil_recebe_grande_premio_de_ensaio_eduardo_prado_coelho </p><img src="http://www.vilanovadefamalicao.org/op/image/?co=89679&h=3f4d8" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Dedicatórias e anotações diversas preenchem os nove livros do autor José Gil que integram o espólio literário de Eduardo Prado Coelho, patente na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão. São verdadeiros testemunhos da amizade e da admiração recíproca entre os dois escritores, mas também são a prova do cuidado e do interesse com que Eduardo Prado Coelho lia a obra de José Gil. Os livros ficarão agora expostos ao público na Biblioteca Municipal de Famalicão a partir do 31 de outubro e durante todo o mês de novembro.

José Gil foi o vencedor do Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho instituído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e pela Associação Portuguesa de Escritores. O prémio será entregue precisamente no dia 31, pelas 14h30, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, na presença dos presidentes da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, e o da APE, José Manuel Mendes, o escritor João Barrento, porta-voz do júri, e o distinguido, José Gil.

A obra premiada é “Cansaço, Tédio, Desassossego” e debate a complexidade dos heterónimos de Fernando Pessoa e a obra do poeta d’”A Mensagem”. Foi editada no ano passado pela Relógio d’Água, editora para a qual José Gil dirige a coleção de Filosofia, desde 1986. Segundo a editora, nesta obra o autor coloca várias interrogações: “Porque é que Fernando Pessoa faz morrer Caeiro e mais nenhum heterónimo? Ou: como caracterizar o corpo de Caeiro a que o poeta neopagão se refere constantemente? Mas inúmeras outras perguntas pedem resposta: porque é que Álvaro de Campos interfere na relação amorosa de Fernando Pessoa e de Ofélia (quando nenhuma relação desse tipo se vislumbra na obra do engenheiro naval)? Porque é que o patrão Vasques se destaca no deserto da paisagem humana do 'Livro do Desassossego'?”.

A escolha do júri, constituído pelo catedrático António Pedro Pita e pelos escritores Helena Vasconcelos e João Barrento, foi “por unanimidade”.

José Gil, de 75 anos, tem cerca de 20 obras publicadas e, em 2005, foi considerado, pelo semanário francês Le Nouvel Observateur, “um dos 25 grandes pensadores do mundo”. Natural de Moçambique, José Gil iniciou, na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, os estudos da licenciatura de Matemática, que prosseguiu em 1958, em Paris, onde mudou o rumo académico para Filosofia.
Em 1968, concluiu a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade da Sorbonne, na capital francesa. No ano seguinte, fez o mestrado de Filosofia, com uma tese sobre a moral de Kant. Em 1982, concluiu o doutoramento com a tese “Corpo, Espaço e Poder”, editada em livro em 1988.

Em meados da década de 1960, passou a coordenar o Departamento de Psicanálise e Filosofia da Universidade de Paris VIII. Em 1976, regressou a Portugal para assumir as funções de adjunto do secretário de Estado do Ensino Superior e da Investigação Científica, António Brotas, quando o ministro da Educação e Investigação Científica era Vítor Alves. Em 1981, instalou-se definitivamente em Portugal, dando aulas na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.  Lecionou, paralelamente, no Colégio Internacional de Filosofia, de Paris, numa escola em Amesterdão e na Universidade de São Paulo, no Brasil.

O Prémio, na quinta edição, tem o valor pecuniário de 7.500 euros e, anteriormente, distinguiu Rosa Maria Martelo, João Barrento, Manuel Gusmão e Vítor Manuel Aguiar e Silva.
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